O Cuzinho Virgem da Madrasta

O Cuzinho Virgem da Madrasta

Meu pai tinha casado com Paola havia menos de um ano. Ela era loira, vinte e cinco anos, corpo de academia, pernas longas e uma bunda redonda que parecia desafiar a gravidade. Quando ele viajava, o que acontecia quase toda semana, a casa ficava silenciosa demais, e o silêncio sempre acabava nos levando para o mesmo lugar: a cama enorme do casal.

Naquela noite de sexta, eu estava no quarto jogando videogame quando ouvi batidas leves na porta. Paola entrou vestindo só uma camiseta velha do meu pai, comprida o suficiente pra cobrir a calcinha, mas curta o bastante pra deixar as coxas inteiras à mostra. O cabelo loiro caía solto, os olhos verdes brilhavam com aquela malícia que eu já conhecia bem.

— Não consegue dormir também? — perguntou Paola sentando na beirada da cama, cruzando as pernas de um jeito que a camiseta subiu mais um pouco.

— Não muito — respondi, a voz já ficando grossa só de olhar pra ela.

Ela se deitou de lado, apoiando a cabeça na mão, o corpo desenhando curvas perfeitas sob o lençol.

— Seu pai só retorna amanhã cedo, mas hoje a casa é só nossa — murmurou Paola traçando círculos lentos no lençol com a ponta do dedo. — Sabe o que eu fico pensando quando ele viaja?

— O quê? — perguntei sentindo o pau endurecer dentro da cueca.

— Que tem certas coisas que a gente nunca experimentou juntos — respondeu Paola mordendo o lábio de leve, os olhos descendo até a barraca que eu fazia no short. — Coisas que eu sempre tive curiosidade… mas seu pai é tão certinho, nunca nem pediu.

Eu engoli em seco.

— Tipo o quê?

Ela se aproximou devagar, o rosto a centímetros do meu.

— Eu sempre quis saber como é… lá atrás — sussurrou Paola com voz doce e carregada de safadeza. — Dar o cuzinho. Nunca deixei ninguém. Mas quando penso em você, fico imaginando como seria sentir você me abrindo inteirinha, bem devagarinho.

Meu pau deu um salto tão forte que quase doeu.

— Eu… eu nunca fiz também — confessei, o coração batendo louco.

Paola sorriu, aquele sorriso lento e perigoso.

— Então a gente aprende junto — falou Paola deslizando a mão por cima da minha coxa, subindo até apertar o volume duro. — Eu confio em você pra me abrir com calma… e eu prometo que vou ser bem boazinha.

Ela se levantou, tirou a camiseta devagar e ficou só de calcinha branca fio-dental. Virou de costas, abaixou a calcinha até os joelhos e empinou aquela bunda perfeita na minha direção. Os glúteos abertos mostravam o cuzinho rosado, pequeno, completamente virgem, piscando quase com timidez.

— Pode vir, amor — chamou Paola olhando por cima do ombro, a voz tremendo de tesão. — Me lambe primeiro, deixa bem molhadinho pra eu aguentar você todinho.

Eu me ajoelhei atrás dela. A pele era macia, cheirava a creme e tesão. Aproximei o rosto, cheirei fundo aquele aroma doce e proibido, depois lambi devagar, da buceta até o cuzinho. Ela gemeu alto, empinando mais, as mãos abrindo as nádegas pra mim.

— Isso… lambe meu cuzinho, prepara pra você — pediu Paola com a voz abafada no travesseiro.

A língua entrava e saía, eu sentia o anel se contraindo, ficando mais macio. Enfiei um dedo devagar, ela arfou, mas empurrou pra trás pedindo mais. Coloquei o segundo dedo, abri devagar, sentindo o calor apertado me sugar.

— Tá pronto pra mim? — perguntei com a voz rouca, o pau latejando tanto que pingava.

— Vem… mete no meu cuzinho — respondeu Paola ofegante, os olhos vidrados de tesão.

Segurei a base do pau, encostei a cabeça no buraquinho apertado e empurrei devagar. Ela soltou um gemido longo, meio dor, meio prazer, enquanto o anel se abria devagarinho ao redor da cabeça. Centímetro por centímetro, fui entrando, sentindo o calor absurdo, a pressão insana daquele canal virgem me apertando como nunca.

— Caralho, que cuzinho apertado — gemi quando meti tudo, o saco encostando na buceta molhada dela.

— Me fode… devagar no começo — pediu Paola mordendo o lençol, o corpo tremendo.

Comecei a bombar devagar, saindo até a cabeça e voltando até o saco, sentindo cada centímetro daquele túnel quente me espremer. Ela gemia baixinho, empurrando pra trás, acostumando com o pau inteiro dentro do cu.

— Mais rápido agora… eu aguento — sussurrou Paola vir

virando o rosto, lágrimas de prazer nos olhos.

Acelerei. O som da bunda batendo na minha barriga enchia o quarto, o cuzinho dela já estava mais folgado, aceitando tudo com facilidade. Segurei firme nos quadris e meti com força, sentindo o pau entrar até o talo a cada estocada.

— Isso… me arromba, amor — gemeu Paola levando a mão na buceta, se masturbando enquanto eu socava no cu. — Goza dentro, quero sentir você me enchendo o cuzinho inteiro.

O tesão de saber que estávamos na cama, que ele podia ligar a qualquer momento, que alguém podia bater na porta, me levou ao limite. Gozei forte, jatos grossos e quentes inundando o cuzinho dela, escorrendo quando eu tirei o pau e o buraquinho ficou aberto, vermelho, babando porra.

— Olha o que você fez comigo — brincou Paola abrindo a bunda com as mãos, mostrando o cu arrombado e cheio de leitinho.

Desde aquela noite, virou vício. Toda vez que meu pai saía, Paola me chamava pro quarto dele, empinava aquela bunda perfeita e pedia pra eu comer o cuzinho até gozar dentro. Às vezes de quatro, às vezes de ladinho com uma perna erguida, às vezes sentada no meu colo rebolando devagar enquanto eu metia fundo no cu e sentia ela se apertar toda.

— Se seu pai descobrir que você tá me comendo o cu na cama dele, a gente tá fodido — sussurrava Paola entre gemidos, os olhos brilhando de malícia.

— Então é melhor a gente gozar bem quietinho — respondia eu socando até o saco, enchendo o cuzinho de novo.

E assim foi. Cada creampie anal era mais intenso, mais perigoso, mais gostoso. O medo de ser pego só aumentava o tesão. O cuzinho virgem da minha madrasta tinha virado meu lugar favorito no mundo, e agora não era mais, eu não conseguia parar de encher de porra todas as noites que meu pai passava longe de casa.

Encontro Proibido no Trem e Sexo com Desconhecida Gostosa

Encontro Proibido no Trem: Sexo Rápido e Intenso com Desconhecida Gostosa

Meu nome é Lucas, tenho 32 anos, sou engenheiro civil, alto, corpo malhado de academia e um cacete grosso que sempre chama atenção quando a coisa esquenta. Estava voltando de uma obra no interior numa sexta-feira à noite, o trem lotado pra caralho, gente espremida em pé no corredor porque todos os assentos tinham sumido. Eu fiquei encostado na parede perto da porta que liga os vagões, o balanço constante fazendo todo mundo se roçar sem querer, ou nem tão sem querer assim.

Foi quando a vi. Uma morena de uns 28 anos, cabelo preto liso até a cintura, vestido justo preto que marcando uma bunda redonda empinada e seios médios durinhos que balançavam levemente a cada solavanco do trem. Ela estava de pé bem na minha frente, segurando no corrimão acima da cabeça, o braço levantado deixando a axila depilada à mostra e um perfume doce invadindo meu nariz. Nossos corpos se encostaram pela primeira vez quando o trem freou de leve e ela veio pra trás, a bunda dela batendo direto na minha virilha já meio dura só de olhar.

Senti o calor daquele rabo perfeito contra meu pau e não recuei. Pelo contrário, deixei crescer. Ela percebeu na hora, porque deu um leve sorriso de canto de boca e, em vez de se afastar, rebolou devagarinho fingindo se ajeitar. Meu cacete já estava latejando dentro da calça jeans, pulsando contra o tecido do vestido dela.

— Tá apertado aqui, né? — ela sussurrou virando o rosto de lado, os lábios carnudos quase encostando na minha orelha.

— Muito. Mas tem coisas que apertado fica ainda melhor — respondi baixo, deslizando a mão discretamente pela coxa dela por baixo do vestido.

Ela soltou um suspiro quente e abriu um pouco mais as pernas. Meus dedos subiram devagar, sentindo a pele macia, até alcançar a calcinha de renda. Já estava encharcada. Empurrei o tecido pro lado e enfiei o dedo médio direto na bucetinha quente e molhada. Ela mordeu o lábio inferior e empinou mais a bunda contra mim.

— Você é louco… — ela falou com voz rouca de tesão, mas não tirou minha mão, pelo contrário, rebolou devagar no meu dedo.

