O Que Acontece Quando a Namorada Dorme

O Que Acontece Quando a Namorada Dorme

Eu namorava a Larissa há sete meses. Ela tinha 19, eu 22, e tudo era perfeito, exceto uma coisa: a irmã mais velha dela, a Bianca, 25 anos, morava na mesma casa. Bianca era o tipo de mulher que entra no ambiente e o ar fica pesado: morena alta, pernas longas, bunda empinada de academia, peitos fartos que nunca usavam sutiã em casa e um olhar que parecia saber exatamente o que você estava pensando.

Num sábado estávamos na casa delas, os pais tinham viajado, Larissa bebeu demais vinho e apagou cedo no quarto. Eu fiquei vendo filme na sala com Bianca até tarde. Quando o filme acabou, subi pro banheiro do andar de cima pra bater uma antes de dormir, porque o pau estava duro desde que ela tinha passado o filme inteiro de shortinho jeans e regata fina, os bicos marcando o tempo todo.

Tranquei a porta, baixei a calça, sentei na tampa do vaso e comecei a punheta pensando nela, justamente nela. Imaginava aquela boca carnuda me chupando, aqueles peitões balançando enquanto cavalgava. Eu estava quase gozando quando ouvi o trinco girar. A porta abriu devagar.

Bianca entrou, de shortinho de dormir e camiseta larga, sem nada por baixo. Me viu de pau na mão, duro, latejando, e não gritou, não brigou. Só fechou a porta atrás dela e trancou de novo.

— Continua — sussurrou, olhos fixos no meu pau. — Eu quero ver você gozar pensando em mim.

Eu congelei. Ela se aproximou devagar, ajoelhou na minha frente no chão frio do banheiro e tirou minha mão com jeitinho.

— Deixa comigo agora — falou, voz baixa e doce, segurando a base do meu pau com firmeza.

A boca dela desceu quente, molhada, engolindo até a garganta de primeira. Chupava devagar, língua rodando na cabeça, subindo e descendo enquanto olhava pra cima, aqueles olhos verdes me matando.

— Isso… goza na minha boca, cunhadinho… eu sei que você quer há meses — gemeu entre um chupão e outro.

Eu não aguentei dez segundos. Gozei forte, jatos grossos de minha gala enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, lambeu a cabeça pra limpar e sorriu.

— Delícia… agora vai dormir do lado da minha irmãzinha… e amanhã a gente continua.

Naquela noite dormi com Larissa agarrada em mim, mas só pensava na boca da irmã.

No dia seguinte, domingo, Larissa resolveu tirar o dia pra dormir depois da ressaca. À tarde ela apagou de novo no sofá da sala. Eu subi pra pegar água e Bianca me seguiu.

— Vem aqui no quarto dos fundos — sussurrou, puxando minha mão.

Entramos no quartinho de hóspedes. Ela trancou a porta, tirou a camiseta, os peitões saltaram livres, bicos duros.

— Tira tudo e deita — mandou, já tirando o shortinho e ficando pelada.

Deitei na cama. Ela montou no meu rosto de costas, a bucetinha depilada e já molhada roçando minha boca.

— Lambe… lambe a bucetinha da sua cunhada enquanto eu chupo você — pediu, se curvando e engolindo meu pau de novo.

Chupei com vontade, língua enfiada fundo, sentindo o gosto doce dela, o cheiro almiscarado me deixando louco. Ela gemia baixinho pra não acordar ninguém, rebolando na minha cara enquanto chupava gostoso, garganta apertando.

— Agora me fode — sussurrou, virando de frente e sentando no meu pau de uma vez até o saco.

A bucetinha dela era quente, apertada, mel escorrendo nas minhas coxas. Ela cavalgava devagar, olhando nos meus olhos.

— Isso… mete na bucetinha da irmã da sua namorada… sente como eu sou mais gostosa — provocava, mordendo o lábio.

Gozei dentro dela, enchendo tudo, e ela gozou junto, apertando tanto que quase doía de prazer.

Depois disso virou rotina. Toda vez que eu ia na casa delas, Larissa dormia cedo ou saía pra algum rolê e Bianca me arrastava pra algum canto.

Numa noite Larissa apagou no quarto dela, porta encostada. Bianca me puxou pro quarto ao lado, deitou de bruços na cama e empinou aquela bunda perfeita.

— Vem por trás… mete tudo enquanto ela dorme do lado — sussurrou, abrindo a bucetinha com os dedos.

Entrei devagar, sentindo cada centímetro ser engolido. Comecei a bombar forte, a cama rangendo pouco, ela mordendo o travesseiro pra não gemer alto.

— Isso… fode a cunhada gostoso… goza dentro de mim de novo — pedia, rebolando contra mim.

Gozei forte, enchendo a buceta dela até escorrer pelas coxas. Ela virou, me beijou na boca e lambeu o resto do meu pau.

Até hoje isso continua. Larissa dorme do meu lado, abraçada, e eu só penso na irmã dela me esperando no corredor, de pernas abertas, sussurrando:

— Vem rápido… antes que ela acorde. Quero você dentro de mim outra vez.

Aulas Particulares de Inglês com a Professora Aluska – Parte 2

A Revisão Final e as Aulas que Nunca Acabam

No dia seguinte eu mal consegui trabalhar. Passei o expediente inteiro com o pau duro só de lembrar da aula anterior. Quando deu sete e meia já estava em casa, mesa limpa, luz baixa, cerveja gelada na geladeira pra depois. Às oito em ponto a campainha tocou.

