O Que Acontece Quando a Namorada Dorme

Eu namorava a Larissa há sete meses. Ela tinha 19, eu 22, e tudo era perfeito, exceto uma coisa: a irmã mais velha dela, a Bianca, 25 anos, morava na mesma casa. Bianca era o tipo de mulher que entra no ambiente e o ar fica pesado: morena alta, pernas longas, bunda empinada de academia, peitos fartos que nunca usavam sutiã em casa e um olhar que parecia saber exatamente o que você estava pensando.

Num sábado estávamos na casa delas, os pais tinham viajado, Larissa bebeu demais vinho e apagou cedo no quarto. Eu fiquei vendo filme na sala com Bianca até tarde. Quando o filme acabou, subi pro banheiro do andar de cima pra bater uma antes de dormir, porque o pau estava duro desde que ela tinha passado o filme inteiro de shortinho jeans e regata fina, os bicos marcando o tempo todo.

Tranquei a porta, baixei a calça, sentei na tampa do vaso e comecei a punheta pensando nela, justamente nela. Imaginava aquela boca carnuda me chupando, aqueles peitões balançando enquanto cavalgava. Eu estava quase gozando quando ouvi o trinco girar. A porta abriu devagar.

Bianca entrou, de shortinho de dormir e camiseta larga, sem nada por baixo. Me viu de pau na mão, duro, latejando, e não gritou, não brigou. Só fechou a porta atrás dela e trancou de novo.

— Continua — sussurrou, olhos fixos no meu pau. — Eu quero ver você gozar pensando em mim.

Eu congelei. Ela se aproximou devagar, ajoelhou na minha frente no chão frio do banheiro e tirou minha mão com jeitinho.

— Deixa comigo agora — falou, voz baixa e doce, segurando a base do meu pau com firmeza.

A boca dela desceu quente, molhada, engolindo até a garganta de primeira. Chupava devagar, língua rodando na cabeça, subindo e descendo enquanto olhava pra cima, aqueles olhos verdes me matando.

— Isso… goza na minha boca, cunhadinho… eu sei que você quer há meses — gemeu entre um chupão e outro.

Eu não aguentei dez segundos. Gozei forte, jatos grossos de minha gala enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, lambeu a cabeça pra limpar e sorriu.

— Delícia… agora vai dormir do lado da minha irmãzinha… e amanhã a gente continua.

Naquela noite dormi com Larissa agarrada em mim, mas só pensava na boca da irmã.

No dia seguinte, domingo, Larissa resolveu tirar o dia pra dormir depois da ressaca. À tarde ela apagou de novo no sofá da sala. Eu subi pra pegar água e Bianca me seguiu.

— Vem aqui no quarto dos fundos — sussurrou, puxando minha mão.

Entramos no quartinho de hóspedes. Ela trancou a porta, tirou a camiseta, os peitões saltaram livres, bicos duros.

— Tira tudo e deita — mandou, já tirando o shortinho e ficando pelada.

Deitei na cama. Ela montou no meu rosto de costas, a bucetinha depilada e já molhada roçando minha boca.

— Lambe… lambe a bucetinha da sua cunhada enquanto eu chupo você — pediu, se curvando e engolindo meu pau de novo.

Chupei com vontade, língua enfiada fundo, sentindo o gosto doce dela, o cheiro almiscarado me deixando louco. Ela gemia baixinho pra não acordar ninguém, rebolando na minha cara enquanto chupava gostoso, garganta apertando.

— Agora me fode — sussurrou, virando de frente e sentando no meu pau de uma vez até o saco.

A bucetinha dela era quente, apertada, mel escorrendo nas minhas coxas. Ela cavalgava devagar, olhando nos meus olhos.

— Isso… mete na bucetinha da irmã da sua namorada… sente como eu sou mais gostosa — provocava, mordendo o lábio.

Gozei dentro dela, enchendo tudo, e ela gozou junto, apertando tanto que quase doía de prazer.

Depois disso virou rotina. Toda vez que eu ia na casa delas, Larissa dormia cedo ou saía pra algum rolê e Bianca me arrastava pra algum canto.

Numa noite Larissa apagou no quarto dela, porta encostada. Bianca me puxou pro quarto ao lado, deitou de bruços na cama e empinou aquela bunda perfeita.

— Vem por trás… mete tudo enquanto ela dorme do lado — sussurrou, abrindo a bucetinha com os dedos.

Entrei devagar, sentindo cada centímetro ser engolido. Comecei a bombar forte, a cama rangendo pouco, ela mordendo o travesseiro pra não gemer alto.

— Isso… fode a cunhada gostoso… goza dentro de mim de novo — pedia, rebolando contra mim.

Gozei forte, enchendo a buceta dela até escorrer pelas coxas. Ela virou, me beijou na boca e lambeu o resto do meu pau.

Até hoje isso continua. Larissa dorme do meu lado, abraçada, e eu só penso na irmã dela me esperando no corredor, de pernas abertas, sussurrando:

— Vem rápido… antes que ela acorde. Quero você dentro de mim outra vez.

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