Enfiei o segundo dedo e comecei a bombar devagar, sentindo as paredes da buceta dela se contraindo em volta de mim. O barulho do trem abafava os gemidos baixinhos que ela soltava.

Em menos de dois minutos ela já estava tremendo, a bucetinha babando no meu dedo. Tirei a mão rápido, levei à boca e chupei o gosto dela olhando nos olhos.

— Quero te comer agora — falei no ouvido dela.

— Banheiro… agora — ela respondeu, os olhos brilhando de malícia.

Saímos nos esgueirando pelo corredor lotado, eu atrás dela cobrindo a ereção monstruosa com a mochila. O banheiro do vagão estava vazio, trancamos a porta minúscula e ela já me empurrou contra a pia, abrindo meu zíper com pressa.

— Meu Deus, que cacete grosso… — ela murmurou admirando meu pau latejando na mão dela, já babando líquido na cabeça.

Ela se ajoelhou no chão sujo sem ligar, abriu a boca e mamou gostoso o pau inteiro, engolindo até o saco, a garganta apertando minha cabeça enquanto a língua rodava embaixo. Eu segurei aquele cabelo preto e meti na boca dela com força, fodendo a garganta até ela engasgar e os olhos lacrimejarem de tesão.

Levantei ela rápido, virei de costas, levantei o vestido e arranquei a calcinha pro lado. A bucetinha dela estava inchada, vermelha, escorrendo mel. Enfiei tudo de uma vez, até o saco batendo na bunda dela. Ela soltou um gemido abafado contra o próprio braço pra não chamar atenção.

— Isso… me fode forte… — ela sussurrou rebolando contra mim.

Segurei firme na cintura e meti tudo sem dó, o barulho dos corpos batendo misturado com o trem balançando deixava tudo mais safado. Cada estocada fazia os peitinhos dela balançarem e a bucetinha apertar meu pau como se quisesse ordenhar. Ela gozou rápido, tremendo inteira, a buceta pulsando e esguichando no meu saco.

Não aguentei. Puxei pra fora na hora H e gozei grosso na bunda dela, jatos quentes escorrendo pela coxa enquanto ela olhava por cima do ombro com carinha de vadia satisfeita.

— Você é perigoso… — ela riu baixinho, limpando com papel higiênico.

— Ainda tem muitas paradas até o fim da linha — respondi, dando um tapa leve naquela bunda.

E tinha mesmo. Em todas as paradas seguintes, quando o trem desacelerava e o pessoal descia ou subia, a gente se olhava de longe e um sorrisinho malicioso aparecia. Duas estações depois ela veio até mim de novo, me puxou pelo braço e entramos no mesmo banheiro. Dessa vez ela sentou na pia, abriu as pernas e eu chupei aquela bucetinha até ela gozar na minha boca, depois meti de frente olhando nos olhos até encher ela de gala mais uma vez.

Na parada final, quando o trem já estava quase vazio, fizemos pela última vez, ela de quatro no chão frio, eu socando até o saco batendo alto, ela gemendo baixinho pedindo mais. Gozei dentro dessa vez, sentindo cada pulsada enchendo a bucetinha dela até transbordar pelas coxas.

Quando as portas se abriram na estação central, ela ajeitou o vestido, me deu um beijo rápido na boca e saiu andando rebolando sem olhar pra trás. Nunca soube o nome dela. Só sei que aquele trem nunca mais foi o mesmo pra mim.

Comi a Noiva do Meu Melhor Amigo na Despedida de Solteira

Comi a Noiva do Meu Melhor Amigo na Despedida de Solteira

Meu nome é Rafael, 34 anos, personal trainer, 1,90 m de altura, corpo trincado e um cacete grosso que nunca passa despercebido quando a calça aperta. Era madrugada de sábado e eu estava na despedida de solteira da Mariana, minha amiga desde a faculdade. Como eu era o padrinho do casamento, fui ajudar na organização, mas desde o começo da noite meus olhos não desgrudavam da noiva do meu melhor amigo, a Tatiane.

Meu amigo Diogo, sempre foi avisado que a Tatiane traía ele, mas ele nunca quis acreditar. Deixamos de lado, o tempo passa e eles continuam com o relacionamento.

Tatiane tinha 27 anos, loira platinada, corpo esculpido na academia, peitos siliconados durinhos aparecendo no decote do vestido branco curtíssimo, bunda redonda empinada que rebolava a cada passo de salto. Ela dançava, ria alto, mas toda mundo babando, mas toda vez que nossos olhares se cruzavam ela passava a língua devagar nos lábios e descia os olhos pro volume da minha calça como quem diz “quero isso pra mim”.

A festa estava no auge, som alto, open bar, as amigas bêbadas dançando em cima das mesas. Eu estava encostado no balcão tomando uma dose quando ela surgiu do meu lado, corpo colado no meu, perfume doce invadindo tudo.

— Tá me olhando a noite inteira, padrinho… gostou do que viu? — Tatiane falou baixinho, roçando o braço no meu de propósito.

— Gostei tanto que já tô duro há horas — respondi no ouvido dela, sem tirar os olhos daquela boca vermelha.

— Então vem comigo antes que eu mude de ideia — ela sussurrou com aquele sorriso malicioso, pegando minha mão e me puxando pro corredor dos banheiros.

Entramos no banheiro de deficiente, maiorzinho, trancamos a porta e ela já me empurrou contra a parede. O beijo veio faminto, línguas se enroscando, mãos desesperadas. Ela abriu meu cinto com pressa enquanto eu levantava o vestido até a cintura. A calcinha branca de renda estava ensopada. Puxei pro lado e enfiei dois dedos direto naquela bucetinha quente, escorregadia, sentindo ela gemer na minha boca.

— Meu Deus, como você tá molhada — falei rouco, bombeando os dedos devagar.

— Passei a noite imaginando esse pau me rasgando — Tatiane respondeu com voz doce e safada, tirando meu cacete pra fora e arregalando os olhos — Caralho, Rafael… que grossura é essa?

Ela se ajoelhou sem nem pensar, olhou pra cima com carinha de anjo pervertido e mamou gostoso o pau inteiro, engolindo até o saco, garganta apertando a cabeça enquanto babava toda. Segurei aquele cabelo loiro e fodi a boca dela com força, vendo o batom vermelho borrar, os olhos lacrimejando de tesão.

Levantei ela de uma vez, virei de costas, abaixei a calcinha até os tornozelos e meti tudo de uma estocada só. A bucetinha dela engoliu meu cacete inteiro, quente, apertada, pulsando loucamente. Ela mordeu o próprio braço pra abafar o gemido quando comecei a socar forte, o barulho dos corpos batendo ecoando no banheiro pequeno.

— Isso… me fode como se eu fosse só sua hoje — ela sussurrou rebolando contra mim, empinando ainda mais aquela bunda perfeita.

Segurei firme na cintura e meti até o saco bater alto, sentindo cada centímetro daquela bucetinha casada apertar meu pau como se nunca quisesse soltar. Ela gozou rápido, pernas tremendo, bucetinha se contraindo em volta de mim, mel escorrendo pelas coxas dela e pingando no chão.

Não aguentei mais. Puxei pra fora na hora H e gozei grosso na bunda empinada, escorrendo pelas nádegas enquanto ela olhava por cima do ombro com cara de vadia satisfeita.

— Você é louco… amanhã eu caso com ele — Tatiane riu baixinho, mas o olhar dizia que não estava arrependida nem um pouco.

— E amanhã à noite eu te como de novo, depois do “sim” — respondi, dando um tapa leve naquela bunda ainda melada da minha gala.

Ela ajeitou o vestido, passou batom novo no espelho como se nada tivesse acontecido e saiu primeiro. Voltei pro salão dois minutos depois. Ninguém percebeu nada. Ela dançou o resto da noite, bebeu, riu, mas toda vez ou outra cruzava comigo e mandava um olhar que prometia mais pecado.

No dia seguinte, na igreja, quando ela disse “aceito” pro meu melhor amigo, nossos olhos se encontraram por um segundo. Eu sabia que aquela bucetinha ainda estava inchada de mim. E à noite, na festa do casamento, num quartinho escuro nos fundos do salão, ela cumpriu a promessa: me chupou até o saco enquanto os convidados dançavam lá fora, depois sentou no meu pau e cavalgou até gozar abafando os gemidos no meu pescoço. Enchi ela de porra bem antes do brinde dos noivos.

Tatiane virou minha amante secreta. Sempre que o corno do meu amigo viaja a trabalho, ela aparece na minha casa de lingerie por baixo do casaco, ajoelha e pede pra eu foder ela como se ainda fosse noiva. E eu fodo. Com força. Como se o amanhã não existisse.

