Aulas Particulares de Inglês com a Professora Aluska – Parte 2

A Revisão Final e as Aulas que Nunca Acabam

No dia seguinte eu mal consegui trabalhar. Passei o expediente inteiro com o pau duro só de lembrar da aula anterior. Quando deu sete e meia já estava em casa, mesa limpa, luz baixa, cerveja gelada na geladeira pra depois. Às oito em ponto a campainha tocou.

Aluska entrou como se fosse dona da casa: saia lápis cinza justa, camisa social branca com os dois primeiros botões abertos, óculos de armação fina que ela nunca usava antes e cabelo preso num rabo de cavalo alto. Carregava só uma pastinha fina e um sorriso perigoso.

— Good evening, top student. Hoje é a final review… e eu trouxe prova oral bem difícil — ela falou fechando a porta com o pé e já desabotoando o terceiro botão da camisa.

— Estou pronto pra qualquer prova que você quiser aplicar, professora — respondi, a voz já rouca.

Ela largou a pasta na mesa, se aproximou devagar e parou entre minhas pernas.

— Então vamos direto ao conteúdo avançado. Tira minha roupa toda, mas devagar… e vai falando o nome de cada peça em inglês enquanto tira — mandou, mordendo o canto da boca.

— Blouse… — falei, desabotoando botão por botão, revelando o sutiã de renda preta.

— Skirt… — continuei, abrindo o zíper lateral e deixando a saia cair, mostrando a calcinha minúscula combinando.

— Bra… panties… — completei, tirando tudo até ela ficar só de salto alto e óculos.

Ela me empurrou pra cadeira de novo.

— First exercise: eat your teacher’s pussy until she gives you an A+ — ordenou, subindo na mesa, abrindo as pernas e puxando minha cabeça.

Mergulhei na bucetinha dela já ensopada. Cheiro doce, gosto de tesão puro. Lambi devagar os lábios, chupei o clitóris duro, enfiei a língua fundo enquanto ela gemia baixinho.

— That’s it… use your tongue like you’re writing the perfect essay… deeper… — Aluska sussurrava, segurando meu cabelo e rebolando contra minha boca.

Ela gozou rápido, apertando minha cabeça com as coxas, mel escorrendo pelo meu queixo.

— Very good… now stand up and fuck me on the table, missionary style. I want to see your face when you fill me — mandou, deitando de costas e abrindo bem as pernas.

Posicionei o pau na entrada e meti tudo até o saco de uma vez. Ela arqueou as costas, soltou um gemido longo.

— Harder… say you’re going to fuck your teacher every week from now on — exigiu, cravando as unhas nas minhas costas.

— I’m gonna fuck you every single week, teacher… this pussy is mine now — rosnei, socando forte, a mesa batendo na parede.

Gozei enchendo ela até transbordar, mas ela me virou de costas na cadeira e montou de novo, dessa vez de frente, cavalgando com força.

— Second round… I want another load… and you’ll give it to me speaking only dirty English — falou, rebolando e apertando a buceta como se quisesse me espremer.

Gozei pela segunda vez em menos de dez minutos, gritando que aquela bucetinha era a melhor do mundo.

Quando acabou, ela ficou sentada no meu colo, beijando meu pescoço.

— You passed with distinction… but practice makes perfect. See you next week? — perguntou já sabendo a resposta.

Dias depois fiz o teste na empresa. Aprovado com louvor. Na mesma hora mandei mensagem pra ela.

Eu: “Passei. Contratado. Preciso urgentemente manter o nível de inglês avançado. Pode ser duas vezes por semana agora?”

Ela respondeu em menos de um minuto:

Aluska: “Três vezes por semana. E vamos incluir aulas de conversação avançada no seu quarto, na sua cama, no chuveiro… você vai precisar de muito vocabulário novo, aluno. Começamos amanhã às oito. Traga energia.”

Guardei o celular com o pau já duro dentro da calça social nova do trabalho. A promoção veio com aumento, mas o verdadeiro salário extra eram aquelas aulas particulares que nunca mais iam acabar.

Aulas Particulares de Inglês com a Professora Aluska

Eu tinha 34 anos, uma promoção na empresa na mão e um teste de inglês marcado para dali a três semanas. Meu nível era básico de escola, daqueles que mal pedem um café. Resolvi contratar aulas particulares urgentes. Foi quando encontrei o perfil da Aluska no site de professores: 25 anos, morena, rosto de boneca, corpo de quem malha todo dia e uma nota 5.0 de todos os alunos. Na foto ela usava uma blusinha branca justa e um sorriso que já me deixou duro só de olhar. Marquei para segunda, terça e quinta, às oito da noite, na minha casa mesmo.

Na primeira aula ela chegou pontual, batendo na porta com um vestido preto justo até o meio da coxa, decote discreto mas que marcava os peitos perfeitos, cabelo castanho ondulado solto até a cintura. Carregava uma bolsa cheia de livros e um tablet.

— Good evening, Mr. Thiago. Ready to start? — Aluska falou com aquele sotaque gostoso do interior de São Paulo misturado com inglês perfeito, já entrando e sentando na cadeira ao lado da minha na mesa de jantar que virou sala de aula.

As duas primeiras semanas foram de puro sofrimento. Ela sentava do meu lado, pernas cruzadas, perfume doce invadindo meu nariz, e toda vez que eu errava uma frase ela se inclinava pra corrigir no caderno, o decote abrindo e mostrando a renda do sutiã. Meu pau ficava duro embaixo da mesa o tempo todo. Eu disfarçava, mas ela sabia. Às vezes dava um sorrisinho de canto, como quem diz “eu vejo tudo”.