Aluska entrou como se fosse dona da casa: saia lápis cinza justa, camisa social branca com os dois primeiros botões abertos, óculos de armação fina que ela nunca usava antes e cabelo preso num rabo de cavalo alto. Carregava só uma pastinha fina e um sorriso perigoso.

— Good evening, top student. Hoje é a final review… e eu trouxe prova oral bem difícil — ela falou fechando a porta com o pé e já desabotoando o terceiro botão da camisa.

— Estou pronto pra qualquer prova que você quiser aplicar, professora — respondi, a voz já rouca.

Ela largou a pasta na mesa, se aproximou devagar e parou entre minhas pernas.

— Então vamos direto ao conteúdo avançado. Tira minha roupa toda, mas devagar… e vai falando o nome de cada peça em inglês enquanto tira — mandou, mordendo o canto da boca.

— Blouse… — falei, desabotoando botão por botão, revelando o sutiã de renda preta.

— Skirt… — continuei, abrindo o zíper lateral e deixando a saia cair, mostrando a calcinha minúscula combinando.

— Bra… panties… — completei, tirando tudo até ela ficar só de salto alto e óculos.

Ela me empurrou pra cadeira de novo.

— First exercise: eat your teacher’s pussy until she gives you an A+ — ordenou, subindo na mesa, abrindo as pernas e puxando minha cabeça.

Mergulhei na bucetinha dela já ensopada. Cheiro doce, gosto de tesão puro. Lambi devagar os lábios, chupei o clitóris duro, enfiei a língua fundo enquanto ela gemia baixinho.

— That’s it… use your tongue like you’re writing the perfect essay… deeper… — Aluska sussurrava, segurando meu cabelo e rebolando contra minha boca.

Ela gozou rápido, apertando minha cabeça com as coxas, mel escorrendo pelo meu queixo.

— Very good… now stand up and fuck me on the table, missionary style. I want to see your face when you fill me — mandou, deitando de costas e abrindo bem as pernas.

Posicionei o pau na entrada e meti tudo até o saco de uma vez. Ela arqueou as costas, soltou um gemido longo.

— Harder… say you’re going to fuck your teacher every week from now on — exigiu, cravando as unhas nas minhas costas.

— I’m gonna fuck you every single week, teacher… this pussy is mine now — rosnei, socando forte, a mesa batendo na parede.

Gozei enchendo ela até transbordar, mas ela me virou de costas na cadeira e montou de novo, dessa vez de frente, cavalgando com força.

— Second round… I want another load… and you’ll give it to me speaking only dirty English — falou, rebolando e apertando a buceta como se quisesse me espremer.

Gozei pela segunda vez em menos de dez minutos, gritando que aquela bucetinha era a melhor do mundo.

Quando acabou, ela ficou sentada no meu colo, beijando meu pescoço.

— You passed with distinction… but practice makes perfect. See you next week? — perguntou já sabendo a resposta.

Dias depois fiz o teste na empresa. Aprovado com louvor. Na mesma hora mandei mensagem pra ela.

Eu: “Passei. Contratado. Preciso urgentemente manter o nível de inglês avançado. Pode ser duas vezes por semana agora?”

Ela respondeu em menos de um minuto:

Aluska: “Três vezes por semana. E vamos incluir aulas de conversação avançada no seu quarto, na sua cama, no chuveiro… você vai precisar de muito vocabulário novo, aluno. Começamos amanhã às oito. Traga energia.”

Guardei o celular com o pau já duro dentro da calça social nova do trabalho. A promoção veio com aumento, mas o verdadeiro salário extra eram aquelas aulas particulares que nunca mais iam acabar.

Aulas Particulares de Inglês com a Professora Aluska

Eu tinha 34 anos, uma promoção na empresa na mão e um teste de inglês marcado para dali a três semanas. Meu nível era básico de escola, daqueles que mal pedem um café. Resolvi contratar aulas particulares urgentes. Foi quando encontrei o perfil da Aluska no site de professores: 25 anos, morena, rosto de boneca, corpo de quem malha todo dia e uma nota 5.0 de todos os alunos. Na foto ela usava uma blusinha branca justa e um sorriso que já me deixou duro só de olhar. Marquei para segunda, terça e quinta, às oito da noite, na minha casa mesmo.

Na primeira aula ela chegou pontual, batendo na porta com um vestido preto justo até o meio da coxa, decote discreto mas que marcava os peitos perfeitos, cabelo castanho ondulado solto até a cintura. Carregava uma bolsa cheia de livros e um tablet.

— Good evening, Mr. Thiago. Ready to start? — Aluska falou com aquele sotaque gostoso do interior de São Paulo misturado com inglês perfeito, já entrando e sentando na cadeira ao lado da minha na mesa de jantar que virou sala de aula.

As duas primeiras semanas foram de puro sofrimento. Ela sentava do meu lado, pernas cruzadas, perfume doce invadindo meu nariz, e toda vez que eu errava uma frase ela se inclinava pra corrigir no caderno, o decote abrindo e mostrando a renda do sutiã. Meu pau ficava duro embaixo da mesa o tempo todo. Eu disfarçava, mas ela sabia. Às vezes dava um sorrisinho de canto, como quem diz “eu vejo tudo”.

Na terceira quinta-feira eu já estava louco. Era a penúltima aula antes do teste. Ela chegou com um vestidinho azul-marinho coladíssimo, sem sutiã — os bicos marcando no tecido — e um coque alto que deixava o pescoço à mostra.

— Tonight we’re going to practice something more… practical — Aluska falou baixinho, fechando o livro de repente e se levantando. — Stand up, Thiago.

Levantei sem entender. Ela se aproximou devagar, os olhos escuros brilhando.

