O Cuzinho Virgem da Madrasta

O Cuzinho Virgem da Madrasta

Meu pai tinha casado com Paola havia menos de um ano. Ela era loira, vinte e cinco anos, corpo de academia, pernas longas e uma bunda redonda que parecia desafiar a gravidade. Quando ele viajava, o que acontecia quase toda semana, a casa ficava silenciosa demais, e o silêncio sempre acabava nos levando para o mesmo lugar: a cama enorme do casal.

Naquela noite de sexta, eu estava no quarto jogando videogame quando ouvi batidas leves na porta. Paola entrou vestindo só uma camiseta velha do meu pai, comprida o suficiente pra cobrir a calcinha, mas curta o bastante pra deixar as coxas inteiras à mostra. O cabelo loiro caía solto, os olhos verdes brilhavam com aquela malícia que eu já conhecia bem.

— Não consegue dormir também? — perguntou Paola sentando na beirada da cama, cruzando as pernas de um jeito que a camiseta subiu mais um pouco.

— Não muito — respondi, a voz já ficando grossa só de olhar pra ela.

Ela se deitou de lado, apoiando a cabeça na mão, o corpo desenhando curvas perfeitas sob o lençol.

— Seu pai só retorna amanhã cedo, mas hoje a casa é só nossa — murmurou Paola traçando círculos lentos no lençol com a ponta do dedo. — Sabe o que eu fico pensando quando ele viaja?

— O quê? — perguntei sentindo o pau endurecer dentro da cueca.

— Que tem certas coisas que a gente nunca experimentou juntos — respondeu Paola mordendo o lábio de leve, os olhos descendo até a barraca que eu fazia no short. — Coisas que eu sempre tive curiosidade… mas seu pai é tão certinho, nunca nem pediu.

Eu engoli em seco.

— Tipo o quê?

Ela se aproximou devagar, o rosto a centímetros do meu.

— Eu sempre quis saber como é… lá atrás — sussurrou Paola com voz doce e carregada de safadeza. — Dar o cuzinho. Nunca deixei ninguém. Mas quando penso em você, fico imaginando como seria sentir você me abrindo inteirinha, bem devagarinho.

Meu pau deu um salto tão forte que quase doeu.

— Eu… eu nunca fiz também — confessei, o coração batendo louco.

Paola sorriu, aquele sorriso lento e perigoso.

— Então a gente aprende junto — falou Paola deslizando a mão por cima da minha coxa, subindo até apertar o volume duro. — Eu confio em você pra me abrir com calma… e eu prometo que vou ser bem boazinha.

Ela se levantou, tirou a camiseta devagar e ficou só de calcinha branca fio-dental. Virou de costas, abaixou a calcinha até os joelhos e empinou aquela bunda perfeita na minha direção. Os glúteos abertos mostravam o cuzinho rosado, pequeno, completamente virgem, piscando quase com timidez.

— Pode vir, amor — chamou Paola olhando por cima do ombro, a voz tremendo de tesão. — Me lambe primeiro, deixa bem molhadinho pra eu aguentar você todinho.

Eu me ajoelhei atrás dela. A pele era macia, cheirava a creme e tesão. Aproximei o rosto, cheirei fundo aquele aroma doce e proibido, depois lambi devagar, da buceta até o cuzinho. Ela gemeu alto, empinando mais, as mãos abrindo as nádegas pra mim.

— Isso… lambe meu cuzinho, prepara pra você — pediu Paola com a voz abafada no travesseiro.

A língua entrava e saía, eu sentia o anel se contraindo, ficando mais macio. Enfiei um dedo devagar, ela arfou, mas empurrou pra trás pedindo mais. Coloquei o segundo dedo, abri devagar, sentindo o calor apertado me sugar.

— Tá pronto pra mim? — perguntei com a voz rouca, o pau latejando tanto que pingava.

— Vem… mete no meu cuzinho — respondeu Paola ofegante, os olhos vidrados de tesão.