Fodi a Ex-Melhor Amiga da Minha Mãe

Fodi a Ex-Melhor Amiga da Minha Mãe no Banco Traseiro: A Vingança que Minha Mãe Nunca Vai Saber

Meu nome é Gustavo, 29 anos, trabalho com TI, corpo malhado de quem corre e levanta peso todo dia, e um cacete grosso que já fez muita mulher perder a linha. Eu estava na festa de aniversário de um primo quando a vi atravessar o salão como se o tempo não tivesse passado: Carla, 46 anos hoje, a antiga melhor amiga da minha mãe, a mesma que foi escorraçada de casa quando eu tinha 17 anos depois que minha mãe leu as mensagens no celular dela. Mensagens em que Carla contava, com detalhes, como tinha adorado ser fodida pelo meu pai no sofá da sala enquanto minha mãe estava no trabalho.

Carla estava mais gostosa do que nunca. Cabelo castanho ondulado, pele bronzeada, vestido preto colado marcando os peitos grandes naturais e a bunda redonda que eu já tinha babado escondido na adolescência. Divorciada, solteira, e com um olhar que dizia “agora eu faço o que eu quiser”. Quando ela me viu, abriu um sorriso lento e veio rebolando direto pra mim.

— Olha só o menininho que virou homem… — Carla chegou perto, perfume caro me deixando tonto — Ainda magoado comigo por causa da sua mãe?

— Magoadíssimo. Principalmente porque eu queria ter sido eu a te comer naquele sofá — respondi baixo, sem tirar os olhos da boca dela.

— Então vem comigo que hoje você tira o atraso — ela sussurrou, apertando de leve meu pau já duro por cima da calça — Quero ver se você fode tão bem quanto seu pai.

Nem dez minutos depois estávamos no estacionamento escuro, dentro do SUV dela, portas trancadas, banco traseiro rebatido. Ela subiu no meu colo de frente, vestido levantado até a cintura, calcinha preta de renda já ensopada escorrendo mel.

— Me diz que você bateu punheta pensando em mim depois que sua mãe me expulsou — Carla falou mordendo meu pescoço, esfregando a buceta molhada no meu volume.

— Bati tanto que até doía — respondi abrindo o zíper e tirando o cacete latejando pra fora.

Ela desceu, se ajoelhou entre os bancos e mamou gostoso o pau inteiro, engolindo até o saco, língua rodando na cabeça enquanto olhava pra cima com cara de quem sabe exatamente o que faz um homem implorar. Segurei aquele cabelo e fodi a boca dela com força, sentindo a garganta apertar, baba escorrendo pelo queixo abaixo.

— Sobe aqui, sua vadia — mandei puxando ela pra cima.

Carla tirou a calcinha de lado e desceu devagar, a bucetinha quente, apertada e encharcada engolindo meu pau centímetro por centímetro até sentar até o saco. Ela soltou um gemido rouco e começou a cavalgar com vontade, quadril rebolando como se tivesse esperado anos por isso.

— Sua mãe me chamou de puta por ter dado pro seu pai… agora eu tô dando pro filho dele, olha que delícia de vingança — ela sussurrou maliciosa, acelerando o ritmo, peitos pulando na minha cara.

Segurei firme naquela bunda perfeita e comecei a socar de baixo pra cima, metendo tudo com força, o carro inteiro balançando, vidros embaçados, cheiro de sexo tomando conta. Cada estocada fazia ela gemer mais alto, bucetinha apertando meu pau como se quisesse sugar tudo.

— Isso, me fode gostoso… mostra que aprendeu direitinho com o papai — Carla provocou, cravando as unhas nas minhas costas.

Ela gozou primeiro, tremendo inteira, bucetinha pulsando loucamente, esguichando quente no meu saco enquanto mordia meu ombro pra não gritar. Eu não aguentei mais. Segurei ela pela cintura, meti até o fundo e gozei grosso dentro dela, jatos quentes enchendo aquela buceta que meu pai já tinha enchido anos atrás, até transbordar e escorrer pelas coxas.

— Agora a gente tá quites — falei ainda latejando dentro dela.

— Quites nada, meu bem — Carla respondeu beijando minha boca com calma, rebolando devagar pra sentir cada gota — Isso aqui vai acontecer de novo… e de novo… até eu cansar. E eu não canso fácil.

Desde aquela noite, Carla e minha mãe nunca mais se falaram. Estão brigadas até hoje, zero contato, zero indireta, como se uma tivesse morrido pra outra.

Mas comigo é diferente.
De vez em quando cai a mensagem curta no meu celular:
“Tô em casa, sozinha. Vem.”

Eu vou.
Pego o carro e atravesso a cidade inteira até o bairro distante onde ela mora, aquele canto mais afastado, casas grandes, ruas tranquilas, ninguém da família por perto. Paro na frente do portão branco, ela abre pelo interfone, eu entro, estaciono na garagem e ela já me espera na porta de casa de robe soltinho ou só de calcinha e camiseta, sorrindo daquele jeito malicioso.

— Achei que dessa vez você ia deixar a titia na vontade — ela brinca, já me puxando pra dentro e fechando a porta com o pé.

Nem chegamos na sala direito.
Às vezes é ali mesmo no corredor: ela encosta na parede, levanta uma perna, eu abro a calça e meto tudo de uma vez, até o saco batendo alto. Outras vezes é no sofá, ela de bruços, camisola levantada, calcinha jogada no chão, bucetinha inchada e molhada brilhando, rebolando devagar enquanto eu chego por trás.

— Enfia logo, Gustavo… tô morrendo de saudade desse pau grosso — ela sussurra com voz doce e safada, empinando mais.

Eu meto até o saco, soco forte, agarro aquela bunda redonda e fodo sem pressa nem medo de vizinho. A casa é grande, o bairro é longe, ninguém nunca vai saber. Ela geme alto, rebola contra mim, fala baixinho que essa é a melhor vingança que poderia ter.

Ela goza tremendo inteira, bucetinha apertando loucamente, esguichando quente nas minhas coxas. Eu gozo logo depois, enchendo ela até transbordar, gala grossa escorrendo pelas pernas enquanto ela continua rebolando pra sentir cada jato.

Depois a gente deita no sofá, ela com a cabeça no meu peito, rindo baixinho:

— Sua mãe me expulsou da vida dela… mal sabe que o filho atravessa a cidade inteira pra vir aqui me comer quando eu aperto o botão.

E é exatamente assim.
Elas seguem brigadas pra sempre.
Mas quando a mensagem chega, eu pego o carro, atravesso os bairros todos e vou direto pro bairro distante onde a Carla mora.
Lá a porta está sempre aberta pra mim, a bucetinha sempre molhada, e eu sempre encho ela até o talo.
Essa vingança não tem fim. E eu não quero que tenha.

Minha Ex Voltou e Fodeu Minha Esposa na Minha Frente

Minha Ex Voltou e Fodeu Minha Esposa na Minha Frente: O Dia em que Virei Corno Feliz

Meu nome é Igor, 31 anos, arquiteto, corpo trincado de academia, casado há três anos com a Bianca, uma morena de 29 anos, peitão natural, bunda empinada e uma bucetinha que sempre me deixou louco. A gente sempre teve uma relação aberta pra fantasias, mas nada muito além de conversa de cama… até aquele sábado em que a campainha tocou e eu abri a porta pra encontrar a Larissa, minha ex de cinco anos atrás, a mesma que me largou dizendo que eu nunca ia dar conta dela sozinha.

Larissa estava ainda mais gostosa do que eu lembrava: 30 anos agora, cabelo preto liso até a bunda, corpo de quem malha pesado, vestido justo marcando tudo. Ela sorriu aquele sorriso perigoso e entrou sem ser convidada.

— Vim pegar umas coisas que deixei aqui há anos… e matar saudade da vista — Larissa falou olhando direto pra Bianca, que estava de shortinho jeans e top na sala.

Bianca ficou sem graça no começo, mas em dez minutos as duas já estavam rindo e tomando vinho no sofá como se eu não existisse. Eu sentei na poltrona do canto, tentando disfarçar o pau duro só de ver as duas juntas. Larissa cruzou as pernas, deixou o vestido subir de propósito, e eu vi que não estava de calcinha.

— Sua esposa é linda, Igor… posso experimentar? — Larissa perguntou com voz doce, já passando a mão na coxa da Bianca.

Bianca olhou pra mim, mordendo o lábio, e eu só consegui assentir. Em segundos Larissa estava beijando minha mulher na minha frente, línguas se enroscando, mãos apertando peitos. Bianca gemia baixinho enquanto Larissa chupava o pescoço dela e descia a mão pro shortinho.

— Tira tudo, amor… deixa ele ver como mulher de verdade faz — Larissa sussurrou no ouvido da Bianca, que obedeceu na hora.

Em menos de um minuto as duas estavam peladas no sofá, Bianca de pernas abertas, Larissa com a cabeça entre as coxas lambendo gostoso aquela bucetinha que eu achava que era só minha. Bianca segurava o cabelo da minha ex e rebolava na boca dela, gemendo alto, olhando pra mim com cara de quem estava adorando me ver ali parado.

— Vem aqui, corno — Larissa mandou, sem tirar a boca da buceta da Bianca — Senta no chão e lambe meu cuzinho enquanto eu como sua esposa.