— Você aprende melhor quando sente as coisas na pele, não é? Então hoje eu vou te ensinar com o corpo inteiro — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior e desabotoando o primeiro botão do vestido.

— Aluska… — comecei, mas ela colocou o dedo nos meus lábios.

— Shh… repeat after me: I want to fuck my teacher — ela falou devagar, abrindo mais dois botões, os peitos quase saltando livres.

— I… I want to fuck my teacher — repeti, a voz tremendo, o pau já rasgando a calça.

— Very good boy — Aluska sorriu maliciosa, deixando o vestido escorregar pelos ombros e cair no chão. Só de calcinha preta de renda e salto alto.

Ela me puxou pela camisa, me beijou com vontade, língua dançando na minha enquanto desabotoava minha calça.

— Tira tudo. Quero você pelado na minha aula — ordenou, já ajoelhando e puxando minha cueca junto.

Meu pau saltou duro pra caralho, a cabeça vermelha latejando. Ela lambeu os lábios.

— Look at this big cock… tonight you’ll use only English in bed, understood? — Aluska falou, segurando a base e passando a língua devagar da base até a ponta, me fazendo gemer alto.

— Yes, teacher… fuck… — gemi.

Ela chupou gostoso, engolindo até a garganta, os olhos fixos nos meus, depois tirou da boca com um estalo.

— First position: sit on the chair — mandou, empurrando-me pra cadeira.

Eu sentei. Ela montou no meu colo de frente, esfregando a calcinha molhada no meu pau enquanto me beijava.

— Feel how wet I am for you? That’s because you’ve been a very naughty student — sussurrou no meu ouvido, mordendo a orelha.

Puxou a calcinha de lado e desceu devagar, a bucetinha quente e apertada engolindo meu pau centímetro por centímetro até sentar até o saco. Porra, parecia que eu ia derreter ali dentro.

— Now fuck me… slow… say the words — Aluska gemeu, rebolando devagar.

— I’m fucking my teacher’s pussy… so tight… — falei entre dentes, segurando aquela bunda redonda e metendo de baixo pra cima.

Ela cavalgou gostoso, os peitos balançando na minha cara. Chupei os bicos duros, mordi, enquanto ela gemia baixinho.

— Faster… say it faster — ordenou, acelerando o ritmo, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida.

Gozei forte dentro dela, enchendo tudo, mas ela não parou. Continuou rebolando, apertando os músculos da buceta pra me ordenhar até a última gota.

— Good… but class isn’t over — Aluska falou ofegante, levantando e virando de costas. — Second position: bend me over the table.

Ela se debruçou na mesa de estudos, empinando aquela bunda perfeita, olhando por cima do ombro.

— Come here and fuck me from behind… deep — pediu com voz doce e safada.

Fui pra trás dela, segurei os quadris e meti tudo de uma vez. A bucetinha ainda pulsava do meu gozo, escorregadia pra caralho. Comecei a bombar forte, a mesa rangendo, os livros caindo no chão.

— That’s it… pound your teacher’s pussy… make me scream in English — ela gritou, rebolando contra mim.

Meteu tudo até o saco, os ovos batendo no clitóris dela, o barulho de carne contra carne enchendo a sala. Ela gozou forte, as pernas tremendo, gritando “I’m cumming on your big cock!”.

— Third position… lie down on the table — mandou, já me empurrando.

Deitei de costas na mesa. Ela subiu em cima, de costas pra mim, reverse cowgirl, e sentou de novo no meu pau, que já estava duro outra vez.

— Watch my ass bounce while I ride you — Aluska falou, descendo com força, a bunda perfeita subindo e descendo, engolindo meu pau inteiro.

Segurei aquela bunda com as duas mãos, abri as nádegas e vi meu pau entrando e saindo da bucetinha esticada e melada. Ela rebolava em círculos, depois pra frente e pra trás, gemendo alto.

— I want another load… give me all your cum again — pediu, acelerando até parecer que ia quebrar a mesa.

Gozei pela segunda vez, jatos grossos enchendo ela de novo, escorrendo pelas coxas. Ela gozou junto, a bucetinha apertando tanto que quase doía de prazer.

Quando acabou, ela ficou sentada no meu pau ainda pulsando, virou o rosto e sorriu.

— Congratulations… you just passed the oral exam with honors — Aluska brincou, beijando minha boca devagar antes de levantar.

Vestiu o vestido de novo, ajeitou o cabelo, pegou a bolsa.

— Same time tomorrow for the final review? I think you need more… practice — falou com aquele olhar que prometia mais aulas assim.

Nem precisei responder. Meu pau já estava endurecendo de novo só de imaginar. A promoção era importante, mas aquelas aulas particulares viraram a coisa mais importante da minha vida.

A Assistente Perversa

A Assistente Perversa

O relógio marcava 21h47 quando Larissa entrou sem bater, trancou a porta com um clique seco e jogou a pasta no chão. O vestido cinza colava no corpo como segunda pele, sem sutiã, os bicos rosados marcando o tecido duro feito duas balas. Ela veio direto, os olhos verdes faiscando safadeza pura.

— Doutor Lucas, cansei de fingir que trabalho — disse, a voz baixa e melada. — Quero pau. Agora.

Lucas nem tentou disfarçar. O volume na calça já latejava antes dela terminar a frase.

— Vem cá então, sua putinha — rosnou, abrindo o zíper e tirando o pau duro pra fora, grosso, cabeçudo, a veia saltada pulsando.