Segurei a base do pau, encostei a cabeça no buraquinho apertado e empurrei devagar. Ela soltou um gemido longo, meio dor, meio prazer, enquanto o anel se abria devagarinho ao redor da cabeça. Centímetro por centímetro, fui entrando, sentindo o calor absurdo, a pressão insana daquele canal virgem me apertando como nunca.

— Caralho, que cuzinho apertado — gemi quando meti tudo, o saco encostando na buceta molhada dela.

— Me fode… devagar no começo — pediu Paola mordendo o lençol, o corpo tremendo.

Comecei a bombar devagar, saindo até a cabeça e voltando até o saco, sentindo cada centímetro daquele túnel quente me espremer. Ela gemia baixinho, empurrando pra trás, acostumando com o pau inteiro dentro do cu.

— Mais rápido agora… eu aguento — sussurrou Paola vir

virando o rosto, lágrimas de prazer nos olhos.

Acelerei. O som da bunda batendo na minha barriga enchia o quarto, o cuzinho dela já estava mais folgado, aceitando tudo com facilidade. Segurei firme nos quadris e meti com força, sentindo o pau entrar até o talo a cada estocada.

— Isso… me arromba, amor — gemeu Paola levando a mão na buceta, se masturbando enquanto eu socava no cu. — Goza dentro, quero sentir você me enchendo o cuzinho inteiro.

O tesão de saber que estávamos na cama, que ele podia ligar a qualquer momento, que alguém podia bater na porta, me levou ao limite. Gozei forte, jatos grossos e quentes inundando o cuzinho dela, escorrendo quando eu tirei o pau e o buraquinho ficou aberto, vermelho, babando porra.

— Olha o que você fez comigo — brincou Paola abrindo a bunda com as mãos, mostrando o cu arrombado e cheio de leitinho.

Desde aquela noite, virou vício. Toda vez que meu pai saía, Paola me chamava pro quarto dele, empinava aquela bunda perfeita e pedia pra eu comer o cuzinho até gozar dentro. Às vezes de quatro, às vezes de ladinho com uma perna erguida, às vezes sentada no meu colo rebolando devagar enquanto eu metia fundo no cu e sentia ela se apertar toda.

— Se seu pai descobrir que você tá me comendo o cu na cama dele, a gente tá fodido — sussurrava Paola entre gemidos, os olhos brilhando de malícia.

— Então é melhor a gente gozar bem quietinho — respondia eu socando até o saco, enchendo o cuzinho de novo.

E assim foi. Cada creampie anal era mais intenso, mais perigoso, mais gostoso. O medo de ser pego só aumentava o tesão. O cuzinho virgem da minha madrasta tinha virado meu lugar favorito no mundo, e agora não era mais, eu não conseguia parar de encher de porra todas as noites que meu pai passava longe de casa.

Comi a Bucetinha Proibida da Madrasta

A Bucetinha Proibida da Madrasta

Meu pai passava semanas fora, fechando contratos no exterior, e sobrava eu e Alice, minha madrasta, a loira de vinte e cinco anos que ele trouxera para casa como troféu. Pele loira quase transparente, olhos azul-gelo, seios pesados que balançavam livres sob camisetas largas e uma bunda desenhada para ser agarrada. Eu tinha dezenove e tentava fingir que não reparava, mas era impossível.

Naquela manhã de quinta-feira entrei no banheiro ainda meio dormindo. O chuveiro já estava ligado e o vapor enchia tudo. Tirei a cueca, deixei cair no chão e entrei debaixo da água quente. Foi quando a porta rangeu. Alice apareceu enrolada numa toalha minúscula, o cabelo loiro molhado colado nas costas.

— Oops, achei que estava vazio — murmurou Alice com um sorriso que dizia exatamente o contrário e deixou a toalha deslizar devagar até os pés.

O corpo dela brilhava com gotas d’água, os mamilos rosados já duros, a barriguinha lisa descendo até aquele triângulo loiro bem aparado. Meu pau levantou na hora, pesado e latejando. Tentei virar de lado, cobrindo com as mãos, o coração disparado.

— Alice… isso não pode, você é a mulher do meu pai — falei com a voz rouca, o corpo inteiro tenso de vontade e medo.

