A Noite em que Tatiane Virou Rainha
Minha esposa Tatiane sempre foi o tipo de mulher que faz qualquer homem virar o pescoço. 32 anos, corpo de academia, 1,70 m, pele morena clara, cintura fina, bunda redonda e empinada, peitos naturais 38 que não precisam de sutiã. Depois de anos brincando de fantasias na cama, decidimos passar do papo para a prática. Marcamos numa casa de um casal amigo que topou ceder o espaço: festa privada, cinco homens escolhidos a dedo (todos testados, discretos e com pau acima da média) e eu só filmando.
Entramos na sala, som baixo, colchões no chão. Tatiane estava usando só um robe de cetim preto curtinho e salto alto. Quando o robe caiu, os cinco ficaram mudos. Ela estava completamente depilada, bucetinha rosada já brilhando, bunda perfeita, peitos com os bicos durinhos de tesão.
Eu liguei a câmera no tripé e sentei no canto, pau duro só de olhar.
— Pode começar, amor. Hoje você é deles — falei, voz rouca.
Tatiane sorriu maliciosa, caminhou até o centro e ajoelhou.
— Quem quer ser o primeiro a me usar? — perguntou, lambendo os lábios devagar.
Dois caras avançaram ao mesmo tempo. Um loiro alto segurou a cabeça dela e enfiou o pau grosso na boca, metendo até a garganta. O outro, moreno tatuado, ficou atrás, abriu a bunda dela e começou a lamber a bucetinha e o cuzinho, deixando os dois buracos molhados de saliva.
— Isso… chupa gostoso, sua putinha casada — o loiro grunhia, fodendo a boca dela.
Em menos de dois minutos já eram quatro mãos nela. Um terceiro cara deitou embaixo e enfiou a língua na buceta enquanto o quarto já posicionava o pau na entrada do cu. Tatiane gemia abafado, olhos revirando.
O primeiro pau entrou na bucetinha, metendo tudo até o saco. Logo em seguida o outro pau forçou o cuzinho apertado. Ela soltou um gemido longo, corpo tremendo, sendo preenchida nos dois buracos ao mesmo tempo. Os dois começaram a bombar em ritmo alternado: quando um entrava fundo, o outro saía, depois trocavam. Os ovos batiam na bunda dela, o barulho molhado da buceta e do cu enchendo a sala.
— Olha como ela ama ser arrombada — falei pra câmera, zoom na cara de prazer dela.
Um quinto cara ficou na frente, enfiando o pau na boca dela enquanto os outros dois metiam nos buracos de baixo. Tatiane estava completamente cheia: buceta, cuzinho e boca ocupados. Os peitos balançavam a cada estocada, os bicos sendo puxados e torcidos.
Ela gozou pela primeira vez assim, corpo convulsionando, esguichando quente em volta do pau que metia na buceta, gemendo alto com o pau na garganta.
Trocaram de posição. Deitaram ela de costas no colchão, pernas abertas no alto. Um cara meteu na buceta de missionário, outro no cu por baixo, formando um sanduíche perfeito. O terceiro ficou sentado na cara dela, esfregando os ovos na boca enquanto ela lambia. Os outros dois batiam punheta esperando a vez.
— Goza dentro dela, vai… enche a bucetinha dessa esposa safada — eu mandava, filmando de perto.
O cara da buceta não aguentou: inchou dentro dela, pulsou forte e despejou jatos grossos, quentes, que eu senti escorrendo pelos lados do pau enquanto ele ainda metia devagar. Quando saiu, a porra branca e espessa escorreu em filetes pela virilha dela. Logo outro entrou no lugar, metendo no melado, o pau fazendo barulho dentro da porra do amigo.
No cu foi igual: o segundo cara apertou a bunda dela, gemeu rouco e gozou fundo, jato após jato enchendo o cuzinho até transbordar; quando retirou, a porra quente escorreu pelo períneo e se misturou com a da buceta. Trocaram de novo, sempre dois paus dentro dela, um na boca, mãos nos peitos, na garganta, no cabelo.
Tatiane gozou mais três vezes assim, gritando rouca, corpo suado, olhos vidrados de tesão puro.
Quando o quinto finalmente gozou na boca dela, ela engoliu tudo, abriu a boca pra câmera mostrar a língua melada e sorriu.
Os cinco recuaram ofegantes, paus moles, satisfeitos. Aí eu larguei a câmera, me aproximei e deitei ela de costas, pernas abertas.
— Agora é minha vez de limpar minha rainha — falei.
Comecei lambendo a buceta melada, cheia de porra de cinco caras diferentes, gosto forte, quente, grosso. Chupei cada gota, enfiei a língua fundo pra tirar tudo. Depois virei ela de bruços, abri a bunda e lambi o cu arrombado, limpando cada filete de porra que escorria.
Tatiane gemia baixinho, ainda tremendo.
— Isso, amor… limpa tua esposa direitinho… eu adorei ser deles… agora me fode com tua língua — sussurrava, rebolando na minha cara.
Quando terminei de limpar, meti o pau na buceta dela, já toda aberta e escorregadia de porra alheia. Duas bombadas e gozei fundo, marcando território de novo.
Na saída, os caras aplaudiram. Tatiane, ainda nua, pernas tremendo, me beijou na boca com gosto de porra.
— Próxima festa eu quero sete — sussurrou no meu ouvido.
Eu só sorri, desliguei a câmera e guardei o cartão de memória. O vídeo ficaria só pra nós dois… pelo menos até decidirmos repetir.