Larissa caiu de joelhos no carpete caro, agarrou a base com as duas mãos e meteu tudo na boca até o talo, a garganta abrindo sem engasgo. Babava gostoso, os fios de saliva escorrendo pelo saco enquanto chupava com força, os olhos lacrimejando fixos nos dele.

— Hmm, que pau cheiroso de macho… eu passo o dia inteiro cheirando sua cueca no banheiro, sabia? — confessou entre lambidas longas no saco, enfiando uma bola inteira na boca e sugando.

Lucas agarrou aquele cabelo loiro e fodeu a boca dela sem dó, socando até o nariz bater no baixo ventre, a garganta fazendo barulho molhado.

— Chupa essa piroca inteira, sua vadia de assistente… engole até sentir no estômago — mandou, empurrando mais fundo.

Ela tirou o pau da boca de uma vez, a baba escorrendo pelo queixo, e se levantou tirando o vestido num puxão. Nua. Bucetinha pequena, depilada, já inchada e brilhando de tesão, o grelo duro aparecendo entre os lábios.

— Olha como eu tô encharcada, chefe — disse, abrindo a buceta com dois dedos e mostrando o interior rosa. — Tô pingando no chão só de pensar em levar esse pau até o útero.

Subiu na cadeira dele de frente, segurou o pau e sentou de uma vez, metendo tudo até o saco com um gemido rouco. A bucetinha apertada engoliu inteiro, as paredes agarrando cada centímetro.

— Caralho, que buceta virgem de macho… parece que nunca comeu pau na vida — Lucas gemeu, agarrando aquela bunda pequena e abrindo as nádegas pra ver o cuzinho piscando.

Larissa começou a cavalgar feito louca, subindo até a cabeça e descendo com força, as bolas batendo na bunda dela a cada quicada.

— Me fode, doutor… arromba essa bucetinha de assistente safada… eu quero sentir arder amanhã inteiro — gemia, rebolando o quadril, esfregando o grelo no baixo ventre dele.

Lucas levantou com ela ainda empalada, jogou Larissa de bruços na mesa e meteu de novo por trás, socando tão fundo que a mesa andava no chão. Puxava o cabelo dela com uma mão, com a outra enfiava o polegar no cuzinho apertado.

— Vou comer esse cu também hoje, sua putinha — avisou, cuspindo no buraco e forçando o dedo inteiro.

— Come, chefe… arromba meu cu virgem com esse pau grosso… eu quero sair daqui sem conseguir sentar uma semana — ela respondeu, empinando mais, a voz doce e suja ao mesmo tempo.

Ele tirou o pau da buceta encharcada, a cabeça toda melada de creme, e encostou no cuzinho. Empurrou devagar, sentindo o anel estreito ceder, engolindo centímetro por centímetro até meter até o saco. Larissa gritou de prazer e dor misturados, as unhas arranhando a madeira.

— Isso, doutor… rasga meu cu… me transforma na sua puta de verdade — gemia, rebolando pra trás pra foder mais fundo.

Lucas socava sem piedade, as bolas batendo na buceta pingando, o pau entrando e saindo do cu apertado com barulho obsceno. Ela gozou só com o cu sendo fodido, o corpo tremendo inteiro, esguichando no chão.

— Vou encher esse cu de porra, Larissa… vou te marcar por dentro — avisou, acelerando até o talo.

— Goza, chefe… inunda meu cu de leitinho quente… depois eu quero chupar o pau sujo de cu e porra — pediu, a voz tremendo de tesão.

Lucas explodiu com um urro, o pau pulsando forte dentro do cu, jatos grossos enchendo até transbordar. Quando tirou, a porra escorreu branca e espessa pelo cuzinho arrombado, pingando na buceta aberta embaixo.

Larissa virou de costas na mesa, abriu as pernas em V e enfiou três dedos na buceta enquanto olhava pra ele.

— Olha como tá escorrendo… agora vem gozar na minha cara também, doutor… quero sair daqui com a cara melada de porra pra todo mundo saber que sou sua puta oficial.

Lucas masturbou o pau ainda duro, melado de cu e porra, e gozou de novo, jatos fortes pintando o rosto dela, boca, olhos, cabelo. Larissa abriu a boca, pegou tudo que conseguiu, engolindo gostoso e lambendo os lábios.

— Amanhã eu chego às seis — sussurrou, limpando a porra do rosto com o dedo e chupando. — E trago plug no cu o dia inteiro pra lembrar quem é o dono dessa assistente pervertida.

Lucas deu um tapa forte na cara dela, depois na bunda, deixando a marca da mão.

— Todo dia às seis, sua vadia. E se eu mandar, você mama meu pau embaixo da mesa durante reunião de conselho.

Larissa sorriu, a cara ainda lambuzada de porra, já sabendo que o cargo mais alto da empresa agora era dela… de joelhos, de quatro ou com o cu arrombado, tanto faz.

A Rival que Fode para Vencer

A Rival que Fode para Vencer

O salão de convenções do hotel cinco estrelas estava lotado de ternos caros e taças de champanhe. A fusão bilionária entre a Almeida Holdings e a concorrente Vega Corp pendia por um fio, e a decisão final aconteceria naquela noite, na suite presidencial.

Dentro da suíte, o ar cheirava a dinheiro e tensão sexual. Lucas Almeida, o mesmo CEO que já tinha sido chupado e fodido por sua secretária ambiciosa semanas antes, encarava a mulher à sua frente. Isabella Vega, dona da Vega Corp, quarenta anos bem vividos, corpo de academia, cabelo preto liso até a cintura e um vestido vermelho tão justo que parecia pintado na pele. Ela era a rival mais perigosa que ele já enfrentara nos negócios, e também a mais gostosa.