Ela entrou no boxe sem pressa, fechou a porta de vidro atrás de si e ficou a poucos centímetros, o vapor nos envolvendo como uma cortina.

— Shhh… seu pai está a milhares de quilômetros daqui — sussurrou Alice aproximando-se devagar, os seios quase tocando meu peito. — E você está tão duro só de me olhar… não precisa mentir pra mim, amor.

— Se ele descobrir… — tentei argumentar, mas a voz saiu fraca, os olhos grudados nos mamilos durinhos dela.

— Ele nunca vai saber — respondeu Alice erguendo a mão devagar, sem tocar ainda, deixando os dedos pairarem a milímetros da minha pele. — Só nós dois aqui dentro, só essa água quente caindo… ninguém mais existe agora.

Deu mais um passo, o cheiro doce do sabonete dela invadindo minhas narinas.

— Olha pra mim — pediu Alice com voz baixa e doce, os olhos azuis me prendendo. — Você passa o dia inteiro me olhando escondido, eu sei. Quando eu passo de shortinho, quando eu me inclino na cozinha… eu sinto seu olhar queimando minha bunda. Quer parar de fingir que não quer?

— Quero… quer dizer, não deveria querer — gaguejei, o pau latejando tão forte que doía.

Ela sorriu, aquele sorriso perigoso que fazia meu estômago revirar.

— Eu também não deveria — confessou Alice mordendo o lábio inferior, a voz quase um sussurro. — Mas toda vez que você passa por mim eu fico molhada imaginando esse pau duro que você esconde debaixo da toalha. Só de pensar em você metendo em mim enquanto seu pai dorme no mesmo quarto que eu… me dá um arrepio tão gostoso.

A mão dela finalmente desceu, os dedos roçando de leve a parte interna da minha coxa, subindo devagar, sem pressa.

— Me deixa te mostrar como é bom fazer coisas erradas, vai — pediu Alice com os olhos brilhando de malícia pura. — Só uma vez… e se você não gostar, a gente finge que nunca aconteceu. Mas eu sei que você vai adorar sentir minha bucetinha apertando você até tirar o ar.

A última resistência ruiu. Ela viu nos meus olhos e sorriu vitoriosa.

— Relaxa, amor, não mordo… a não ser que você peça — sussurrou Alice encostando os seios no meu peito enquanto a mão descia devagar até envolver meu pau com dedos firmes e quentes.

O toque dela era elétrico. Ela masturbava devagar, o polegar roçando a cabeça melada de pré-gozo, enquanto a outra mão guiava a minha até a buceta lisa e quente. Senti os lábios inchados, o calor escorrendo pelos meus dedos.

— Molhadinha só de te ver pelado — confessou Alice mordendo meu pescoço, a voz rouca de tesão.

Não aguentei mais. Beijei aquela boca carnuda, a língua dela dançando com a minha enquanto a água caía sobre nós. Ela virou de costas, empinou a bunda redonda e guiou meu pau até a entrada.

— Entra devagar, deixa eu sentir cada centímetro — pediu Alice olhando por cima do ombro, os olhos brilhando de malícia.

Empurrei. A buceta dela era apertada, quente, engolindo tudo até o saco encostar na pele molhada. Ela soltou um gemido longo, empurrou para trás e me engoliu inteiro. Comecei a meter, o som molhado ecoava no azulejo, as nádegas dela batiam contra minha barriga. Segurei firme nos quadris e acelerei, sentindo cada contração da buceta apertando meu pau.

— Isso, me fode gostoso como seu pai nunca faz — gemeu Alice jogando a cabeça para trás, o cabelo loiro grudando nas costas.

Gozei forte, jatos grossos enchendo ela por dentro, escorrendo pelas coxas quando ela se virou e me beijou com gosto de pecado.

Naquela mesma tarde ela me arrastou para o quarto deles. A cama king-size ainda cheirava ao perfume caro do meu pai, mas Alice não parecia se importar. Tirou a roupa devagar, deitou de costas e abriu as pernas com calma, exibindo a bucetinha vermelha e inchada, babando de tesão.

