A Assistente Perversa

O relógio marcava 21h47 quando Larissa entrou sem bater, trancou a porta com um clique seco e jogou a pasta no chão. O vestido cinza colava no corpo como segunda pele, sem sutiã, os bicos rosados marcando o tecido duro feito duas balas. Ela veio direto, os olhos verdes faiscando safadeza pura.

— Doutor Lucas, cansei de fingir que trabalho — disse, a voz baixa e melada. — Quero pau. Agora.

Lucas nem tentou disfarçar. O volume na calça já latejava antes dela terminar a frase.

— Vem cá então, sua putinha — rosnou, abrindo o zíper e tirando o pau duro pra fora, grosso, cabeçudo, a veia saltada pulsando.

Larissa caiu de joelhos no carpete caro, agarrou a base com as duas mãos e meteu tudo na boca até o talo, a garganta abrindo sem engasgo. Babava gostoso, os fios de saliva escorrendo pelo saco enquanto chupava com força, os olhos lacrimejando fixos nos dele.

— Hmm, que pau cheiroso de macho… eu passo o dia inteiro cheirando sua cueca no banheiro, sabia? — confessou entre lambidas longas no saco, enfiando uma bola inteira na boca e sugando.

Lucas agarrou aquele cabelo loiro e fodeu a boca dela sem dó, socando até o nariz bater no baixo ventre, a garganta fazendo barulho molhado.

— Chupa essa piroca inteira, sua vadia de assistente… engole até sentir no estômago — mandou, empurrando mais fundo.

Ela tirou o pau da boca de uma vez, a baba escorrendo pelo queixo, e se levantou tirando o vestido num puxão. Nua. Bucetinha pequena, depilada, já inchada e brilhando de tesão, o grelo duro aparecendo entre os lábios.

— Olha como eu tô encharcada, chefe — disse, abrindo a buceta com dois dedos e mostrando o interior rosa. — Tô pingando no chão só de pensar em levar esse pau até o útero.

Subiu na cadeira dele de frente, segurou o pau e sentou de uma vez, metendo tudo até o saco com um gemido rouco. A bucetinha apertada engoliu inteiro, as paredes agarrando cada centímetro.

— Caralho, que buceta virgem de macho… parece que nunca comeu pau na vida — Lucas gemeu, agarrando aquela bunda pequena e abrindo as nádegas pra ver o cuzinho piscando.

Larissa começou a cavalgar feito louca, subindo até a cabeça e descendo com força, as bolas batendo na bunda dela a cada quicada.

— Me fode, doutor… arromba essa bucetinha de assistente safada… eu quero sentir arder amanhã inteiro — gemia, rebolando o quadril, esfregando o grelo no baixo ventre dele.

Lucas levantou com ela ainda empalada, jogou Larissa de bruços na mesa e meteu de novo por trás, socando tão fundo que a mesa andava no chão. Puxava o cabelo dela com uma mão, com a outra enfiava o polegar no cuzinho apertado.

— Vou comer esse cu também hoje, sua putinha — avisou, cuspindo no buraco e forçando o dedo inteiro.

— Come, chefe… arromba meu cu virgem com esse pau grosso… eu quero sair daqui sem conseguir sentar uma semana — ela respondeu, empinando mais, a voz doce e suja ao mesmo tempo.

Ele tirou o pau da buceta encharcada, a cabeça toda melada de creme, e encostou no cuzinho. Empurrou devagar, sentindo o anel estreito ceder, engolindo centímetro por centímetro até meter até o saco. Larissa gritou de prazer e dor misturados, as unhas arranhando a madeira.

— Isso, doutor… rasga meu cu… me transforma na sua puta de verdade — gemia, rebolando pra trás pra foder mais fundo.

Lucas socava sem piedade, as bolas batendo na buceta pingando, o pau entrando e saindo do cu apertado com barulho obsceno. Ela gozou só com o cu sendo fodido, o corpo tremendo inteiro, esguichando no chão.

— Vou encher esse cu de porra, Larissa… vou te marcar por dentro — avisou, acelerando até o talo.

— Goza, chefe… inunda meu cu de leitinho quente… depois eu quero chupar o pau sujo de cu e porra — pediu, a voz tremendo de tesão.

Lucas explodiu com um urro, o pau pulsando forte dentro do cu, jatos grossos enchendo até transbordar. Quando tirou, a porra escorreu branca e espessa pelo cuzinho arrombado, pingando na buceta aberta embaixo.

Larissa virou de costas na mesa, abriu as pernas em V e enfiou três dedos na buceta enquanto olhava pra ele.

— Olha como tá escorrendo… agora vem gozar na minha cara também, doutor… quero sair daqui com a cara melada de porra pra todo mundo saber que sou sua puta oficial.

Lucas masturbou o pau ainda duro, melado de cu e porra, e gozou de novo, jatos fortes pintando o rosto dela, boca, olhos, cabelo. Larissa abriu a boca, pegou tudo que conseguiu, engolindo gostoso e lambendo os lábios.

— Amanhã eu chego às seis — sussurrou, limpando a porra do rosto com o dedo e chupando. — E trago plug no cu o dia inteiro pra lembrar quem é o dono dessa assistente pervertida.

Lucas deu um tapa forte na cara dela, depois na bunda, deixando a marca da mão.

— Todo dia às seis, sua vadia. E se eu mandar, você mama meu pau embaixo da mesa durante reunião de conselho.

Larissa sorriu, a cara ainda lambuzada de porra, já sabendo que o cargo mais alto da empresa agora era dela… de joelhos, de quatro ou com o cu arrombado, tanto faz.

Relacionados