Isabella caminhou devagar até a mesa de vidro, os saltos ecoando, e se inclinou de propósito, deixando o decote mostrar os seios siliconados quase transbordando.

— Então, Lucas… vamos mesmo brigar por cada centavo ou podemos chegar num acordo que agrade os dois lados? — ela falou com voz rouca, lambendo de leve o lábio inferior enquanto olhava direto para a virilha dele.

Lucas sentiu o pau dar um salto dentro da calça. Ele conhecia o jogo dela.

— Você sempre negocia assim, Bella? Abrindo as pernas antes de abrir os livros contábeis? — ele retrucou, dando um gole no uísque.

Isabella riu baixo e contornou a mesa como uma pantera. Parou atrás dele, as unhas vermelhas deslizando pelo pescoço.

— Só com quem vale a pena — ela sussurrou no ouvido dele, a boca roçando a orelha. — E você, doutor Almeida… vale cada gota de esforço.

Ela desceu a mão pelo peito dele, abriu o paletó e foi direto ao cinto. Lucas não impediu. Em segundos o zíper estava aberto e a mão dela segurava o pau já duro, masturbando devagar.

— Caralho, Isabella… — ele grunhiu, largando o copo na mesa.

— Shh… deixa eu te mostrar o que a Vega Corp tem de melhor — ela respondeu, ajoelhando-se no tapete caro.

Abriu a boca e engoliu o pau inteiro de uma vez, até encostar o nariz no abdômen dele. Lucas agarrou aquele cabelo preto e começou a bombar na boca dela, fodendo a garganta com força. Isabella não engasgou nenhuma vez, os olhos lacrimejando, mas sustentando o olhar safado enquanto babava no pau inteiro.

— Puta que pariu, que boca gostosa — ele rosnou, sentindo a língua dela rodando na cabeça cada vez que puxava para trás.

Ela se levantou de repente, limpou a baba do queixo com o dedo e chupou o próprio dedo olhando para ele.

— Quero mais que boca, Lucas. Quero esse pau me rasgando enquanto a gente fecha esse contrato — disse, tirando o vestido num único movimento.

Não usava nada por baixo. O corpo nu era perfeito: cintura fina, bunda empinada de academia, buceta depilada com um piercing prateado no clitóris brilhando sob a luz.

Lucas perdeu o resto da roupa em segundos. Pegou Isabella pela cintura, jogou ela de costas no sofá de couro e abriu aquelas pernas longas.

— Abre essa buceta pra mim, sua vadia corporativa — mandou, a voz grave de tesão.

Isabella obedeceu, abrindo os lábios com os dedos, mostrando o interior rosa e molhado.

— Vem, chefe… mete essa rola grossa até eu esquecer o preço que eu queria — ela provocou, a voz melíflua e cheia de malícia.

Ele caiu de boca primeiro. Chupou aquele clitóris com piercing como se fosse um doce, enfiando três dedos de uma vez na buceta que já piscava de tesão. Isabella rebolava contra a cara dele, gemendo alto, as unhas cravando no couro do sofá.

— Isso, lambe minha bucetinha inteira… ahh, você é bom mesmo — ela gemia, empurrando os quadris pra cima.

Quando ela gozou na boca dele, esguichando forte, Lucas se levantou, o rosto brilhando de tesão e molho.

— Agora vira de quatro, sua safada. Quero ver essa bunda rebolando enquanto eu como você.

Isabella se posicionou rapidinho, empinando a bunda, olhando por cima do ombro com cara de quem já ganhou a negociação.

— Me fode forte, Lucas… me arromba até eu assinar qualquer merda que você quiser — ela disse, rebolando no ar.

Ele segurou o pau e meteu tudo até o saco numa única estocada. Isabella gritou de prazer, a buceta engolindo inteiro, apertando como se tivesse vida própria.

— Porra, que buceta gostosa… aperta pra caralho — Lucas rosnou, começando a socar com força.

Cada metida fazia a bunda dela quicar, o barulho das bolas batendo ecoando na suíte. Ele puxava o cabelo dela, dava tapa forte na nádega, marcando a pele branca com vermelho.

— Me usa, Lucas… me fode como se eu fosse sua puta particular — Isabella gemia, empurrando pra trás para encontrar cada estocada.

Ele virou ela de frente, jogou as pernas dela nos ombros e voltou a meter fundo, olhando nos olhos enquanto bombava.

— Vou encher essa buceta de porra, Isabella. Você vai sair daqui pingando e com meu nome assinado no contrato — avisou, o suor escorrendo pelo peito.

— Goza dentro, amor… enche a rival de porra quente… eu quero sentir escorrendo na calcinha durante o café da manhã amanhã — ela respondeu, contraindo a buceta em volta do pau dele.

Lucas explodiu com um urro animal, jatos grossos e quentes inundando a buceta dela até transbordar. Isabella gozou junto, o corpo tremendo, o piercing no clitóris vibrando enquanto apertava ele até a última gota.

Ficaram ali, ofegantes, o pau ainda dentro, a porra escorrendo pelo sofá caro. Isabella passou o dedo na bagunça entre as pernas, levou à boca e chupou devagar, olhando nos olhos dele.

— Cinquenta e cinco por cento pra você, quarenta e cinco pra mim — ela falou com sorriso de quem acabou de ganhar mesmo perdendo. — Mas eu quero esse pau toda vez que tiver reunião de acionistas.

Lucas riu, dando um tapa final naquela bunda vermelha.

— Fechado, sua safada. E na próxima eu como esse teu cu também, só pra garantir que você nunca mais peça aumento de percentual.

