Comi a Noiva do Meu Melhor Amigo na Despedida de Solteira
Meu nome é Rafael, 34 anos, personal trainer, 1,90 m de altura, corpo trincado e um cacete grosso que nunca passa despercebido quando a calça aperta. Era madrugada de sábado e eu estava na despedida de solteira da Mariana, minha amiga desde a faculdade. Como eu era o padrinho do casamento, fui ajudar na organização, mas desde o começo da noite meus olhos não desgrudavam da noiva do meu melhor amigo, a Tatiane.
Meu amigo Diogo, sempre foi avisado que a Tatiane traía ele, mas ele nunca quis acreditar. Deixamos de lado, o tempo passa e eles continuam com o relacionamento.
Tatiane tinha 27 anos, loira platinada, corpo esculpido na academia, peitos siliconados durinhos aparecendo no decote do vestido branco curtíssimo, bunda redonda empinada que rebolava a cada passo de salto. Ela dançava, ria alto, mas toda mundo babando, mas toda vez que nossos olhares se cruzavam ela passava a língua devagar nos lábios e descia os olhos pro volume da minha calça como quem diz “quero isso pra mim”.
A festa estava no auge, som alto, open bar, as amigas bêbadas dançando em cima das mesas. Eu estava encostado no balcão tomando uma dose quando ela surgiu do meu lado, corpo colado no meu, perfume doce invadindo tudo.
— Tá me olhando a noite inteira, padrinho… gostou do que viu? — Tatiane falou baixinho, roçando o braço no meu de propósito.
— Gostei tanto que já tô duro há horas — respondi no ouvido dela, sem tirar os olhos daquela boca vermelha.
— Então vem comigo antes que eu mude de ideia — ela sussurrou com aquele sorriso malicioso, pegando minha mão e me puxando pro corredor dos banheiros.
Entramos no banheiro de deficiente, maiorzinho, trancamos a porta e ela já me empurrou contra a parede. O beijo veio faminto, línguas se enroscando, mãos desesperadas. Ela abriu meu cinto com pressa enquanto eu levantava o vestido até a cintura. A calcinha branca de renda estava ensopada. Puxei pro lado e enfiei dois dedos direto naquela bucetinha quente, escorregadia, sentindo ela gemer na minha boca.
— Meu Deus, como você tá molhada — falei rouco, bombeando os dedos devagar.
— Passei a noite imaginando esse pau me rasgando — Tatiane respondeu com voz doce e safada, tirando meu cacete pra fora e arregalando os olhos — Caralho, Rafael… que grossura é essa?
Ela se ajoelhou sem nem pensar, olhou pra cima com carinha de anjo pervertido e mamou gostoso o pau inteiro, engolindo até o saco, garganta apertando a cabeça enquanto babava toda. Segurei aquele cabelo loiro e fodi a boca dela com força, vendo o batom vermelho borrar, os olhos lacrimejando de tesão.
Levantei ela de uma vez, virei de costas, abaixei a calcinha até os tornozelos e meti tudo de uma estocada só. A bucetinha dela engoliu meu cacete inteiro, quente, apertada, pulsando loucamente. Ela mordeu o próprio braço pra abafar o gemido quando comecei a socar forte, o barulho dos corpos batendo ecoando no banheiro pequeno.
— Isso… me fode como se eu fosse só sua hoje — ela sussurrou rebolando contra mim, empinando ainda mais aquela bunda perfeita.
Segurei firme na cintura e meti até o saco bater alto, sentindo cada centímetro daquela bucetinha casada apertar meu pau como se nunca quisesse soltar. Ela gozou rápido, pernas tremendo, bucetinha se contraindo em volta de mim, mel escorrendo pelas coxas dela e pingando no chão.
Não aguentei mais. Puxei pra fora na hora H e gozei grosso na bunda empinada, escorrendo pelas nádegas enquanto ela olhava por cima do ombro com cara de vadia satisfeita.
— Você é louco… amanhã eu caso com ele — Tatiane riu baixinho, mas o olhar dizia que não estava arrependida nem um pouco.
— E amanhã à noite eu te como de novo, depois do “sim” — respondi, dando um tapa leve naquela bunda ainda melada da minha gala.
Ela ajeitou o vestido, passou batom novo no espelho como se nada tivesse acontecido e saiu primeiro. Voltei pro salão dois minutos depois. Ninguém percebeu nada. Ela dançou o resto da noite, bebeu, riu, mas toda vez ou outra cruzava comigo e mandava um olhar que prometia mais pecado.
No dia seguinte, na igreja, quando ela disse “aceito” pro meu melhor amigo, nossos olhos se encontraram por um segundo. Eu sabia que aquela bucetinha ainda estava inchada de mim. E à noite, na festa do casamento, num quartinho escuro nos fundos do salão, ela cumpriu a promessa: me chupou até o saco enquanto os convidados dançavam lá fora, depois sentou no meu pau e cavalgou até gozar abafando os gemidos no meu pescoço. Enchi ela de porra bem antes do brinde dos noivos.
Tatiane virou minha amante secreta. Sempre que o corno do meu amigo viaja a trabalho, ela aparece na minha casa de lingerie por baixo do casaco, ajoelha e pede pra eu foder ela como se ainda fosse noiva. E eu fodo. Com força. Como se o amanhã não existisse.