Eu obedeci. Ajoelhei atrás da Larissa, abri aquela bunda perfeita e comecei a lamber o cuzinho dela enquanto ela chupava o clitóris da Bianca. O cheiro das duas misturado me deixava louco, meu pau latejando dentro da calça, babando líquido.

Larissa levantou o rosto melado do mel da Bianca e falou:

— Agora deita no chão, Igor. Quero que você veja de perto.

Eu deitei de costas no tapete. Larissa subiu em cima do meu rosto, sentou a bucetinha quente e encharcada na minha boca e continuou chupando a Bianca, que agora estava de quatro em cima de mim. Eu lambia a Larissa com vontade, sentindo o gosto dela que eu não sentia há anos, enquanto ouvia minha esposa gemer na boca da minha ex.

— Olha só pra ele… lambendo gostoso enquanto a gente se come — Larissa riu maliciosa, rebolando na minha cara — Tá gostando de ser corno, amor?

Bianca, babando de tesão, respondeu por mim:

— Ele tá é adorando… olha o pau dele querendo explodir.

Larissa se levantou, puxou Bianca pra sentar na minha cara também, as duas bucetinhas agora uma do lado da outra em cima da minha boca. Eu lambia as duas ao mesmo tempo, língua passando de uma pra outra, mel das duas escorrendo no meu queixo.

Depois Larissa se posicionou de quatro no sofá, puxou Bianca pra ficar de quatro do lado, as duas bundas empinadas pra mim.

— Agora você vai fazer o que eu mandar, corno — Larissa falou olhando pra trás — Primeiro lambe a bucetinha da sua esposa enquanto eu dedilho ela… depois lambe gostoso pra ela gozar na sua boca.

Eu obedeci. Chupei a bucetinha da Bianca enquanto via os dedos da Larissa entrando e saindo rápido, Bianca tremendo inteira, gozando forte na minha língua. Depois trocaram: eu chupei a Larissa até ela gozar esguichar na minha cara enquanto Bianca dedava ela.

No final as duas se sentaram no sofá de pernas abertas, uma do lado da outra, e me mandaram ajoelhar no meio.

— Goza pra gente, corno — Larissa mandou, esfregando o clitóris — Goza olhando sua esposa e sua ex juntas.

Eu bati punheta olhando as duas se beijando, dedos uma dentro da outra, e gozei grosso no chão, jatos brancos caindo enquanto elas riam e se masturbavam até gozar juntas de novo.

Desde aquele dia, Larissa aparece em casa de vez em quando, sempre quando quer.
Bianca abre a porta de lingerie, as duas vão direto pro quarto ou pra sala, e eu sento na poltrona do canto, pau na mão, esperando o comando.
Às vezes elas só se comem e eu só assisto e lambo depois.
Às vezes elas me mandam lamber as duas enquanto se chupam.
E toda vez eu gozo mais forte do que nunca.
Minha ex voltou pra cidade só pra transformar meu ciúme em fetiche.
E eu virei o corno mais feliz do mundo.

A Ninfeta e os Velhos Amigos

A Ninfeta e os Velhos Amigos

Allan nunca pensou que, aos quarenta e sete anos, o casamento com Ana fosse trazer uma tentação tão intensa para dentro de casa. Ana era uma mulher atraente, quarenta e cinco anos, corpo bem cuidado, mas nada se comparava à filha que ela trouxera do casamento anterior. Nicole tinha dezenove anos, loira de cabelos lisos que desciam até a cintura, olhos verdes que pareciam sempre guardar um segredo, pele clara, seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas grossas que terminavam numa bunda redonda e empinada. Desde o primeiro dia ela começara a provocação. Na frente da mãe era a enteada educada e carinhosa; sozinhos, virava outra, uma ninfeta gulosa e atrevida. Passava por ele de short curto, sentava no sofá com as pernas entreabertas de propósito, roçava o corpo ao pegar algo na geladeira. Allan desviava o olhar, mas à noite, quando transava com Ana, era o rosto e o corpo de Nicole que vinham à mente. Ele metia com mais força, gozava mais fundo, imaginando que era dentro da enteada.

Bernardo era seu amigo mais antigo, quarenta e oito anos, corpo ainda atlético de quem corre todo fim de semana, cabelo curto grisalho, divorciado há cinco anos. Os dois conversavam sobre tudo, sem filtros. Combinaram um sábado de almoço na casa nova para Bernardo finalmente conhecer Ana e Nicole.

O dia estava quente. Ana preparou uma feijoada caprichada. Nicole ajudava na cozinha vestindo um vestido leve branco que marcava os bicos dos seios e subia nas coxas quando ela se inclinava. Bernardo chegou pontual, abraçou Allan, cumprimentou Ana com gentileza e, quando Nicole apareceu, ficou alguns segundos em silêncio antes de sorrir e apertar a mão dela.

Durante o almoço o papo foi leve, trabalho, viagens, política. Quando as mulheres se afastaram para pegar a sobremesa, Bernardo falou baixo.

— Sua enteada é muito bonita, Allan. Impressionante.

Allan apenas assentiu, mas o elogio já mexia com ele.

A tarde seguiu na sala. Ana anunciou que precisava dar uma saída rápida até o shopping.

— Volto em duas horas no máximo, amor. Nicole, vem comigo?

— Não, mãe. Prefiro ficar aqui descansando.

Ana beijou os três e saiu. Assim que a porta se fechou, Allan se levantou, passou a mão na nuca.

— Esse calor está insuportável. Vou tomar um banho rápido e colocar uma bermuda mais leve. Já volto.

Ele foi até o quarto do casal, tomou um banho de uns cinco minutos, deixou a água fria escorrer pelo corpo, vestiu uma bermuda fina de algodão sem nada por baixo e respirou fundo antes de voltar. Quando chegou ao corredor, ouviu a voz baixa de Bernardo e um risinho abafado de Nicole. Parou antes de entrar na sala. Algo no tom o fez hesitar. Em vez de aparecer, encostou-se discretamente na parede ao lado da entrada, de onde conseguia ver o sofá inteiro pelo reflexo de um espelho decorativo na parede oposta. Não queria interromper. Queria ver.

Bernardo já estava sentado bem perto dela, a mão repousando na coxa de Nicole.

— Você é ainda mais bonita de perto — disse ele, voz baixa.

Nicole sorriu, abriu ligeiramente as pernas.

— Vocês dois são amigos de verdade mesmo, né? Tipo… amigos que não guardam segredo um do outro?

— Claro. Conhecemos tudo da vida um do outro.

— Já brigaram feio por alguma coisa? Por mulher, talvez?

Bernardo riu baixo.

— Nunca. Sempre dividimos tudo quando precisou.

Nicole mordeu o lábio, os olhos brilhando.

— Vocês são tão amigos assim mesmo… será que o Allan se importaria?

Bernardo ergueu uma sobrancelha, a mão ainda descansando na coxa dela, os dedos desenhando círculos lentos na pele macia.

— Importaria com o quê, exatamente?

Nicole inclinou a cabeça, o sorriso malicioso se alargando.

— Você sabe… se eu deixasse você me tocar. Se eu te chupasse aqui no sofá. Se eu abrisse as pernas pra você me comer enquanto ele ainda está no banho.

Ela fez uma pausa curta, a voz baixando num sussurro quente.

— Ou será que ele ia gostar de saber que a enteada dele senta na rola do melhor amigo?

Bernardo soltou o ar devagar, os olhos escurecendo de desejo. Sem dizer palavra, deslizou a mão mais para cima, ergueu o vestido até a cintura e afastou a calcinha branca de lado. Dois dedos entraram direto na bucetinha já ensopada, fazendo Nicole arquear as costas e soltar um gemido rouco. Ela abriu o zíper dele com pressa, tirou o pau para fora, pau de homem maduro, cabeçudo, veias grossas saltadas, já babando na ponta.

— Que pau duro… que pau grosso… — murmurou ela, envolvendo a base com os dedos finos e masturbando devagar, sentindo cada pulsação quente na palma da mão.

Bernardo tirou os dedos dela encharcados, levou à boca e chupou o gosto dela antes de empurrá-la de costas no sofá. Arrancou a calcinha de uma vez, abriu aquelas coxas grossas até quase doer e enterrou a cara entre elas. A língua grossa lambia de baixo para cima, chupava o clitóris inchado, enfiava fundo na entrada que piscava de tesão. Nicole agarrava o cabelo grisalho dele, rebolava contra a boca, o mel escorrendo pelo queixo dele.

— Chupa mais forte… engole minha bucetinha inteira, tio Bernardo… ahh, assim, me faz gozar na tua boca…

Ela gozou rápido, o corpo tremendo inteiro, as coxas apertando a cabeça dele enquanto o líquido quente escorria. Bernardo não esperou esfriar. Levantou-se, segurou as pernas dela dobradas contra o peito e encaixou a cabeça latejante na entrada vermelha e inchada. Empurrou devagar no começo, sentindo cada centímetro abrir caminho, depois socou até o talo com um grunhido animal. Nicole gritou de prazer, as unhas cravando nos antebraços dele.

