A Revisão Final e as Aulas que Nunca Acabam

No dia seguinte eu mal consegui trabalhar. Passei o expediente inteiro com o pau duro só de lembrar da aula anterior. Quando deu sete e meia já estava em casa, mesa limpa, luz baixa, cerveja gelada na geladeira pra depois. Às oito em ponto a campainha tocou.

Aluska entrou como se fosse dona da casa: saia lápis cinza justa, camisa social branca com os dois primeiros botões abertos, óculos de armação fina que ela nunca usava antes e cabelo preso num rabo de cavalo alto. Carregava só uma pastinha fina e um sorriso perigoso.

— Good evening, top student. Hoje é a final review… e eu trouxe prova oral bem difícil — ela falou fechando a porta com o pé e já desabotoando o terceiro botão da camisa.

— Estou pronto pra qualquer prova que você quiser aplicar, professora — respondi, a voz já rouca.

Ela largou a pasta na mesa, se aproximou devagar e parou entre minhas pernas.

— Então vamos direto ao conteúdo avançado. Tira minha roupa toda, mas devagar… e vai falando o nome de cada peça em inglês enquanto tira — mandou, mordendo o canto da boca.

— Blouse… — falei, desabotoando botão por botão, revelando o sutiã de renda preta.

— Skirt… — continuei, abrindo o zíper lateral e deixando a saia cair, mostrando a calcinha minúscula combinando.

— Bra… panties… — completei, tirando tudo até ela ficar só de salto alto e óculos.

Ela me empurrou pra cadeira de novo.

— First exercise: eat your teacher’s pussy until she gives you an A+ — ordenou, subindo na mesa, abrindo as pernas e puxando minha cabeça.

Mergulhei na bucetinha dela já ensopada. Cheiro doce, gosto de tesão puro. Lambi devagar os lábios, chupei o clitóris duro, enfiei a língua fundo enquanto ela gemia baixinho.

— That’s it… use your tongue like you’re writing the perfect essay… deeper… — Aluska sussurrava, segurando meu cabelo e rebolando contra minha boca.

Ela gozou rápido, apertando minha cabeça com as coxas, mel escorrendo pelo meu queixo.

— Very good… now stand up and fuck me on the table, missionary style. I want to see your face when you fill me — mandou, deitando de costas e abrindo bem as pernas.

Posicionei o pau na entrada e meti tudo até o saco de uma vez. Ela arqueou as costas, soltou um gemido longo.

— Harder… say you’re going to fuck your teacher every week from now on — exigiu, cravando as unhas nas minhas costas.

— I’m gonna fuck you every single week, teacher… this pussy is mine now — rosnei, socando forte, a mesa batendo na parede.

Gozei enchendo ela até transbordar, mas ela me virou de costas na cadeira e montou de novo, dessa vez de frente, cavalgando com força.

— Second round… I want another load… and you’ll give it to me speaking only dirty English — falou, rebolando e apertando a buceta como se quisesse me espremer.

Gozei pela segunda vez em menos de dez minutos, gritando que aquela bucetinha era a melhor do mundo.

Quando acabou, ela ficou sentada no meu colo, beijando meu pescoço.

— You passed with distinction… but practice makes perfect. See you next week? — perguntou já sabendo a resposta.

Dias depois fiz o teste na empresa. Aprovado com louvor. Na mesma hora mandei mensagem pra ela.

Eu: “Passei. Contratado. Preciso urgentemente manter o nível de inglês avançado. Pode ser duas vezes por semana agora?”

Ela respondeu em menos de um minuto:

Aluska: “Três vezes por semana. E vamos incluir aulas de conversação avançada no seu quarto, na sua cama, no chuveiro… você vai precisar de muito vocabulário novo, aluno. Começamos amanhã às oito. Traga energia.”

Guardei o celular com o pau já duro dentro da calça social nova do trabalho. A promoção veio com aumento, mas o verdadeiro salário extra eram aquelas aulas particulares que nunca mais iam acabar.

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