Isabella apenas piscou, já sabendo que a guerra corporativa tinha virado um caso de foda permanente, e que ela, como sempre, sairia por cima… ou de quatro, tanto faz.

A Secretária Ambiciosa deu a buceta ao chefe

A Secretária Ambiciosa

No vigésimo andar do prédio envidraçado da multinacional, o ar condicionado zumbia baixo enquanto a cidade lá embaixo piscava luzes de neon. Era quase meia-noite e a sala de reuniões estava vazia, exceto por dois corpos que ainda resistiam ao cansaço. Lucas Almeida, o CEO de quarenta e poucos anos, afrouxava o nó da gravata com dedos impacientes. Do outro lado da mesa de mogno, Ana Clara ajustava o decote da blusa branca justa, o tecido colando nos seios fartos a cada respiração lenta. Ela era a nova secretária executiva, contratada há menos de um mês, e já dominava o ambiente com um perfume doce que parecia grudar na pele dele.

Lucas ergueu os olhos do relatório e encontrou o olhar dela fixo, malicioso. Ana cruzou as pernas devagar, a saia lápis subindo o suficiente para revelar a renda preta da meia sete-oito.

— Doutor Lucas, o senhor parece tão tenso… deixa eu ajudar a relaxar esses ombros? — Ana murmurou com voz de veludo, levantando-se e contornando a mesa como se deslizasse.

Ele sentiu o pau endurecer só com o balançar dos quadris dela. Ana parou atrás da cadeira dele, as mãos macias pousando nos ombros largos. Os dedos dela apertavam com firmeza, descendo devagar pelo peito, abrindo botão por botão da camisa social.

— Você sabe que isso é perigoso, Ana Clara — Lucas rosnou baixo, mas não se mexeu para impedir.

— Perigoso é deixar o chefe estressado antes de uma apresentação de milhões — ela sussurrou no ouvido dele, a língua roçando de leve o lóbulo. — Eu só quero ajudar… do meu jeito.

Lucas girou a cadeira de repente e puxou Ana para o colo. Ela caiu sentada de frente para ele, as coxas abertas em volta da cintura dele, a saia subindo até a virilha. Sentiu imediatamente o volume duro dentro da calça social dele pressionando contra a calcinha de renda.

— Você é uma vadia ambiciosa, hein? — ele disse rouco, as mãos subindo pelas coxas dela, apertando a carne macia.

— Talvez… mas eu sei exatamente o que quero — Ana respondeu, rebolando devagar no colo dele, sentindo o pau latejar contra a buceta já molhada. — E quero o senhor inteiro agora.

Lucas grunhiu e rasgou os botões da blusa dela com um puxão. Os seios grandes saltaram livres, presos apenas pelo sutiã de renda preta. Ele enterrou o rosto entre eles, chupando um mamilo duro por cima do tecido enquanto a outra mão descia para dentro da calcinha. Os dedos encontraram a buceta lisa, quente e encharcada.

— Caralho, como você tá molhada — ele rosnou, enfiando dois dedos de uma vez até o fundo.

Ana arqueou as costas, gemendo baixinho, as unhas cravando nos ombros dele.

— É porque eu passo o dia inteiro pensando no senhor me comendo em cima dessa mesa — ela confessou, a voz doce e safada ao mesmo tempo.

Lucas levantou com ela ainda agarrada na cintura e jogou Ana de costas sobre a mesa de reuniões. Papéis voaram para o chão. Ele puxou a saia dela até a cintura, arrancou a calcinha com um rasgo rápido e abriu as pernas dela sem cerimônia. A bucetinha depilada brilhava de tão molhada, os lábios inchados implorando por pau.

— Olha pra essa buceta gostosa… toda aberta pra mim — ele disse, ajoelhando-se entre as coxas dela.

A língua dele atacou sem aviso, lambendo de baixo para cima, chupando o clitóris com força enquanto dois dedos voltavam a bombar dentro dela. Ana agarrou os cabelos dele, rebolando contra a boca.

— Isso, doutor… chupa minha bucetinha inteira… ahh, assim mesmo — ela gemia, a voz tremendo de tesão.

Lucas chupava como um faminto, a barba por fazer arranhando a parte interna das coxas, o gosto doce dela enchendo a boca. Ana gozou rápido, o corpo convulsionando, esguichando um pouco na língua dele.

— Porra, você goza fácil, hein? — ele riu rouco, levantando-se e abrindo o zíper da calça.

O pau saltou livre, grosso, cabeçudo, a veia pulsando de tesão. Ana lambeu os lábios olhando para aquilo.

— Me dá esse pau, chefe… quero sentir ele rasgando minha buceta — ela pediu, abrindo mais as pernas, os olhos brilhando de malícia.

Lucas segurou o pau pela base e esfregou a cabeça na entrada molhada dela, provocando. Ana rebolava tentando engolir, mas ele segurava firme.

— Pede direito, sua putinha — ele mandou, a voz grave.

— Por favor, doutor Lucas… mete essa piroca grossa na minha bucetinha até o saco… me fode forte — Ana implorou, a voz doce carregada de safadeza.

Ele não aguentou mais. Empurrou tudo de uma vez, sentindo a buceta apertada engolir cada centímetro até as bolas baterem na bunda dela. Ana gritou de prazer, as unhas arranhando a mesa.

— Caralho, que buceta gostosa… aperta pra caralho — Lucas rosnou, começando a bombar com força.

