Minha Ex Voltou e Fodeu Minha Esposa na Minha Frente

Minha Ex Voltou e Fodeu Minha Esposa na Minha Frente: O Dia em que Virei Corno Feliz

Meu nome é Igor, 31 anos, arquiteto, corpo trincado de academia, casado há três anos com a Bianca, uma morena de 29 anos, peitão natural, bunda empinada e uma bucetinha que sempre me deixou louco. A gente sempre teve uma relação aberta pra fantasias, mas nada muito além de conversa de cama… até aquele sábado em que a campainha tocou e eu abri a porta pra encontrar a Larissa, minha ex de cinco anos atrás, a mesma que me largou dizendo que eu nunca ia dar conta dela sozinha.

Larissa estava ainda mais gostosa do que eu lembrava: 30 anos agora, cabelo preto liso até a bunda, corpo de quem malha pesado, vestido justo marcando tudo. Ela sorriu aquele sorriso perigoso e entrou sem ser convidada.

— Vim pegar umas coisas que deixei aqui há anos… e matar saudade da vista — Larissa falou olhando direto pra Bianca, que estava de shortinho jeans e top na sala.

Bianca ficou sem graça no começo, mas em dez minutos as duas já estavam rindo e tomando vinho no sofá como se eu não existisse. Eu sentei na poltrona do canto, tentando disfarçar o pau duro só de ver as duas juntas. Larissa cruzou as pernas, deixou o vestido subir de propósito, e eu vi que não estava de calcinha.

— Sua esposa é linda, Igor… posso experimentar? — Larissa perguntou com voz doce, já passando a mão na coxa da Bianca.

Bianca olhou pra mim, mordendo o lábio, e eu só consegui assentir. Em segundos Larissa estava beijando minha mulher na minha frente, línguas se enroscando, mãos apertando peitos. Bianca gemia baixinho enquanto Larissa chupava o pescoço dela e descia a mão pro shortinho.

— Tira tudo, amor… deixa ele ver como mulher de verdade faz — Larissa sussurrou no ouvido da Bianca, que obedeceu na hora.

Em menos de um minuto as duas estavam peladas no sofá, Bianca de pernas abertas, Larissa com a cabeça entre as coxas lambendo gostoso aquela bucetinha que eu achava que era só minha. Bianca segurava o cabelo da minha ex e rebolava na boca dela, gemendo alto, olhando pra mim com cara de quem estava adorando me ver ali parado.

— Vem aqui, corno — Larissa mandou, sem tirar a boca da buceta da Bianca — Senta no chão e lambe meu cuzinho enquanto eu como sua esposa.

Eu obedeci. Ajoelhei atrás da Larissa, abri aquela bunda perfeita e comecei a lamber o cuzinho dela enquanto ela chupava o clitóris da Bianca. O cheiro das duas misturado me deixava louco, meu pau latejando dentro da calça, babando líquido.

Larissa levantou o rosto melado do mel da Bianca e falou:

— Agora deita no chão, Igor. Quero que você veja de perto.

Eu deitei de costas no tapete. Larissa subiu em cima do meu rosto, sentou a bucetinha quente e encharcada na minha boca e continuou chupando a Bianca, que agora estava de quatro em cima de mim. Eu lambia a Larissa com vontade, sentindo o gosto dela que eu não sentia há anos, enquanto ouvia minha esposa gemer na boca da minha ex.

— Olha só pra ele… lambendo gostoso enquanto a gente se come — Larissa riu maliciosa, rebolando na minha cara — Tá gostando de ser corno, amor?

Bianca, babando de tesão, respondeu por mim:

— Ele tá é adorando… olha o pau dele querendo explodir.

Larissa se levantou, puxou Bianca pra sentar na minha cara também, as duas bucetinhas agora uma do lado da outra em cima da minha boca. Eu lambia as duas ao mesmo tempo, língua passando de uma pra outra, mel das duas escorrendo no meu queixo.

Depois Larissa se posicionou de quatro no sofá, puxou Bianca pra ficar de quatro do lado, as duas bundas empinadas pra mim.

— Agora você vai fazer o que eu mandar, corno — Larissa falou olhando pra trás — Primeiro lambe a bucetinha da sua esposa enquanto eu dedilho ela… depois lambe gostoso pra ela gozar na sua boca.

Eu obedeci. Chupei a bucetinha da Bianca enquanto via os dedos da Larissa entrando e saindo rápido, Bianca tremendo inteira, gozando forte na minha língua. Depois trocaram: eu chupei a Larissa até ela gozar esguichar na minha cara enquanto Bianca dedava ela.

No final as duas se sentaram no sofá de pernas abertas, uma do lado da outra, e me mandaram ajoelhar no meio.

— Goza pra gente, corno — Larissa mandou, esfregando o clitóris — Goza olhando sua esposa e sua ex juntas.

Eu bati punheta olhando as duas se beijando, dedos uma dentro da outra, e gozei grosso no chão, jatos brancos caindo enquanto elas riam e se masturbavam até gozar juntas de novo.

Desde aquele dia, Larissa aparece em casa de vez em quando, sempre quando quer.
Bianca abre a porta de lingerie, as duas vão direto pro quarto ou pra sala, e eu sento na poltrona do canto, pau na mão, esperando o comando.
Às vezes elas só se comem e eu só assisto e lambo depois.
Às vezes elas me mandam lamber as duas enquanto se chupam.
E toda vez eu gozo mais forte do que nunca.
Minha ex voltou pra cidade só pra transformar meu ciúme em fetiche.
E eu virei o corno mais feliz do mundo.