— Me arromba… fode fundo, me rasga com essa rola grossa… isso, me usa como tua putinha!

Ele metia com força, as bolas pesadas batendo molhadas contra o cuzinho dela, o sofá rangendo alto. Cada estocada fazia os peitinhos pequenos balançarem, os bicos duros roçando no tecido do vestido levantado. O cheiro de sexo tomava a sala inteira, suor, porra pré-gozo, bucetinha melada. Bernardo segurava as coxas abertas com brutalidade, os músculos do braço tensionados, metendo tão fundo que o útero dela sentia a cabeçona bater.

— Vou te encher, Nicole… vou te deixar escorrendo o dia todo…

— Goza dentro, tio… me enche de porra quente, marca essa bucetinha como tua!

Ele gozou rugindo, jatos grossos e quentes enchendo ela até transbordar, escorrendo pelo rego, pingando no sofá. Ficou dentro ainda pulsando enquanto ela apertava a rola com a bucetinha, ordenhando cada gota.

Quando Bernardo saiu, o pau mole ainda gotejava. Nicole ficou de pernas escancaradas, a buceta vermelha aberta, porra grossa escorrendo em filetes brancos pelas coxas. Olhou direto para o corredor.

— Pode vir agora, papi. Eu sei que você estava vendo tudo.

Allan saiu da sombra, o pau marcando forte na bermuda fina, quase rasgando o tecido. Bernardo sorriu, ajeitando-se na poltrona, o pau ainda meio duro brilhando.

— Sua enteada é insaciável, amigo.

Nicole se ajoelhou no tapete, abaixou a bermuda de Allan com urgência e pegou o pau dele com as duas mãos, a pele quente, veias saltadas, a cabeça roxa de tanto tesão contido.

— Agora é a sua vez, papi. Deixa sua filhinha te aliviar.

Ela masturbava devagar no começo, subindo e descendo com as duas mãos, apertando firme na base, soltando na cabeça, olhando direto nos olhos dele enquanto lambia a ponta, provando o pré-gozo salgado.

— Eu sempre soube que você queria me comer. Toda vez que eu roçava em você na cozinha, sentia você duro… agora goza pra mim, goza bastante, papi… goza na cara da tua putinha.

Allan segurou a cabeça dela pelos cabelos loiros, meteu na boca algumas vezes até encostar na garganta e depois deixou ela punhetar com vontade. Em menos de um minuto gemeu rouco e gozou forte, jatos grossos e brancos no rosto, nos peitinhos, dentro da boca aberta. Nicole engoliu o que pôde, o resto escorreu pelo queixo misturado com a porra de Bernardo.

Depois daquela tarde tudo mudou. Quando Ana saía, Nicole entrava no quarto do casal de camisolinha curta, deitava ao lado dele na cama e abria as pernas.

— Quer comer a bucetinha da sua filhinha antes de dormir, papi?

Outras vezes, no sofá, com a mãe na cozinha, ela sentava no colo dele e enfiava a mão dentro da bermuda, punhetando devagar enquanto fingia ver televisão. De madrugada, entrava de fininho no quarto, esfregava o cuzinho no pau duro dele por baixo do lençol, sussurrando.

— Goza nas minhas coxas, papi… goza quietinho pra mamãe não acordar.

Allan já não resistia. Gozava forte todas as vezes, enchendo aquelas coxas macias de porra quente, enquanto Bernardo recebia fotos e vídeos que Nicole mandava para os dois sem o menor pudor.

A casa agora guardava um segredo denso, carnal, que os três alimentavam em silêncio. E Nicole adorava ser o centro daquele desejo proibido entre dois homens maduros que, finalmente, tinham parado de fingir que conseguiam viver sem ela.

A Recompensa da Derivada com Sexo

A Recompensa da Derivada com Sexo

O campus da universidade particular no interior de São Paulo era um oásis de palmeiras e prédios modernos, mas a sala do professor Eduardo, no final do corredor do terceiro andar, era um mundo à parte. Aos quarenta e oito anos, ele era alto, grisalho nas têmporas, com corpo atlético de quem corria maratonas nos fins de semana e uma voz grave que prendia a atenção das alunas.

As amigas inseparáveis Bianca e Sofia destacavam-se na turma. Bianca, vinte anos, loira platinada de cabelos lisos até a cintura, olhos azuis e corpo esculpido pelo vôlei, seios firmes, cintura fina e bunda empinada que marcava a saia do uniforme. Sofia, mesma idade, morena de pele oliva, cachos pretos até os ombros, olhos castanhos e curvas generosas, seios fartos, quadris largos e pernas grossas. Elas dividiam apartamento perto do campus e, nos últimos meses, trocavam olhares famintos para o professor durante as aulas, sussurrando fantasias.

Notas baixas em um trabalho em dupla as levaram a marcar uma revisão particular numa sexta-feira à tarde, final do expediente, quando o prédio estava quase vazio. O e-mail delas era explicativo, detalhando dificuldades com derivadas e integrais.

A sala tinha luz natural filtrada pelas persianas e uma lâmpada de mesa. Eduardo, de camisa social arregaçada nos antebraços, explicava equações no quadro branco enquanto as duas tomavam notas.

Entre uma dúvida e outra, perguntas pessoais surgiam com intervalos, enquanto ele prosseguia com as explicações.
— Professor, você é casado? — perguntou Bianca, inclinando-se para frente após um silêncio de alguns minutos.
— Não — respondeu ele, sem desviar os olhos do quadro.
Elas se olharam em cumplicidade. Eduardo voltou ao conteúdo, desenhando uma integral no quadro e explicando por mais tempo.
Mais adiante, após outra explicação prolongada, Sofia insistiu.
— E gosta de sair à noite? — perguntou ela, com tom casual.
— Às vezes, mas prefiro ficar em casa — disse Eduardo, virando-se para elas.
Ele percebeu a intenção, mas continuou a aula, explicando uma derivada parcial com detalhes.
— Curte cinema? — insistiu Bianca, com um sorriso, depois de outro intervalo de concentração no quadro.
— Sim, filmes antigos principalmente. Por quê?
Outro olhar cúmplice entre as amigas. Eduardo entendeu de vez, mas prosseguiu com a lição, o ar ficando elétrico.

Quando terminou a explicação, ele limpou o marcador e perguntou se havia mais alguma dúvida.
— Não — responderam em uníssono, com sorrisos contidos.
— Então aula encerrada — disse Eduardo, recolhendo os materiais.
— Obrigada, professor — agradeceram elas, levantando-se devagar.

Bianca trocou outro olhar com Sofia.
— Você nos ajudou tanto. Achamos que merece uma recompensa — disse Sofia, fechando o caderno e se aproximando.

Elas avançaram. Bianca sentou na beira da mesa, puxando Eduardo pela gravata para um beijo intenso, língua invadindo a boca dele. Sofia desabotoou a camisa dele, beijando o pescoço. Eduardo hesitou um segundo, mas aceitou, mãos subindo pelas coxas delas.

— Aqui, meninas? — murmurou, o pau endurecendo na calça. Ele não se fez de inocente, pois já tinha comido muitas alunas em situações parecidas, sempre em reforços que terminavam na mesa ou no chão da sala.

— Sim, professor — sussurrou Bianca, abrindo o zíper e tirando o pau grosso e veiado para fora.

Elas tiraram as blusas, sutiãs caíram. De joelhos no carpete, Bianca chupou a cabeça vermelha, lambendo o pré-gozo salgado. Sofia lambeu as bolas pesadas, língua subindo pelo comprimento. Saliva escorria, gemidos abafados, sucção ritmada. Eduardo agarrava os cabelos, loiro liso e cachos pretos, fodendo as bocas alternadamente até engasgarem.

— Boas alunas. Na mesa.

Ele deitou Bianca de costas, pernas abertas. Tirou a calcinha dela devagar, guardando-a no bolso. Pegou camisinha na gaveta. Bianca a desenrolou no pau latejando com a boca, língua rodando na glande antes de engolir até a base. Enfiou de uma vez na buceta depilada e rosada, já melada, socando forte enquanto beijava Sofia com fome, língua entrelaçada, mão apertando os seios fartos da morena e pinçando o mamilo duro.

— Fode a loirinha enquanto me beija — gemia Sofia, esfregando a buceta na coxa dele.

A mesa rangia. Bolas batiam na bunda de Bianca, que arqueava gemendo.

— Tá fundo. Me usa.

Revezou, tirou a camisinha usada, colocou nova. Sofia de quatro na mesa, bunda morena empinada. Enfiou na buceta carnuda e quente, esticando as paredes enquanto chupava os seios de Bianca, lambendo e mordiscando os mamilos rosados. Sofia rebolava, quadris quicando.

— Fode a morena. Chupa a loira.

Bianca deitou por baixo, língua no clitóris de Sofia enquanto Eduardo socava, pau saindo e entrando com estalos molhados, camisinha brilhando de umidade.

— Que bucetas apertadas. As duas minhas.