Cada estocada fazia os seios dela balançarem, a mesa ranger, os corpos suados batendo com força. Ele segurava as coxas dela abertas ao máximo, metendo até o talo, sentindo as paredes da buceta massagearem o pau inteiro. Ana gemia alto, os olhos revirando.

— Mais forte, chefe… me arromba toda… eu sou sua agora — ela dizia entre gemidos, a voz melíflua e safada.

Lucas virou ela de bruços na mesa, empinando aquela bunda redonda. Entrou de novo por trás, uma mão puxando os cabelos, a outra descendo para esfregar o clitóris inchado. As bolas batiam na buceta a cada metida, o barulho molhado enchendo a sala.

— Vou gozar dentro dessa buceta, sua vadia — ele avisou, acelerando o ritmo.

— Goza, doutor… enche minha bucetinha de porra quente… eu quero sentir escorrendo — Ana respondeu, empurrando a bunda para trás, ajudando a foder mais fundo.

Lucas explodiu com um urro, o pau pulsando dentro dela, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar. Ana gozou junto, o corpo tremendo inteiro, apertando ele até a última gota.

Eles ficaram ali, ofegantes, o pau ainda dentro dela, a porra escorrendo pelas coxas. Ana virou o rosto, um sorriso malicioso nos lábios vermelhos.

— Agora sim, doutor… acho que mereço aquela promoção, não acha? — ela sussurrou, contraindo a buceta em volta do pau mole só para provocar mais uma vez.

Lucas riu baixo, dando um tapa forte na bunda dela.

— Você merece o cargo que quiser, sua safada. Mas isso aqui vai se repetir… toda noite que eu mandar.

Ana apenas sorriu, sabendo que já tinha o chefe na palma da mão… e o pau dentro da buceta sempre que quisesse.

Comi a Bucetinha Proibida da Madrasta

A Bucetinha Proibida da Madrasta

Meu pai passava semanas fora, fechando contratos no exterior, e sobrava eu e Alice, minha madrasta, a loira de vinte e cinco anos que ele trouxera para casa como troféu. Pele loira quase transparente, olhos azul-gelo, seios pesados que balançavam livres sob camisetas largas e uma bunda desenhada para ser agarrada. Eu tinha dezenove e tentava fingir que não reparava, mas era impossível.

Naquela manhã de quinta-feira entrei no banheiro ainda meio dormindo. O chuveiro já estava ligado e o vapor enchia tudo. Tirei a cueca, deixei cair no chão e entrei debaixo da água quente. Foi quando a porta rangeu. Alice apareceu enrolada numa toalha minúscula, o cabelo loiro molhado colado nas costas.

— Oops, achei que estava vazio — murmurou Alice com um sorriso que dizia exatamente o contrário e deixou a toalha deslizar devagar até os pés.

O corpo dela brilhava com gotas d’água, os mamilos rosados já duros, a barriguinha lisa descendo até aquele triângulo loiro bem aparado. Meu pau levantou na hora, pesado e latejando. Tentei virar de lado, cobrindo com as mãos, o coração disparado.

— Alice… isso não pode, você é a mulher do meu pai — falei com a voz rouca, o corpo inteiro tenso de vontade e medo.

Ela entrou no boxe sem pressa, fechou a porta de vidro atrás de si e ficou a poucos centímetros, o vapor nos envolvendo como uma cortina.

— Shhh… seu pai está a milhares de quilômetros daqui — sussurrou Alice aproximando-se devagar, os seios quase tocando meu peito. — E você está tão duro só de me olhar… não precisa mentir pra mim, amor.

— Se ele descobrir… — tentei argumentar, mas a voz saiu fraca, os olhos grudados nos mamilos durinhos dela.

— Ele nunca vai saber — respondeu Alice erguendo a mão devagar, sem tocar ainda, deixando os dedos pairarem a milímetros da minha pele. — Só nós dois aqui dentro, só essa água quente caindo… ninguém mais existe agora.

Deu mais um passo, o cheiro doce do sabonete dela invadindo minhas narinas.

— Olha pra mim — pediu Alice com voz baixa e doce, os olhos azuis me prendendo. — Você passa o dia inteiro me olhando escondido, eu sei. Quando eu passo de shortinho, quando eu me inclino na cozinha… eu sinto seu olhar queimando minha bunda. Quer parar de fingir que não quer?

— Quero… quer dizer, não deveria querer — gaguejei, o pau latejando tão forte que doía.

Ela sorriu, aquele sorriso perigoso que fazia meu estômago revirar.

— Eu também não deveria — confessou Alice mordendo o lábio inferior, a voz quase um sussurro. — Mas toda vez que você passa por mim eu fico molhada imaginando esse pau duro que você esconde debaixo da toalha. Só de pensar em você metendo em mim enquanto seu pai dorme no mesmo quarto que eu… me dá um arrepio tão gostoso.

A mão dela finalmente desceu, os dedos roçando de leve a parte interna da minha coxa, subindo devagar, sem pressa.

— Me deixa te mostrar como é bom fazer coisas erradas, vai — pediu Alice com os olhos brilhando de malícia pura. — Só uma vez… e se você não gostar, a gente finge que nunca aconteceu. Mas eu sei que você vai adorar sentir minha bucetinha apertando você até tirar o ar.

A última resistência ruiu. Ela viu nos meus olhos e sorriu vitoriosa.

— Relaxa, amor, não mordo… a não ser que você peça — sussurrou Alice encostando os seios no meu peito enquanto a mão descia devagar até envolver meu pau com dedos firmes e quentes.

O toque dela era elétrico. Ela masturbava devagar, o polegar roçando a cabeça melada de pré-gozo, enquanto a outra mão guiava a minha até a buceta lisa e quente. Senti os lábios inchados, o calor escorrendo pelos meus dedos.