— Vem aprender de verdade — chamou Alice abrindo os lábios com os dedos, mostrando o buraquinho piscando.

Subi na cama, pau já duro de novo. Ela me guiou para entrar de lado, uma perna dela erguida no meu ombro, a outra enroscada na minha cintura. A posição abria ela inteira, eu sentia o pau roçando fundo, batendo no colo do útero a cada estocada lenta e funda.

— Sente como eu fico mais apertada assim? — perguntou Alice apertando os músculos internos, sugando meu pau como se quisesse prender para sempre. — Me fode mais forte… quero sentir você batendo lá no fundo, amor.

— Caralho, Alice… você é tão gostosa — gemi metendo mais rápido, a mão apertando a coxa dela.

— Isso, fala assim… me chama de safada — pediu ela com a voz tremendo de tesão, os olhos vidrados. — Me usa como sua putinha particular enquanto seu pai paga as contas.

Depois me virou de bruços, subiu em cima e cavalgou rebolando devagar, os seios balançando na minha cara. Chupei aqueles mamilos duros enquanto ela descia até o saco, a buceta fazendo barulho de tão molhada.

— Goza dentro de novo, eu adoro sentir escorrendo o dia todo — sussurrou Alice acelerando, os quadris girando em círculos perfeitos. — Quero você me enchendo até eu não aguentar mais… me marca por dentro, vai.

— Vou te deixar escorrendo o dia inteiro — rosnei agarrando a bunda dela, metendo pra cima com força.

— Isso… me enche, me faz de depósito da tua porra — gemeu Alice jogando a cabeça para trás, o cabelo loiro voando enquanto a buceta apertava com força.

Obedeci. Gozei tanto que senti o pau pulsar por segundos, enchendo ela até transbordar. Ela ficou ali em cima, contraindo a buceta, espremendo até a última gota.

Daí em diante virou rotina. Toda manhã, antes mesmo do sol nascer direito, Alice entrava no meu quarto nua, o corpo cheirando a sexo da noite anterior. Subia na cama, montava no meu pau ainda meio dormindo e acordava metendo devagar, gemendo baixinho no meu ouvido.

— Bom dia, meu putinho favorito — brincava Alice enquanto descia até o saco, os olhos brilhando de safadeza.

Experimentávamos tudo na cama do meu pai. Ela de quatro com o travesseiro na boca para abafar os gritos enquanto eu metia por trás, a bunda vermelha das palmadas. Ela de pernas para o ar, tornozelos na minha nuca, a buceta escancarada recebendo cada estocada até o saco bater forte. Ela sentada no meu colo de costas, rebolando enquanto eu segurava os seios e metia para cima, sentindo o pau entrar inteiro a cada movimento.

— Me usa o dia todo se quiser, eu deixo — prometia Alice beijando minha boca, a língua dançando preguiçosa.

O risco me enlouquecia. Ela nunca tomava nada, nunca pedia camisinha. Cada creampie era uma roleta russa deliciosa. Eu gozava fundo, sentia os jatos batendo dentro dela e ficava olhando o sêmen grosso escorrer devagar da bucetinha inchada, pingando nos lençóis do meu pai.

Uma manhã, depois de meter com ela de conchinha, a perna dela erguida e meu pau entrando e saindo bem devagar, perguntei ofegante.

— E se eu te engravidar, Alice?

Ela virou o rosto, sorriu com malícia pura e apertou a buceta ao redor do meu pau ainda enterrado.

— Aí a gente vai ter um segredinho bem grande dentro da minha barriga, não acha delicioso? — respondeu Alice lambendo os lábios, os olhos fixos nos meus enquanto eu sentia outro gozo subindo só de imaginar.

Desde então cada metida era mais intensa. Eu acordava já duro só de pensar no risco, no cheiro dela, no calor daquela bucetinha que parecia feita para me espremer até a última gota. Meu pai voltaria dali a dias, mas até lá a cama dele era nossa, os lençóis manchados de porra, o quarto fedendo a sexo e o corpo perfeito da minha madrasta virando meu vício mais perigoso e mais gostoso.