A Ninfeta e os Velhos Amigos

A Ninfeta e os Velhos Amigos

Allan nunca pensou que, aos quarenta e sete anos, o casamento com Ana fosse trazer uma tentação tão intensa para dentro de casa. Ana era uma mulher atraente, quarenta e cinco anos, corpo bem cuidado, mas nada se comparava à filha que ela trouxera do casamento anterior. Nicole tinha dezenove anos, loira de cabelos lisos que desciam até a cintura, olhos verdes que pareciam sempre guardar um segredo, pele clara, seios pequenos e firmes, cintura fina e coxas grossas que terminavam numa bunda redonda e empinada. Desde o primeiro dia ela começara a provocação. Na frente da mãe era a enteada educada e carinhosa; sozinhos, virava outra, uma ninfeta gulosa e atrevida. Passava por ele de short curto, sentava no sofá com as pernas entreabertas de propósito, roçava o corpo ao pegar algo na geladeira. Allan desviava o olhar, mas à noite, quando transava com Ana, era o rosto e o corpo de Nicole que vinham à mente. Ele metia com mais força, gozava mais fundo, imaginando que era dentro da enteada.

Bernardo era seu amigo mais antigo, quarenta e oito anos, corpo ainda atlético de quem corre todo fim de semana, cabelo curto grisalho, divorciado há cinco anos. Os dois conversavam sobre tudo, sem filtros. Combinaram um sábado de almoço na casa nova para Bernardo finalmente conhecer Ana e Nicole.

O dia estava quente. Ana preparou uma feijoada caprichada. Nicole ajudava na cozinha vestindo um vestido leve branco que marcava os bicos dos seios e subia nas coxas quando ela se inclinava. Bernardo chegou pontual, abraçou Allan, cumprimentou Ana com gentileza e, quando Nicole apareceu, ficou alguns segundos em silêncio antes de sorrir e apertar a mão dela.

Durante o almoço o papo foi leve, trabalho, viagens, política. Quando as mulheres se afastaram para pegar a sobremesa, Bernardo falou baixo.

— Sua enteada é muito bonita, Allan. Impressionante.

Allan apenas assentiu, mas o elogio já mexia com ele.

A tarde seguiu na sala. Ana anunciou que precisava dar uma saída rápida até o shopping.

— Volto em duas horas no máximo, amor. Nicole, vem comigo?

— Não, mãe. Prefiro ficar aqui descansando.

Ana beijou os três e saiu. Assim que a porta se fechou, Allan se levantou, passou a mão na nuca.

— Esse calor está insuportável. Vou tomar um banho rápido e colocar uma bermuda mais leve. Já volto.

Ele foi até o quarto do casal, tomou um banho de uns cinco minutos, deixou a água fria escorrer pelo corpo, vestiu uma bermuda fina de algodão sem nada por baixo e respirou fundo antes de voltar. Quando chegou ao corredor, ouviu a voz baixa de Bernardo e um risinho abafado de Nicole. Parou antes de entrar na sala. Algo no tom o fez hesitar. Em vez de aparecer, encostou-se discretamente na parede ao lado da entrada, de onde conseguia ver o sofá inteiro pelo reflexo de um espelho decorativo na parede oposta. Não queria interromper. Queria ver.

Bernardo já estava sentado bem perto dela, a mão repousando na coxa de Nicole.

— Você é ainda mais bonita de perto — disse ele, voz baixa.

Nicole sorriu, abriu ligeiramente as pernas.

— Vocês dois são amigos de verdade mesmo, né? Tipo… amigos que não guardam segredo um do outro?

— Claro. Conhecemos tudo da vida um do outro.

— Já brigaram feio por alguma coisa? Por mulher, talvez?

Bernardo riu baixo.

— Nunca. Sempre dividimos tudo quando precisou.

Nicole mordeu o lábio, os olhos brilhando.

— Vocês são tão amigos assim mesmo… será que o Allan se importaria?

Bernardo ergueu uma sobrancelha, a mão ainda descansando na coxa dela, os dedos desenhando círculos lentos na pele macia.

— Importaria com o quê, exatamente?