— Molhadinha só de te ver pelado — confessou Alice mordendo meu pescoço, a voz rouca de tesão.

Não aguentei mais. Beijei aquela boca carnuda, a língua dela dançando com a minha enquanto a água caía sobre nós. Ela virou de costas, empinou a bunda redonda e guiou meu pau até a entrada.

— Entra devagar, deixa eu sentir cada centímetro — pediu Alice olhando por cima do ombro, os olhos brilhando de malícia.

Empurrei. A buceta dela era apertada, quente, engolindo tudo até o saco encostar na pele molhada. Ela soltou um gemido longo, empurrou para trás e me engoliu inteiro. Comecei a meter, o som molhado ecoava no azulejo, as nádegas dela batiam contra minha barriga. Segurei firme nos quadris e acelerei, sentindo cada contração da buceta apertando meu pau.

— Isso, me fode gostoso como seu pai nunca faz — gemeu Alice jogando a cabeça para trás, o cabelo loiro grudando nas costas.

Gozei forte, jatos grossos enchendo ela por dentro, escorrendo pelas coxas quando ela se virou e me beijou com gosto de pecado.

Naquela mesma tarde ela me arrastou para o quarto deles. A cama king-size ainda cheirava ao perfume caro do meu pai, mas Alice não parecia se importar. Tirou a roupa devagar, deitou de costas e abriu as pernas com calma, exibindo a bucetinha vermelha e inchada, babando de tesão.

— Vem aprender de verdade — chamou Alice abrindo os lábios com os dedos, mostrando o buraquinho piscando.

Subi na cama, pau já duro de novo. Ela me guiou para entrar de lado, uma perna dela erguida no meu ombro, a outra enroscada na minha cintura. A posição abria ela inteira, eu sentia o pau roçando fundo, batendo no colo do útero a cada estocada lenta e funda.

— Sente como eu fico mais apertada assim? — perguntou Alice apertando os músculos internos, sugando meu pau como se quisesse prender para sempre. — Me fode mais forte… quero sentir você batendo lá no fundo, amor.

— Caralho, Alice… você é tão gostosa — gemi metendo mais rápido, a mão apertando a coxa dela.

— Isso, fala assim… me chama de safada — pediu ela com a voz tremendo de tesão, os olhos vidrados. — Me usa como sua putinha particular enquanto seu pai paga as contas.

Depois me virou de bruços, subiu em cima e cavalgou rebolando devagar, os seios balançando na minha cara. Chupei aqueles mamilos duros enquanto ela descia até o saco, a buceta fazendo barulho de tão molhada.

— Goza dentro de novo, eu adoro sentir escorrendo o dia todo — sussurrou Alice acelerando, os quadris girando em círculos perfeitos. — Quero você me enchendo até eu não aguentar mais… me marca por dentro, vai.

— Vou te deixar escorrendo o dia inteiro — rosnei agarrando a bunda dela, metendo pra cima com força.

— Isso… me enche, me faz de depósito da tua porra — gemeu Alice jogando a cabeça para trás, o cabelo loiro voando enquanto a buceta apertava com força.

Obedeci. Gozei tanto que senti o pau pulsar por segundos, enchendo ela até transbordar. Ela ficou ali em cima, contraindo a buceta, espremendo até a última gota.

Daí em diante virou rotina. Toda manhã, antes mesmo do sol nascer direito, Alice entrava no meu quarto nua, o corpo cheirando a sexo da noite anterior. Subia na cama, montava no meu pau ainda meio dormindo e acordava metendo devagar, gemendo baixinho no meu ouvido.

— Bom dia, meu putinho favorito — brincava Alice enquanto descia até o saco, os olhos brilhando de safadeza.

Experimentávamos tudo na cama do meu pai. Ela de quatro com o travesseiro na boca para abafar os gritos enquanto eu metia por trás, a bunda vermelha das palmadas. Ela de pernas para o ar, tornozelos na minha nuca, a buceta escancarada recebendo cada estocada até o saco bater forte. Ela sentada no meu colo de costas, rebolando enquanto eu segurava os seios e metia para cima, sentindo o pau entrar inteiro a cada movimento.

— Me usa o dia todo se quiser, eu deixo — prometia Alice beijando minha boca, a língua dançando preguiçosa.

O risco me enlouquecia. Ela nunca tomava nada, nunca pedia camisinha. Cada creampie era uma roleta russa deliciosa. Eu gozava fundo, sentia os jatos batendo dentro dela e ficava olhando o sêmen grosso escorrer devagar da bucetinha inchada, pingando nos lençóis do meu pai.

Uma manhã, depois de meter com ela de conchinha, a perna dela erguida e meu pau entrando e saindo bem devagar, perguntei ofegante.

— E se eu te engravidar, Alice?

Ela virou o rosto, sorriu com malícia pura e apertou a buceta ao redor do meu pau ainda enterrado.

— Aí a gente vai ter um segredinho bem grande dentro da minha barriga, não acha delicioso? — respondeu Alice lambendo os lábios, os olhos fixos nos meus enquanto eu sentia outro gozo subindo só de imaginar.

Desde então cada metida era mais intensa. Eu acordava já duro só de pensar no risco, no cheiro dela, no calor daquela bucetinha que parecia feita para me espremer até a última gota. Meu pai voltaria dali a dias, mas até lá a cama dele era nossa, os lençóis manchados de porra, o quarto fedendo a sexo e o corpo perfeito da minha madrasta virando meu vício mais perigoso e mais gostoso.