No chão, tapete macio. Bianca cavalgou o pau com camisinha nova, rebolando, seios balançando. Eduardo chupava a buceta de Sofia no rosto, língua fundo. Trocaram, Sofia no pau, bunda grande quicando. Bianca chupando as bolas.

Intensidade máxima, as duas lambiam o pau juntas, línguas na glande. Ele as pôs de quatro lado a lado, fodendo alternadamente, loira com socadas rápidas, morena mais fundo. Camisinhas trocadas a cada vez.

— Gozando — grunhiu, na loira por trás. Tirou a camisinha e gozou jatos quentes na bunda empinada de Bianca, porra escorrendo pelas nádegas e pingando no tapete.

Exaustos, caíram ofegantes, corpos suados entrelaçados.

Minutos depois, limparam-se com lenços da mochila e vestiram as roupas amarrotadas. Eduardo ajeitou a gravata.

— Nota dez para as duas — disse ele com um sorriso. — Reforço aprovado.

Bianca e Sofia sorriram, beijando-o.

— Toda sexta à tarde, professor?

O segredo unia os três. A turma nunca soube por que as notas delas subiram tanto.

A Tarde dos Contratos com a Secretária Gostosa

A Tarde dos Contratos com a Secretária Gostosa

A empresa de consultoria financeira ocupava o último andar de um prédio envidraçado no centro da cidade, com vistas panorâmicas que se perdiam no horizonte de concreto e aço. Os sócios, Rafael e Marcelo, eram o yin e yang do sucesso: Rafael, quarenta e dois anos, solteiro convicto, alto e moreno com um sorriso predatório que fechava negócios antes mesmo das palavras; Marcelo, quarenta e cinco, casado há quinze anos com uma socialite que preferia iates a noites quentes, loiro de olhos azuis e um corpo ainda firme de crossfit. Entre eles, a secretária Letícia, vinte e oito anos, morena de pele bronzeada, pernas longas que terminavam em saltos altos e uma saia lápis que abraçava as curvas como uma luva. Seus cabelos pretos caíam em ondas até a metade das costas, e os lábios carnudos sempre pintados de vermelho escondiam uma língua afiada e uma buceta que sabia o tamanho da rola de cada um.

Letícia começara na empresa há um ano. Com Rafael, fora numa viagem de negócios em São Paulo: drinks no hotel, mãos subindo pela coxa sob a mesa, e uma foda selvagem no quarto com vista para a Avenida Paulista, ele a comendo de quatro enquanto ela mordia o travesseiro para não acordar o andar. Com Marcelo, meses depois, numa noite em que a esposa viajava: ele a chamara para “revisar relatórios” no escritório vazio, e terminara com ela de joelhos sob a mesa, engolindo o pau grosso dele até o talo, depois cavalgando no sofá de couro até gozar com os olhos fixos nos dele. Os dois homens, em uma conversa regada a uísque numa happy hour, haviam confessado um ao outro – sem ciúmes, só admiração pela “eficiência” da secretária. Letícia nunca soube.

Naquela tarde de sexta-feira, o ar-condicionado lutava contra o calor de novembro que entrava pelas janelas entreabertas. Pilhas de contratos espalhados na mesa oval de mogno, canetas rolando, xícaras de café frio. O estresse já pairava: um cliente ameaçando romper, prazos apertados. Rafael afrouxou a gravata, recostando na cadeira.

— Caralho, isso aqui tá pior que filme de suspense — resmungou, folheando páginas. — Lembra aquele, Marcelo? A secretária safada que resolve tudo com… habilidades extras?

Marcelo riu baixo, os olhos azuis brilhando maliciosos.

— Ah, sim. Mas nos filmes, sempre rola à noite. Luz baixa, chuva na janela… Imagine se fosse à noite, os patrões e a secretária. Como terminaria? — Ele piscou para Letícia, que digitava no laptop do outro lado da mesa.

Ela ergueu uma sobrancelha, sem parar de digitar.

— Vamos trabalhar, senão não terminamos hoje.

Rafael inclinou-se para frente, o tom ainda de brincadeira, mas testando.

— Não precisaria dizer nada, né? Mas alguém casado… — Ele olhou de esguelha para Marcelo, aludindo à aliança no dedo do amigo. — Aí complicaria. A esposa em casa, a secretária no escritório… Clássico.

Marcelo deu de ombros, fingindo inocência, mas o pau já dando sinal de vida na calça social.

— É, mas em filme só acontece à noite. Porque não pode ser à tarde… — Ele pausou, olhando para Letícia com um sorriso torto. — Imagina aqui, agora. Sol alto, contratos na mesa… Improvisado.

Letícia bufou, mas um rubor subiu pelo pescoço. Ela cruzou as pernas, sentindo a umidade já se formando na calcinha de renda.

— Vocês dois são impossíveis. Foco nos contratos.

A conversa derivou, risos ecoando, o estresse se dissolvendo em insinuações. Rafael pegou um clipe, girando nos dedos.

— Ah! Ela já conhece o tamanho do pau dos dois mesmo — soltou de repente, em tom de piada, mas os olhos fixos nela.

Letícia parou de digitar, os dedos suspensos no teclado. Marcelo engasgou com o café, mas riu.

— É verdade. Mas nunca os dois… ao mesmo tempo.

O ar mudou. O que era brincadeira virou eletricidade. Letícia mordeu o lábio inferior, os olhos passeando de um para o outro.

— Vocês… conversaram sobre isso? — perguntou ela, voz baixa, mas sem raiva. Curiosidade. Tesão.

Rafael se levantou devagar, contornando a mesa.

— Conversamos. E agora? — Ele parou atrás dela, mãos nos ombros, massageando levemente. — Quer terminar os contratos… ou quer terminar de outra forma?

Marcelo se aproximou pelo outro lado, a aliança brilhando na luz da tarde.

— Ninguém precisa saber. Porta trancada, persianas baixas… Tarde de trabalho produtivo.

Letícia respirou fundo, o peito subindo. Ela se levantou, virando-se para os dois.

— Tranca a porta — disse para Rafael, voz rouca. — E baixem as persianas. Se vamos fazer isso, que seja discreto… ninguém no prédio precisa ver.

Clique. A chave girou.

Ela desabotoou a blusa devagar, os seios fartos saltando no sutiã de renda preta. Marcelo a puxou pela cintura, beijando o pescoço enquanto Rafael abria o zíper da saia, deixando-a cair no chão. A calcinha já encharcada.

— De joelhos, secretária — ordenou Rafael, abrindo a calça.

Letícia obedeceu, o carpete macio sob os joelhos. Dois paus diante dela: o de Rafael, longo e curvado para cima, veias pulsando; o de Marcelo, grosso e reto, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela alternava com maestria, lambendo a extensão de um, chupando as bolas do outro, as mãos bombeando em ritmo sincronizado. A saliva escorria pelo queixo, gemidos abafados misturando-se ao som úmido de sucção. Rafael agarrava os cabelos pretos dela, fodendo a boca devagar; Marcelo massageava os seios, pinçando os mamilos duros até ela gemer em torno do pau.

— Porra, que boca gulosa… Engole tudo, Letícia — grunhiu Marcelo, empurrando mais fundo.

Rafael a ergueu bruscamente, jogando-a sobre a mesa. Contratos voaram para o chão como confetes, canetas rolando. Ele puxou a calcinha de renda para o lado com um puxão, expondo a buceta depilada, lábios inchados e brilhantes de excitação. A língua dele atacou imediatamente, lambendo os lábios carnudos, chupando o clitóris com sucção ritmada enquanto dois dedos enfiavam na entrada apertada, curvando para acertar o ponto G. Letícia arqueou as costas, as unhas cravando na madeira, gemendo alto.

— Ah, fode… Os dois… agora… Me usem!

Marcelo se posicionou na frente, enfiando o pau grosso na boca dela, silenciando os gritos enquanto Rafael lambia voraz, o rosto lambuzado de sucos. A mesa rangia sob o peso, papéis amassados grudando no suor das costas dela.

— Vamos tentar os dois na buceta — sugeriu Rafael, voz rouca de tesão, levantando-se e posicionando o pau ao lado do de Marcelo.

Eles a viraram de lado na mesa, pernas abertas. Rafael tirou completamente a calcinha dela, jogando-a de lado. Marcelo deitou por baixo, enfiando o pau grosso na buceta melada, esticando as paredes quentes. Rafael tentou empurrar o seu ao lado, a cabeça forçando a entrada já ocupada. Letícia gritou de prazer e dor, o corpo tremendo.

— Ah, caralho… Tá apertado demais… Não cabe os dois! — ofegou ela, as unhas cravando nos ombros de Marcelo, a buceta contraindo em espasmos ao redor do pau dele.

— Tudo bem, puta… Vamos no chão então — respondeu Rafael, puxando-a para baixo.