Nicole inclinou a cabeça, o sorriso malicioso se alargando.

— Você sabe… se eu deixasse você me tocar. Se eu te chupasse aqui no sofá. Se eu abrisse as pernas pra você me comer enquanto ele ainda está no banho.

Ela fez uma pausa curta, a voz baixando num sussurro quente.

— Ou será que ele ia gostar de saber que a enteada dele senta na rola do melhor amigo?

Bernardo soltou o ar devagar, os olhos escurecendo de desejo. Sem dizer palavra, deslizou a mão mais para cima, ergueu o vestido até a cintura e afastou a calcinha branca de lado. Dois dedos entraram direto na bucetinha já ensopada, fazendo Nicole arquear as costas e soltar um gemido rouco. Ela abriu o zíper dele com pressa, tirou o pau para fora, pau de homem maduro, cabeçudo, veias grossas saltadas, já babando na ponta.

— Que pau duro… que pau grosso… — murmurou ela, envolvendo a base com os dedos finos e masturbando devagar, sentindo cada pulsação quente na palma da mão.

Bernardo tirou os dedos dela encharcados, levou à boca e chupou o gosto dela antes de empurrá-la de costas no sofá. Arrancou a calcinha de uma vez, abriu aquelas coxas grossas até quase doer e enterrou a cara entre elas. A língua grossa lambia de baixo para cima, chupava o clitóris inchado, enfiava fundo na entrada que piscava de tesão. Nicole agarrava o cabelo grisalho dele, rebolava contra a boca, o mel escorrendo pelo queixo dele.

— Chupa mais forte… engole minha bucetinha inteira, tio Bernardo… ahh, assim, me faz gozar na tua boca…

Ela gozou rápido, o corpo tremendo inteiro, as coxas apertando a cabeça dele enquanto o líquido quente escorria. Bernardo não esperou esfriar. Levantou-se, segurou as pernas dela dobradas contra o peito e encaixou a cabeça latejante na entrada vermelha e inchada. Empurrou devagar no começo, sentindo cada centímetro abrir caminho, depois socou até o talo com um grunhido animal. Nicole gritou de prazer, as unhas cravando nos antebraços dele.

— Me arromba… fode fundo, me rasga com essa rola grossa… isso, me usa como tua putinha!

Ele metia com força, as bolas pesadas batendo molhadas contra o cuzinho dela, o sofá rangendo alto. Cada estocada fazia os peitinhos pequenos balançarem, os bicos duros roçando no tecido do vestido levantado. O cheiro de sexo tomava a sala inteira, suor, porra pré-gozo, bucetinha melada. Bernardo segurava as coxas abertas com brutalidade, os músculos do braço tensionados, metendo tão fundo que o útero dela sentia a cabeçona bater.

— Vou te encher, Nicole… vou te deixar escorrendo o dia todo…

— Goza dentro, tio… me enche de porra quente, marca essa bucetinha como tua!

Ele gozou rugindo, jatos grossos e quentes enchendo ela até transbordar, escorrendo pelo rego, pingando no sofá. Ficou dentro ainda pulsando enquanto ela apertava a rola com a bucetinha, ordenhando cada gota.

Quando Bernardo saiu, o pau mole ainda gotejava. Nicole ficou de pernas escancaradas, a buceta vermelha aberta, porra grossa escorrendo em filetes brancos pelas coxas. Olhou direto para o corredor.

— Pode vir agora, papi. Eu sei que você estava vendo tudo.

Allan saiu da sombra, o pau marcando forte na bermuda fina, quase rasgando o tecido. Bernardo sorriu, ajeitando-se na poltrona, o pau ainda meio duro brilhando.

— Sua enteada é insaciável, amigo.

Nicole se ajoelhou no tapete, abaixou a bermuda de Allan com urgência e pegou o pau dele com as duas mãos, a pele quente, veias saltadas, a cabeça roxa de tanto tesão contido.

— Agora é a sua vez, papi. Deixa sua filhinha te aliviar.

Ela masturbava devagar no começo, subindo e descendo com as duas mãos, apertando firme na base, soltando na cabeça, olhando direto nos olhos dele enquanto lambia a ponta, provando o pré-gozo salgado.

