Fodi a Ex-Melhor Amiga da Minha Mãe no Banco Traseiro: A Vingança que Minha Mãe Nunca Vai Saber
Meu nome é Gustavo, 29 anos, trabalho com TI, corpo malhado de quem corre e levanta peso todo dia, e um cacete grosso que já fez muita mulher perder a linha. Eu estava na festa de aniversário de um primo quando a vi atravessar o salão como se o tempo não tivesse passado: Carla, 46 anos hoje, a antiga melhor amiga da minha mãe, a mesma que foi escorraçada de casa quando eu tinha 17 anos depois que minha mãe leu as mensagens no celular dela. Mensagens em que Carla contava, com detalhes, como tinha adorado ser fodida pelo meu pai no sofá da sala enquanto minha mãe estava no trabalho.
Carla estava mais gostosa do que nunca. Cabelo castanho ondulado, pele bronzeada, vestido preto colado marcando os peitos grandes naturais e a bunda redonda que eu já tinha babado escondido na adolescência. Divorciada, solteira, e com um olhar que dizia “agora eu faço o que eu quiser”. Quando ela me viu, abriu um sorriso lento e veio rebolando direto pra mim.
— Olha só o menininho que virou homem… — Carla chegou perto, perfume caro me deixando tonto — Ainda magoado comigo por causa da sua mãe?
— Magoadíssimo. Principalmente porque eu queria ter sido eu a te comer naquele sofá — respondi baixo, sem tirar os olhos da boca dela.
— Então vem comigo que hoje você tira o atraso — ela sussurrou, apertando de leve meu pau já duro por cima da calça — Quero ver se você fode tão bem quanto seu pai.
Nem dez minutos depois estávamos no estacionamento escuro, dentro do SUV dela, portas trancadas, banco traseiro rebatido. Ela subiu no meu colo de frente, vestido levantado até a cintura, calcinha preta de renda já ensopada escorrendo mel.
— Me diz que você bateu punheta pensando em mim depois que sua mãe me expulsou — Carla falou mordendo meu pescoço, esfregando a buceta molhada no meu volume.
— Bati tanto que até doía — respondi abrindo o zíper e tirando o cacete latejando pra fora.
Ela desceu, se ajoelhou entre os bancos e mamou gostoso o pau inteiro, engolindo até o saco, língua rodando na cabeça enquanto olhava pra cima com cara de quem sabe exatamente o que faz um homem implorar. Segurei aquele cabelo e fodi a boca dela com força, sentindo a garganta apertar, baba escorrendo pelo queixo abaixo.
— Sobe aqui, sua vadia — mandei puxando ela pra cima.
Carla tirou a calcinha de lado e desceu devagar, a bucetinha quente, apertada e encharcada engolindo meu pau centímetro por centímetro até sentar até o saco. Ela soltou um gemido rouco e começou a cavalgar com vontade, quadril rebolando como se tivesse esperado anos por isso.
— Sua mãe me chamou de puta por ter dado pro seu pai… agora eu tô dando pro filho dele, olha que delícia de vingança — ela sussurrou maliciosa, acelerando o ritmo, peitos pulando na minha cara.
Segurei firme naquela bunda perfeita e comecei a socar de baixo pra cima, metendo tudo com força, o carro inteiro balançando, vidros embaçados, cheiro de sexo tomando conta. Cada estocada fazia ela gemer mais alto, bucetinha apertando meu pau como se quisesse sugar tudo.
— Isso, me fode gostoso… mostra que aprendeu direitinho com o papai — Carla provocou, cravando as unhas nas minhas costas.
Ela gozou primeiro, tremendo inteira, bucetinha pulsando loucamente, esguichando quente no meu saco enquanto mordia meu ombro pra não gritar. Eu não aguentei mais. Segurei ela pela cintura, meti até o fundo e gozei grosso dentro dela, jatos quentes enchendo aquela buceta que meu pai já tinha enchido anos atrás, até transbordar e escorrer pelas coxas.
— Agora a gente tá quites — falei ainda latejando dentro dela.
— Quites nada, meu bem — Carla respondeu beijando minha boca com calma, rebolando devagar pra sentir cada gota — Isso aqui vai acontecer de novo… e de novo… até eu cansar. E eu não canso fácil.
Desde aquela noite, Carla e minha mãe nunca mais se falaram. Estão brigadas até hoje, zero contato, zero indireta, como se uma tivesse morrido pra outra.
Mas comigo é diferente.
De vez em quando cai a mensagem curta no meu celular:
“Tô em casa, sozinha. Vem.”
Eu vou.
Pego o carro e atravesso a cidade inteira até o bairro distante onde ela mora, aquele canto mais afastado, casas grandes, ruas tranquilas, ninguém da família por perto. Paro na frente do portão branco, ela abre pelo interfone, eu entro, estaciono na garagem e ela já me espera na porta de casa de robe soltinho ou só de calcinha e camiseta, sorrindo daquele jeito malicioso.
— Achei que dessa vez você ia deixar a titia na vontade — ela brinca, já me puxando pra dentro e fechando a porta com o pé.
Nem chegamos na sala direito.
Às vezes é ali mesmo no corredor: ela encosta na parede, levanta uma perna, eu abro a calça e meto tudo de uma vez, até o saco batendo alto. Outras vezes é no sofá, ela de bruços, camisola levantada, calcinha jogada no chão, bucetinha inchada e molhada brilhando, rebolando devagar enquanto eu chego por trás.
— Enfia logo, Gustavo… tô morrendo de saudade desse pau grosso — ela sussurra com voz doce e safada, empinando mais.
Eu meto até o saco, soco forte, agarro aquela bunda redonda e fodo sem pressa nem medo de vizinho. A casa é grande, o bairro é longe, ninguém nunca vai saber. Ela geme alto, rebola contra mim, fala baixinho que essa é a melhor vingança que poderia ter.
Ela goza tremendo inteira, bucetinha apertando loucamente, esguichando quente nas minhas coxas. Eu gozo logo depois, enchendo ela até transbordar, gala grossa escorrendo pelas pernas enquanto ela continua rebolando pra sentir cada jato.
Depois a gente deita no sofá, ela com a cabeça no meu peito, rindo baixinho:
— Sua mãe me expulsou da vida dela… mal sabe que o filho atravessa a cidade inteira pra vir aqui me comer quando eu aperto o botão.
E é exatamente assim.
Elas seguem brigadas pra sempre.
Mas quando a mensagem chega, eu pego o carro, atravesso os bairros todos e vou direto pro bairro distante onde a Carla mora.
Lá a porta está sempre aberta pra mim, a bucetinha sempre molhada, e eu sempre encho ela até o talo.
Essa vingança não tem fim. E eu não quero que tenha.