Eles rolaram para o carpete macio, contratos espalhados como um tapete improvisado. Letícia no meio, de quatro. Marcelo por trás, socando forte na buceta, as bolas batendo na bunda redonda com estalos molhados. Rafael na frente, fodendo a boca, o pau saindo e entrando até a garganta, baba escorrendo. Eles trocavam posições: Rafael agora por trás, o pau curvado acertando ângulos profundos, fazendo-a gozar com um jato de squirt que molhou o carpete; Marcelo na boca, sem gozar ainda.

— Toma mais, secretária vagabunda… Goza pros patrões! — Rafael acelerava, uma mão esfregando o clitóris inchado, a outra apertando a bunda.

Letícia gozou de novo, o corpo convulsionando, buceta apertando o pau dele como um torno. Rafael explodiu dentro, porra quente enchendo o canal, escorrendo pelas coxas quando puxou para fora, misturando-se ao suor e aos fluidos no chão.

Eles trocaram mais uma vez. Letícia, ofegante, virou-se e chupou a rola de Rafael até a última gota, lambendo o pau mole agora, sugando os resquícios de porra misturada aos sucos dela. Marcelo, por trás, socava furiosamente na buceta já melada e cheia, gozando com um grunhido baixo, jatos quentes se misturando à porra de Rafael, transbordando e escorrendo abundante.

Eles caíram exaustos no carpete, ofegantes, corpos entrelaçados por um momento. O cheiro de sexo pesado no ar, persianas filtrando a luz da tarde.

Minutos depois, se levantaram. Letícia pegou lenços umedecidos da gaveta – sempre preparada –, limpando a porra das coxas, o suor do corpo. Os homens ziparam as calças, ajeitaram as camisas. Ela vestiu a saia amarrotada, abotoou a blusa, passou batom nos lábios inchados.

— Agora sim, aliviados — disse Rafael, recolhendo os contratos do chão com um sorriso.

Marcelo assentiu, sentando-se à mesa.

— Vamos terminar isso. Produtividade em alta.

Letícia sentou, pernas ainda tremendo levemente, mas o rosto sereno.

— Página 47, cláusula de rescisão. Foco.

O segredo agora era três. A empresa nunca fora tão lucrativa.

O Segredo da Madrugada com a Empregada Gostosa

O Segredo da Madrugada

Alberto era um homem de cinquenta anos com uma reputação impecável. Empresário bem-sucedido, divorciado há uma década do primeiro casamento que lhe deixara um filho chamado Arthur, agora com vinte anos e cursando faculdade. Há dois anos Alberto casara-se novamente, dessa vez com Estela, uma mulher elegante de quarenta e cinco que administrava a casa com mão firme e um ar de superioridade, mas seu foco principal era comprar roupas de grife e fazer passeios fúteis com amigas, gastando horas em shoppings e salões de beleza. Arthur tinha duas residências: passava certo tempo com a mãe em uma e com o pai na outra, alternando semanas para manter o equilíbrio familiar.

A mansão onde morava era ampla na capital, com quartos no andar superior, suítes espaçosas e uma cozinha gourmet no térreo onde a luz da lua muitas vezes filtrava pelas janelas altas, criando sombras dançantes nas noites quentes e abafadas do ano.

Dayse fora contratada havia poucos meses. Aos vinte e três anos era uma loira deslumbrante com curvas generosas que faziam os olhos se demorarem, seios fartos que esticavam o uniforme simples de empregada, cintura fina e uma bunda redonda empinada que balançava ao andar pelos corredores. Seus cabelos loiros caíam em ondas até os ombros e os olhos verdes brilhavam com uma inocência fingida que escondia uma fome voraz por prazer.

Ela cuidava da casa com eficiência, mas era nos olhares trocados com Alberto que o ar ficava elétrico. O segredo começara há poucas semanas, toques acidentais que evoluíam para beijos roubados, mãos explorando sob a saia até que a tensão explodira em noites furtivas enquanto Estela dormia profundamente no quarto principal, dopada por remédios para insônia.

Era uma madrugada abafada de novembro. Arthur com fome após uma noite de estudos intensos no quarto desceu as escadas em silêncio vestindo apenas um short folgado. Seus vinte anos o tornavam um jovem vigoroso com corpo atlético de academia e pau grosso sempre pronto para ação. A casa estava quieta exceto por um som abafado vindo da cozinha, gemidos baixos e sussurros roucos. Curioso ele se aproximou devagar espiando pela porta entreaberta.

Lá estava seu pai Alberto de joelhos no chão frio de cerâmica. Dayse estava sentada na mesa de granito com as pernas abertas e a saia do uniforme erguida até a cintura sem calcinha. Seus seios balançavam livres com os mamilos rosados duros como pedras enquanto Alberto devorava sua buceta com uma fome animal. A língua dele lambia os lábios inchados e úmidos chupando o clitóris com sucção ritmada e os dedos grossos enfiados na entrada molhada fodendo-a devagar enquanto ela agarrava os cabelos grisalhos dele.

— Ah, seu safado… me faz gozar na sua boca… — sussurrava Dayse com a voz tremendo de tesão.

O cheiro de sexo preenchia o ar, um misto de suor, excitação feminina e o hálito quente do homem.

Arthur congelou com o pau endurecendo instantaneamente no short. Ele observava hipnotizado, o pai aquele pilar de respeito com o rosto enterrado na bucetinha depilada da loira lambendo como se fosse o último banquete da vida. Dayse arqueava as costas com os gemidos escapando mais altos e os quadris rebolando contra a boca dele. Arthur sentiu o pré-gozo escorrendo com o coração acelerado. Não quis interromper pois era como um voyeur em seu próprio lar mas o desejo o consumia. Deu alguns passos para trás chutando de leve uma cadeira solta criando um barulho intencional.

Alberto se levantou num sobressalto com o rosto lambuzado de sucos e os olhos arregalados de pânico.

— Merda! Que barulho é esse? Deve ser Arthur… — murmurou limpando a boca com as costas da mão.

Ele saiu da cozinha às pressas subindo as escadas sem olhar para trás com o pau ainda duro marcando a calça do pijama. Dayse ficou ali tentando se recompor puxando a saia para baixo com os olhos verdes encontrando os de Arthur na penumbra. Ela corou com o rosto sério e nervoso.

— Quer algo, Arthur? Eu… eu tava terminando aqui pra ir dormir.

Ele entrou na cozinha com o pau latejando visivelmente no short.

— Trabalhando essa hora? Muito dedicada, sempre pronta para servir o patrão…

— Mas eu… — gaguejou ela, procurando palavras que ainda não sabia quais usar.

— Não se preocupa… Não precisa explicar. Quero o mesmo que o pai queria… — disse ele com voz rouca e um tom de ironia sem rodeios.

Dayse tentou desconversar rindo nervosa:

— O quê? Você tá louco, eu só tava… limpando a mesa.

Mas Arthur se aproximou com os olhos fixos nos seios dela ainda semi-expostos.

— Relaxa gostosa. Eu vi tudo, Dayse. Vi ele chupando sua buceta como um cachorro faminto. E agora eu tô com vontade também. Minha vez.

Ela hesitou com o corpo traindo-a pois a buceta ainda pulsando do oral anterior molhada e sensível.

— Isso não pode… Nós podemos ser vistos…

Arthur inspirou fundo, o peito subindo e descendo em respirações pesadas, o cheiro residual de sexo ainda impregnado no ar. Ele deu mais um passo, encurtando a distância até que seus corpos quase se tocassem, o calor da pele dele irradiando contra a dela.

— Se podia pro meu pai, por que não pode pra mim, hein? — murmurou rouco, a voz baixa e carregada de tesão. — Ele te chupou aqui mesmo, na mesa da família… e você gozou na boca dele. Eu sou sangue do sangue dele, Dayse. Mereço o mesmo. Ou mais.

Os olhos verdes dela vacilaram, mas o corpo já traía, os mamilos endurecendo sob o tecido fino. Arthur ergueu a mão devagar, roçando os dedos no braço dela, subindo até o ombro, sentindo o tremor.

— Ninguém vai saber. Estela tá dopada lá em cima, o velho fugiu com medo de ser visto… só você e eu agora. Deixa eu te provar, loira. Deixa eu te fazer gemer mais alto que ele.

Ele a puxou pela cintura com firmeza, colando o corpo ao dela. O pau duro pressionou contra a barriga macia enquanto ele capturava os lábios num beijo molhado, língua invadindo sem pedir licença, explorando a boca ainda com gosto de saliva alheia e excitação. Dayse resistiu por um segundo, as mãos no peito dele, mas logo cedeu, gemendo baixinho na boca dele, as línguas se entrelaçando num beijo faminto e barulhento.

Só então, com o consentimento selado no beijo, Arthur a virou de costas com um giro rápido, empurrando-a contra a mesa.

— Apoia os cotovelos aí, gostosa… Abre essa bunda pra mim.

Dayse obedeceu gemendo baixinho com os cotovelos no granito frio e a bunda empinada com a saia erguida expondo a buceta inchada os lábios vermelhos e brilhantes de saliva e excitação.

Arthur baixou o short com o pau saltando livre, grosso com veias saltadas e a cabeça vermelha latejando. Ele cuspiu na mão esfregando na glande e posicionou-se atrás dela.