— Eu sempre soube que você queria me comer. Toda vez que eu roçava em você na cozinha, sentia você duro… agora goza pra mim, goza bastante, papi… goza na cara da tua putinha.

Allan segurou a cabeça dela pelos cabelos loiros, meteu na boca algumas vezes até encostar na garganta e depois deixou ela punhetar com vontade. Em menos de um minuto gemeu rouco e gozou forte, jatos grossos e brancos no rosto, nos peitinhos, dentro da boca aberta. Nicole engoliu o que pôde, o resto escorreu pelo queixo misturado com a porra de Bernardo.

Depois daquela tarde tudo mudou. Quando Ana saía, Nicole entrava no quarto do casal de camisolinha curta, deitava ao lado dele na cama e abria as pernas.

— Quer comer a bucetinha da sua filhinha antes de dormir, papi?

Outras vezes, no sofá, com a mãe na cozinha, ela sentava no colo dele e enfiava a mão dentro da bermuda, punhetando devagar enquanto fingia ver televisão. De madrugada, entrava de fininho no quarto, esfregava o cuzinho no pau duro dele por baixo do lençol, sussurrando.

— Goza nas minhas coxas, papi… goza quietinho pra mamãe não acordar.

Allan já não resistia. Gozava forte todas as vezes, enchendo aquelas coxas macias de porra quente, enquanto Bernardo recebia fotos e vídeos que Nicole mandava para os dois sem o menor pudor.

A casa agora guardava um segredo denso, carnal, que os três alimentavam em silêncio. E Nicole adorava ser o centro daquele desejo proibido entre dois homens maduros que, finalmente, tinham parado de fingir que conseguiam viver sem ela.

A Recompensa da Derivada com Sexo

A Recompensa da Derivada com Sexo

O campus da universidade particular no interior de São Paulo era um oásis de palmeiras e prédios modernos, mas a sala do professor Eduardo, no final do corredor do terceiro andar, era um mundo à parte. Aos quarenta e oito anos, ele era alto, grisalho nas têmporas, com corpo atlético de quem corria maratonas nos fins de semana e uma voz grave que prendia a atenção das alunas.

As amigas inseparáveis Bianca e Sofia destacavam-se na turma. Bianca, vinte anos, loira platinada de cabelos lisos até a cintura, olhos azuis e corpo esculpido pelo vôlei, seios firmes, cintura fina e bunda empinada que marcava a saia do uniforme. Sofia, mesma idade, morena de pele oliva, cachos pretos até os ombros, olhos castanhos e curvas generosas, seios fartos, quadris largos e pernas grossas. Elas dividiam apartamento perto do campus e, nos últimos meses, trocavam olhares famintos para o professor durante as aulas, sussurrando fantasias.

Notas baixas em um trabalho em dupla as levaram a marcar uma revisão particular numa sexta-feira à tarde, final do expediente, quando o prédio estava quase vazio. O e-mail delas era explicativo, detalhando dificuldades com derivadas e integrais.

A sala tinha luz natural filtrada pelas persianas e uma lâmpada de mesa. Eduardo, de camisa social arregaçada nos antebraços, explicava equações no quadro branco enquanto as duas tomavam notas.

Entre uma dúvida e outra, perguntas pessoais surgiam com intervalos, enquanto ele prosseguia com as explicações.
— Professor, você é casado? — perguntou Bianca, inclinando-se para frente após um silêncio de alguns minutos.
— Não — respondeu ele, sem desviar os olhos do quadro.
Elas se olharam em cumplicidade. Eduardo voltou ao conteúdo, desenhando uma integral no quadro e explicando por mais tempo.
Mais adiante, após outra explicação prolongada, Sofia insistiu.
— E gosta de sair à noite? — perguntou ela, com tom casual.
— Às vezes, mas prefiro ficar em casa — disse Eduardo, virando-se para elas.
Ele percebeu a intenção, mas continuou a aula, explicando uma derivada parcial com detalhes.
— Curte cinema? — insistiu Bianca, com um sorriso, depois de outro intervalo de concentração no quadro.
— Sim, filmes antigos principalmente. Por quê?
Outro olhar cúmplice entre as amigas. Eduardo entendeu de vez, mas prosseguiu com a lição, o ar ficando elétrico.

