Encontro Proibido no Trem: Sexo Rápido e Intenso com Desconhecida Gostosa

Meu nome é Lucas, tenho 32 anos, sou engenheiro civil, alto, corpo malhado de academia e um cacete grosso que sempre chama atenção quando a coisa esquenta. Estava voltando de uma obra no interior numa sexta-feira à noite, o trem lotado pra caralho, gente espremida em pé no corredor porque todos os assentos tinham sumido. Eu fiquei encostado na parede perto da porta que liga os vagões, o balanço constante fazendo todo mundo se roçar sem querer, ou nem tão sem querer assim.

Foi quando a vi. Uma morena de uns 28 anos, cabelo preto liso até a cintura, vestido justo preto que marcando uma bunda redonda empinada e seios médios durinhos que balançavam levemente a cada solavanco do trem. Ela estava de pé bem na minha frente, segurando no corrimão acima da cabeça, o braço levantado deixando a axila depilada à mostra e um perfume doce invadindo meu nariz. Nossos corpos se encostaram pela primeira vez quando o trem freou de leve e ela veio pra trás, a bunda dela batendo direto na minha virilha já meio dura só de olhar.

Senti o calor daquele rabo perfeito contra meu pau e não recuei. Pelo contrário, deixei crescer. Ela percebeu na hora, porque deu um leve sorriso de canto de boca e, em vez de se afastar, rebolou devagarinho fingindo se ajeitar. Meu cacete já estava latejando dentro da calça jeans, pulsando contra o tecido do vestido dela.

— Tá apertado aqui, né? — ela sussurrou virando o rosto de lado, os lábios carnudos quase encostando na minha orelha.

— Muito. Mas tem coisas que apertado fica ainda melhor — respondi baixo, deslizando a mão discretamente pela coxa dela por baixo do vestido.

Ela soltou um suspiro quente e abriu um pouco mais as pernas. Meus dedos subiram devagar, sentindo a pele macia, até alcançar a calcinha de renda. Já estava encharcada. Empurrei o tecido pro lado e enfiei o dedo médio direto na bucetinha quente e molhada. Ela mordeu o lábio inferior e empinou mais a bunda contra mim.

— Você é louco… — ela falou com voz rouca de tesão, mas não tirou minha mão, pelo contrário, rebolou devagar no meu dedo.

Enfiei o segundo dedo e comecei a bombar devagar, sentindo as paredes da buceta dela se contraindo em volta de mim. O barulho do trem abafava os gemidos baixinhos que ela soltava.

Em menos de dois minutos ela já estava tremendo, a bucetinha babando no meu dedo. Tirei a mão rápido, levei à boca e chupei o gosto dela olhando nos olhos.

— Quero te comer agora — falei no ouvido dela.

— Banheiro… agora — ela respondeu, os olhos brilhando de malícia.

Saímos nos esgueirando pelo corredor lotado, eu atrás dela cobrindo a ereção monstruosa com a mochila. O banheiro do vagão estava vazio, trancamos a porta minúscula e ela já me empurrou contra a pia, abrindo meu zíper com pressa.

— Meu Deus, que cacete grosso… — ela murmurou admirando meu pau latejando na mão dela, já babando líquido na cabeça.

Ela se ajoelhou no chão sujo sem ligar, abriu a boca e mamou gostoso o pau inteiro, engolindo até o saco, a garganta apertando minha cabeça enquanto a língua rodava embaixo. Eu segurei aquele cabelo preto e meti na boca dela com força, fodendo a garganta até ela engasgar e os olhos lacrimejarem de tesão.

Levantei ela rápido, virei de costas, levantei o vestido e arranquei a calcinha pro lado. A bucetinha dela estava inchada, vermelha, escorrendo mel. Enfiei tudo de uma vez, até o saco batendo na bunda dela. Ela soltou um gemido abafado contra o próprio braço pra não chamar atenção.

— Isso… me fode forte… — ela sussurrou rebolando contra mim.

Segurei firme na cintura e meti tudo sem dó, o barulho dos corpos batendo misturado com o trem balançando deixava tudo mais safado. Cada estocada fazia os peitinhos dela balançarem e a bucetinha apertar meu pau como se quisesse ordenhar. Ela gozou rápido, tremendo inteira, a buceta pulsando e esguichando no meu saco.

Não aguentei. Puxei pra fora na hora H e gozei grosso na bunda dela, jatos quentes escorrendo pela coxa enquanto ela olhava por cima do ombro com carinha de vadia satisfeita.

— Você é perigoso… — ela riu baixinho, limpando com papel higiênico.

— Ainda tem muitas paradas até o fim da linha — respondi, dando um tapa leve naquela bunda.

E tinha mesmo. Em todas as paradas seguintes, quando o trem desacelerava e o pessoal descia ou subia, a gente se olhava de longe e um sorrisinho malicioso aparecia. Duas estações depois ela veio até mim de novo, me puxou pelo braço e entramos no mesmo banheiro. Dessa vez ela sentou na pia, abriu as pernas e eu chupei aquela bucetinha até ela gozar na minha boca, depois meti de frente olhando nos olhos até encher ela de gala mais uma vez.

Na parada final, quando o trem já estava quase vazio, fizemos pela última vez, ela de quatro no chão frio, eu socando até o saco batendo alto, ela gemendo baixinho pedindo mais. Gozei dentro dessa vez, sentindo cada pulsada enchendo a bucetinha dela até transbordar pelas coxas.

Quando as portas se abriram na estação central, ela ajeitou o vestido, me deu um beijo rápido na boca e saiu andando rebolando sem olhar pra trás. Nunca soube o nome dela. Só sei que aquele trem nunca mais foi o mesmo pra mim.

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