— Olha só pra essa bucetinha… toda melada do meu pai. Agora vai ser minha.

Ele enfiou de uma vez com o pau esticando as paredes quentes e apertadas sentindo o calor úmido engoli-lo. Dayse gritou abafado mordendo o lábio:

— Ah, caralho… que pau grande, Arthur… fode mais forte!

Ele agarrou os quadris dela socando com força com as bolas batendo na bunda macia e o som de carne contra carne ecoando na cozinha. Arthur agarrou os cabelos loiros dela, puxando-a para trás enquanto socava.

— Toma, sei que gosta de ser puta… a putinha loira… chupada pelo pai e agora leva rola do filho. Goza no meu pau!

Ele a fodia sem piedade com uma mão subindo para apertar os seios pinçando os mamilos e a outra descendo para esfregar o clitóris inchado. Dayse rebolava com o suor escorrendo pelas costas e a buceta contraindo em espasmos.

— Tô gozando… Ah, fode mais rápido… enche minha buceta de porra!

Arthur acelerou sentindo o orgasmo subir e explodiu dentro dela com jatos quentes de esperma enchendo o canal apertado escorrendo pelas coxas dela quando ele puxou para fora. Eles ofegavam com o cheiro de sexo mais intenso agora misturado ao dele.

Dayse e Arthur se recompuseram às pressas, limpando os vestígios da luxúria com toalhas úmidas antes de subirem para os quartos, o coração ainda acelerado.

No café da manhã foi tenso, servido na ampla mesa da cozinha gourmet. Estela tagarelava sobre suas compras recentes e um passeio que planejava com amigas, alheia a tudo. Alberto, com olheiras discretas, pigarreou e olhou para Arthur por cima da xícara de café.

— Filho, precisamos conversar. Tenho assuntos importantes e preciso de sua opinião — disse ele em voz baixa, mas firme, enquanto Estela se distraía com o celular.

Arthur assentiu disfarçadamente. Logo assim que terminaram, dirigiram-se ao escritório no andar superior, porta fechada.

Arthur sentou percebendo o nervosismo no pai com as mãos tremendo levemente. Alberto havia passado a noite em claro, imaginando o pior, mas o tom calmo de Arthur o desarmou. Ele se remexeu na cadeira, pronto para falar, mas Arthur o antecipou:

— É sobre o que tava acontecendo na cozinha… Pai, não vou te julgar. Isso ficará em segredo. Não precisa explicar nada. Eu também sei como é… Isso é coisa de homem! Ficará entre nós dois ou melhor entre nós três — corrigiu Arthur com um sorriso cúmplice.

Alberto surpreso mas um alívio visível o invadiu. Ele assentiu e explicou baixinho:

— Eu não saberia o que dizer se você não compreendesse, filho. Estela é uma boa esposa, mas falha nesse ponto… não gosta de sexo.

— Você… viu tudo?

Arthur riu baixo.

— Vi e provei. Ela é uma delícia, né? Mas fica entre nós. Você precisa mantê-la aqui por muitos anos… será bom para nós dois.

Eles apertaram as mãos com um pacto selado. Dayse continuou na casa sempre muito bem tratada com presentes discretos, folgas extras e noites em que pai e filho se revezavam em segredo fodendo-a na cozinha, no quarto de hóspedes ou até no banheiro enquanto Estela dormia.

A loira sorria mais com o corpo marcado por mordidas e chupões escondidos e a buceta sempre pronta para mais. O segredo os unia numa teia de luxúria visceral que ninguém ousava romper.

A Noite em que Tatiane Virou Rainha

A Noite em que Tatiane Virou Rainha

Minha esposa Tatiane sempre foi o tipo de mulher que faz qualquer homem virar o pescoço. 32 anos, corpo de academia, 1,70 m, pele morena clara, cintura fina, bunda redonda e empinada, peitos naturais 38 que não precisam de sutiã. Depois de anos brincando de fantasias na cama, decidimos passar do papo para a prática. Marcamos numa casa de um casal amigo que topou ceder o espaço: festa privada, cinco homens escolhidos a dedo (todos testados, discretos e com pau acima da média) e eu só filmando.

Entramos na sala, som baixo, colchões no chão. Tatiane estava usando só um robe de cetim preto curtinho e salto alto. Quando o robe caiu, os cinco ficaram mudos. Ela estava completamente depilada, bucetinha rosada já brilhando, bunda perfeita, peitos com os bicos durinhos de tesão.

Eu liguei a câmera no tripé e sentei no canto, pau duro só de olhar.

— Pode começar, amor. Hoje você é deles — falei, voz rouca.

Tatiane sorriu maliciosa, caminhou até o centro e ajoelhou.

— Quem quer ser o primeiro a me usar? — perguntou, lambendo os lábios devagar.

Dois caras avançaram ao mesmo tempo. Um loiro alto segurou a cabeça dela e enfiou o pau grosso na boca, metendo até a garganta. O outro, moreno tatuado, ficou atrás, abriu a bunda dela e começou a lamber a bucetinha e o cuzinho, deixando os dois buracos molhados de saliva.

— Isso… chupa gostoso, sua putinha casada — o loiro grunhia, fodendo a boca dela.

Em menos de dois minutos já eram quatro mãos nela. Um terceiro cara deitou embaixo e enfiou a língua na buceta enquanto o quarto já posicionava o pau na entrada do cu. Tatiane gemia abafado, olhos revirando.

O primeiro pau entrou na bucetinha, metendo tudo até o saco. Logo em seguida o outro pau forçou o cuzinho apertado. Ela soltou um gemido longo, corpo tremendo, sendo preenchida nos dois buracos ao mesmo tempo. Os dois começaram a bombar em ritmo alternado: quando um entrava fundo, o outro saía, depois trocavam. Os ovos batiam na bunda dela, o barulho molhado da buceta e do cu enchendo a sala.

— Olha como ela ama ser arrombada — falei pra câmera, zoom na cara de prazer dela.

Um quinto cara ficou na frente, enfiando o pau na boca dela enquanto os outros dois metiam nos buracos de baixo. Tatiane estava completamente cheia: buceta, cuzinho e boca ocupados. Os peitos balançavam a cada estocada, os bicos sendo puxados e torcidos.

Ela gozou pela primeira vez assim, corpo convulsionando, esguichando quente em volta do pau que metia na buceta, gemendo alto com o pau na garganta.

Trocaram de posição. Deitaram ela de costas no colchão, pernas abertas no alto. Um cara meteu na buceta de missionário, outro no cu por baixo, formando um sanduíche perfeito. O terceiro ficou sentado na cara dela, esfregando os ovos na boca enquanto ela lambia. Os outros dois batiam punheta esperando a vez.

— Goza dentro dela, vai… enche a bucetinha dessa esposa safada — eu mandava, filmando de perto.

O cara da buceta não aguentou: inchou dentro dela, pulsou forte e despejou jatos grossos, quentes, que eu senti escorrendo pelos lados do pau enquanto ele ainda metia devagar. Quando saiu, a porra branca e espessa escorreu em filetes pela virilha dela. Logo outro entrou no lugar, metendo no melado, o pau fazendo barulho dentro da porra do amigo.

No cu foi igual: o segundo cara apertou a bunda dela, gemeu rouco e gozou fundo, jato após jato enchendo o cuzinho até transbordar; quando retirou, a porra quente escorreu pelo períneo e se misturou com a da buceta. Trocaram de novo, sempre dois paus dentro dela, um na boca, mãos nos peitos, na garganta, no cabelo.

Tatiane gozou mais três vezes assim, gritando rouca, corpo suado, olhos vidrados de tesão puro.

Quando o quinto finalmente gozou na boca dela, ela engoliu tudo, abriu a boca pra câmera mostrar a língua melada e sorriu.

Os cinco recuaram ofegantes, paus moles, satisfeitos. Aí eu larguei a câmera, me aproximei e deitei ela de costas, pernas abertas.

— Agora é minha vez de limpar minha rainha — falei.

Comecei lambendo a buceta melada, cheia de porra de cinco caras diferentes, gosto forte, quente, grosso. Chupei cada gota, enfiei a língua fundo pra tirar tudo. Depois virei ela de bruços, abri a bunda e lambi o cu arrombado, limpando cada filete de porra que escorria.

Tatiane gemia baixinho, ainda tremendo.

— Isso, amor… limpa tua esposa direitinho… eu adorei ser deles… agora me fode com tua língua — sussurrava, rebolando na minha cara.

Quando terminei de limpar, meti o pau na buceta dela, já toda aberta e escorregadia de porra alheia. Duas bombadas e gozei fundo, marcando território de novo.

Na saída, os caras aplaudiram. Tatiane, ainda nua, pernas tremendo, me beijou na boca com gosto de porra.

— Próxima festa eu quero sete — sussurrou no meu ouvido.

Eu só sorri, desliguei a câmera e guardei o cartão de memória. O vídeo ficaria só pra nós dois… pelo menos até decidirmos repetir.