A Noite em que Tatiane Virou Rainha

A Noite em que Tatiane Virou Rainha

Minha esposa Tatiane sempre foi o tipo de mulher que faz qualquer homem virar o pescoço. 32 anos, corpo de academia, 1,70 m, pele morena clara, cintura fina, bunda redonda e empinada, peitos naturais 38 que não precisam de sutiã. Depois de anos brincando de fantasias na cama, decidimos passar do papo para a prática. Marcamos numa casa de um casal amigo que topou ceder o espaço: festa privada, cinco homens escolhidos a dedo (todos testados, discretos e com pau acima da média) e eu só filmando.

Entramos na sala, som baixo, colchões no chão. Tatiane estava usando só um robe de cetim preto curtinho e salto alto. Quando o robe caiu, os cinco ficaram mudos. Ela estava completamente depilada, bucetinha rosada já brilhando, bunda perfeita, peitos com os bicos durinhos de tesão.

Eu liguei a câmera no tripé e sentei no canto, pau duro só de olhar.

— Pode começar, amor. Hoje você é deles — falei, voz rouca.

Tatiane sorriu maliciosa, caminhou até o centro e ajoelhou.

— Quem quer ser o primeiro a me usar? — perguntou, lambendo os lábios devagar.

Dois caras avançaram ao mesmo tempo. Um loiro alto segurou a cabeça dela e enfiou o pau grosso na boca, metendo até a garganta. O outro, moreno tatuado, ficou atrás, abriu a bunda dela e começou a lamber a bucetinha e o cuzinho, deixando os dois buracos molhados de saliva.

— Isso… chupa gostoso, sua putinha casada — o loiro grunhia, fodendo a boca dela.

Em menos de dois minutos já eram quatro mãos nela. Um terceiro cara deitou embaixo e enfiou a língua na buceta enquanto o quarto já posicionava o pau na entrada do cu. Tatiane gemia abafado, olhos revirando.

O primeiro pau entrou na bucetinha, metendo tudo até o saco. Logo em seguida o outro pau forçou o cuzinho apertado. Ela soltou um gemido longo, corpo tremendo, sendo preenchida nos dois buracos ao mesmo tempo. Os dois começaram a bombar em ritmo alternado: quando um entrava fundo, o outro saía, depois trocavam. Os ovos batiam na bunda dela, o barulho molhado da buceta e do cu enchendo a sala.

— Olha como ela ama ser arrombada — falei pra câmera, zoom na cara de prazer dela.

Um quinto cara ficou na frente, enfiando o pau na boca dela enquanto os outros dois metiam nos buracos de baixo. Tatiane estava completamente cheia: buceta, cuzinho e boca ocupados. Os peitos balançavam a cada estocada, os bicos sendo puxados e torcidos.

Ela gozou pela primeira vez assim, corpo convulsionando, esguichando quente em volta do pau que metia na buceta, gemendo alto com o pau na garganta.

Trocaram de posição. Deitaram ela de costas no colchão, pernas abertas no alto. Um cara meteu na buceta de missionário, outro no cu por baixo, formando um sanduíche perfeito. O terceiro ficou sentado na cara dela, esfregando os ovos na boca enquanto ela lambia. Os outros dois batiam punheta esperando a vez.

— Goza dentro dela, vai… enche a bucetinha dessa esposa safada — eu mandava, filmando de perto.

O cara da buceta não aguentou: inchou dentro dela, pulsou forte e despejou jatos grossos, quentes, que eu senti escorrendo pelos lados do pau enquanto ele ainda metia devagar. Quando saiu, a porra branca e espessa escorreu em filetes pela virilha dela. Logo outro entrou no lugar, metendo no melado, o pau fazendo barulho dentro da porra do amigo.

No cu foi igual: o segundo cara apertou a bunda dela, gemeu rouco e gozou fundo, jato após jato enchendo o cuzinho até transbordar; quando retirou, a porra quente escorreu pelo períneo e se misturou com a da buceta. Trocaram de novo, sempre dois paus dentro dela, um na boca, mãos nos peitos, na garganta, no cabelo.

Tatiane gozou mais três vezes assim, gritando rouca, corpo suado, olhos vidrados de tesão puro.

Quando o quinto finalmente gozou na boca dela, ela engoliu tudo, abriu a boca pra câmera mostrar a língua melada e sorriu.

Os cinco recuaram ofegantes, paus moles, satisfeitos. Aí eu larguei a câmera, me aproximei e deitei ela de costas, pernas abertas.

— Agora é minha vez de limpar minha rainha — falei.

Comecei lambendo a buceta melada, cheia de porra de cinco caras diferentes, gosto forte, quente, grosso. Chupei cada gota, enfiei a língua fundo pra tirar tudo. Depois virei ela de bruços, abri a bunda e lambi o cu arrombado, limpando cada filete de porra que escorria.

Tatiane gemia baixinho, ainda tremendo.

— Isso, amor… limpa tua esposa direitinho… eu adorei ser deles… agora me fode com tua língua — sussurrava, rebolando na minha cara.

Quando terminei de limpar, meti o pau na buceta dela, já toda aberta e escorregadia de porra alheia. Duas bombadas e gozei fundo, marcando território de novo.

Na saída, os caras aplaudiram. Tatiane, ainda nua, pernas tremendo, me beijou na boca com gosto de porra.

— Próxima festa eu quero sete — sussurrou no meu ouvido.

Eu só sorri, desliguei a câmera e guardei o cartão de memória. O vídeo ficaria só pra nós dois… pelo menos até decidirmos repetir.