Na terceira quinta-feira eu já estava louco. Era a penúltima aula antes do teste. Ela chegou com um vestidinho azul-marinho coladíssimo, sem sutiã — os bicos marcando no tecido — e um coque alto que deixava o pescoço à mostra.

— Tonight we’re going to practice something more… practical — Aluska falou baixinho, fechando o livro de repente e se levantando. — Stand up, Thiago.

Levantei sem entender. Ela se aproximou devagar, os olhos escuros brilhando.

— Você aprende melhor quando sente as coisas na pele, não é? Então hoje eu vou te ensinar com o corpo inteiro — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior e desabotoando o primeiro botão do vestido.

— Aluska… — comecei, mas ela colocou o dedo nos meus lábios.

— Shh… repeat after me: I want to fuck my teacher — ela falou devagar, abrindo mais dois botões, os peitos quase saltando livres.

— I… I want to fuck my teacher — repeti, a voz tremendo, o pau já rasgando a calça.

— Very good boy — Aluska sorriu maliciosa, deixando o vestido escorregar pelos ombros e cair no chão. Só de calcinha preta de renda e salto alto.

Ela me puxou pela camisa, me beijou com vontade, língua dançando na minha enquanto desabotoava minha calça.

— Tira tudo. Quero você pelado na minha aula — ordenou, já ajoelhando e puxando minha cueca junto.

Meu pau saltou duro pra caralho, a cabeça vermelha latejando. Ela lambeu os lábios.

— Look at this big cock… tonight you’ll use only English in bed, understood? — Aluska falou, segurando a base e passando a língua devagar da base até a ponta, me fazendo gemer alto.

— Yes, teacher… fuck… — gemi.

Ela chupou gostoso, engolindo até a garganta, os olhos fixos nos meus, depois tirou da boca com um estalo.

— First position: sit on the chair — mandou, empurrando-me pra cadeira.

Eu sentei. Ela montou no meu colo de frente, esfregando a calcinha molhada no meu pau enquanto me beijava.

— Feel how wet I am for you? That’s because you’ve been a very naughty student — sussurrou no meu ouvido, mordendo a orelha.

Puxou a calcinha de lado e desceu devagar, a bucetinha quente e apertada engolindo meu pau centímetro por centímetro até sentar até o saco. Porra, parecia que eu ia derreter ali dentro.

— Now fuck me… slow… say the words — Aluska gemeu, rebolando devagar.

— I’m fucking my teacher’s pussy… so tight… — falei entre dentes, segurando aquela bunda redonda e metendo de baixo pra cima.

Ela cavalgou gostoso, os peitos balançando na minha cara. Chupei os bicos duros, mordi, enquanto ela gemia baixinho.

— Faster… say it faster — ordenou, acelerando o ritmo, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida.

Gozei forte dentro dela, enchendo tudo, mas ela não parou. Continuou rebolando, apertando os músculos da buceta pra me ordenhar até a última gota.

— Good… but class isn’t over — Aluska falou ofegante, levantando e virando de costas. — Second position: bend me over the table.

Ela se debruçou na mesa de estudos, empinando aquela bunda perfeita, olhando por cima do ombro.

— Come here and fuck me from behind… deep — pediu com voz doce e safada.

Fui pra trás dela, segurei os quadris e meti tudo de uma vez. A bucetinha ainda pulsava do meu gozo, escorregadia pra caralho. Comecei a bombar forte, a mesa rangendo, os livros caindo no chão.

— That’s it… pound your teacher’s pussy… make me scream in English — ela gritou, rebolando contra mim.

Meteu tudo até o saco, os ovos batendo no clitóris dela, o barulho de carne contra carne enchendo a sala. Ela gozou forte, as pernas tremendo, gritando “I’m cumming on your big cock!”.

— Third position… lie down on the table — mandou, já me empurrando.

Deitei de costas na mesa. Ela subiu em cima, de costas pra mim, reverse cowgirl, e sentou de novo no meu pau, que já estava duro outra vez.

— Watch my ass bounce while I ride you — Aluska falou, descendo com força, a bunda perfeita subindo e descendo, engolindo meu pau inteiro.

Segurei aquela bunda com as duas mãos, abri as nádegas e vi meu pau entrando e saindo da bucetinha esticada e melada. Ela rebolava em círculos, depois pra frente e pra trás, gemendo alto.

— I want another load… give me all your cum again — pediu, acelerando até parecer que ia quebrar a mesa.

Gozei pela segunda vez, jatos grossos enchendo ela de novo, escorrendo pelas coxas. Ela gozou junto, a bucetinha apertando tanto que quase doía de prazer.

Quando acabou, ela ficou sentada no meu pau ainda pulsando, virou o rosto e sorriu.

— Congratulations… you just passed the oral exam with honors — Aluska brincou, beijando minha boca devagar antes de levantar.

Vestiu o vestido de novo, ajeitou o cabelo, pegou a bolsa.

— Same time tomorrow for the final review? I think you need more… practice — falou com aquele olhar que prometia mais aulas assim.

Nem precisei responder. Meu pau já estava endurecendo de novo só de imaginar. A promoção era importante, mas aquelas aulas particulares viraram a coisa mais importante da minha vida.