Quando terminou a explicação, ele limpou o marcador e perguntou se havia mais alguma dúvida.
— Não — responderam em uníssono, com sorrisos contidos.
— Então aula encerrada — disse Eduardo, recolhendo os materiais.
— Obrigada, professor — agradeceram elas, levantando-se devagar.

Bianca trocou outro olhar com Sofia.
— Você nos ajudou tanto. Achamos que merece uma recompensa — disse Sofia, fechando o caderno e se aproximando.

Elas avançaram. Bianca sentou na beira da mesa, puxando Eduardo pela gravata para um beijo intenso, língua invadindo a boca dele. Sofia desabotoou a camisa dele, beijando o pescoço. Eduardo hesitou um segundo, mas aceitou, mãos subindo pelas coxas delas.

— Aqui, meninas? — murmurou, o pau endurecendo na calça. Ele não se fez de inocente, pois já tinha comido muitas alunas em situações parecidas, sempre em reforços que terminavam na mesa ou no chão da sala.

— Sim, professor — sussurrou Bianca, abrindo o zíper e tirando o pau grosso e veiado para fora.

Elas tiraram as blusas, sutiãs caíram. De joelhos no carpete, Bianca chupou a cabeça vermelha, lambendo o pré-gozo salgado. Sofia lambeu as bolas pesadas, língua subindo pelo comprimento. Saliva escorria, gemidos abafados, sucção ritmada. Eduardo agarrava os cabelos, loiro liso e cachos pretos, fodendo as bocas alternadamente até engasgarem.

— Boas alunas. Na mesa.

Ele deitou Bianca de costas, pernas abertas. Tirou a calcinha dela devagar, guardando-a no bolso. Pegou camisinha na gaveta. Bianca a desenrolou no pau latejando com a boca, língua rodando na glande antes de engolir até a base. Enfiou de uma vez na buceta depilada e rosada, já melada, socando forte enquanto beijava Sofia com fome, língua entrelaçada, mão apertando os seios fartos da morena e pinçando o mamilo duro.

— Fode a loirinha enquanto me beija — gemia Sofia, esfregando a buceta na coxa dele.

A mesa rangia. Bolas batiam na bunda de Bianca, que arqueava gemendo.

— Tá fundo. Me usa.

Revezou, tirou a camisinha usada, colocou nova. Sofia de quatro na mesa, bunda morena empinada. Enfiou na buceta carnuda e quente, esticando as paredes enquanto chupava os seios de Bianca, lambendo e mordiscando os mamilos rosados. Sofia rebolava, quadris quicando.

— Fode a morena. Chupa a loira.

Bianca deitou por baixo, língua no clitóris de Sofia enquanto Eduardo socava, pau saindo e entrando com estalos molhados, camisinha brilhando de umidade.

— Que bucetas apertadas. As duas minhas.

No chão, tapete macio. Bianca cavalgou o pau com camisinha nova, rebolando, seios balançando. Eduardo chupava a buceta de Sofia no rosto, língua fundo. Trocaram, Sofia no pau, bunda grande quicando. Bianca chupando as bolas.

Intensidade máxima, as duas lambiam o pau juntas, línguas na glande. Ele as pôs de quatro lado a lado, fodendo alternadamente, loira com socadas rápidas, morena mais fundo. Camisinhas trocadas a cada vez.

— Gozando — grunhiu, na loira por trás. Tirou a camisinha e gozou jatos quentes na bunda empinada de Bianca, porra escorrendo pelas nádegas e pingando no tapete.

Exaustos, caíram ofegantes, corpos suados entrelaçados.

Minutos depois, limparam-se com lenços da mochila e vestiram as roupas amarrotadas. Eduardo ajeitou a gravata.

— Nota dez para as duas — disse ele com um sorriso. — Reforço aprovado.

Bianca e Sofia sorriram, beijando-o.

— Toda sexta à tarde, professor?

O segredo unia os três. A turma nunca soube por que as notas delas subiram tanto.