A Rival que Fode para Vencer
O salão de convenções do hotel cinco estrelas estava lotado de ternos caros e taças de champanhe. A fusão bilionária entre a Almeida Holdings e a concorrente Vega Corp pendia por um fio, e a decisão final aconteceria naquela noite, na suite presidencial.
Dentro da suíte, o ar cheirava a dinheiro e tensão sexual. Lucas Almeida, o mesmo CEO que já tinha sido chupado e fodido por sua secretária ambiciosa semanas antes, encarava a mulher à sua frente. Isabella Vega, dona da Vega Corp, quarenta anos bem vividos, corpo de academia, cabelo preto liso até a cintura e um vestido vermelho tão justo que parecia pintado na pele. Ela era a rival mais perigosa que ele já enfrentara nos negócios, e também a mais gostosa.
Isabella caminhou devagar até a mesa de vidro, os saltos ecoando, e se inclinou de propósito, deixando o decote mostrar os seios siliconados quase transbordando.
— Então, Lucas… vamos mesmo brigar por cada centavo ou podemos chegar num acordo que agrade os dois lados? — ela falou com voz rouca, lambendo de leve o lábio inferior enquanto olhava direto para a virilha dele.
Lucas sentiu o pau dar um salto dentro da calça. Ele conhecia o jogo dela.
— Você sempre negocia assim, Bella? Abrindo as pernas antes de abrir os livros contábeis? — ele retrucou, dando um gole no uísque.
Isabella riu baixo e contornou a mesa como uma pantera. Parou atrás dele, as unhas vermelhas deslizando pelo pescoço.
— Só com quem vale a pena — ela sussurrou no ouvido dele, a boca roçando a orelha. — E você, doutor Almeida… vale cada gota de esforço.
Ela desceu a mão pelo peito dele, abriu o paletó e foi direto ao cinto. Lucas não impediu. Em segundos o zíper estava aberto e a mão dela segurava o pau já duro, masturbando devagar.
— Caralho, Isabella… — ele grunhiu, largando o copo na mesa.
— Shh… deixa eu te mostrar o que a Vega Corp tem de melhor — ela respondeu, ajoelhando-se no tapete caro.
Abriu a boca e engoliu o pau inteiro de uma vez, até encostar o nariz no abdômen dele. Lucas agarrou aquele cabelo preto e começou a bombar na boca dela, fodendo a garganta com força. Isabella não engasgou nenhuma vez, os olhos lacrimejando, mas sustentando o olhar safado enquanto babava no pau inteiro.
— Puta que pariu, que boca gostosa — ele rosnou, sentindo a língua dela rodando na cabeça cada vez que puxava para trás.
Ela se levantou de repente, limpou a baba do queixo com o dedo e chupou o próprio dedo olhando para ele.
— Quero mais que boca, Lucas. Quero esse pau me rasgando enquanto a gente fecha esse contrato — disse, tirando o vestido num único movimento.
Não usava nada por baixo. O corpo nu era perfeito: cintura fina, bunda empinada de academia, buceta depilada com um piercing prateado no clitóris brilhando sob a luz.
Lucas perdeu o resto da roupa em segundos. Pegou Isabella pela cintura, jogou ela de costas no sofá de couro e abriu aquelas pernas longas.
— Abre essa buceta pra mim, sua vadia corporativa — mandou, a voz grave de tesão.
Isabella obedeceu, abrindo os lábios com os dedos, mostrando o interior rosa e molhado.
— Vem, chefe… mete essa rola grossa até eu esquecer o preço que eu queria — ela provocou, a voz melíflua e cheia de malícia.
Ele caiu de boca primeiro. Chupou aquele clitóris com piercing como se fosse um doce, enfiando três dedos de uma vez na buceta que já piscava de tesão. Isabella rebolava contra a cara dele, gemendo alto, as unhas cravando no couro do sofá.
— Isso, lambe minha bucetinha inteira… ahh, você é bom mesmo — ela gemia, empurrando os quadris pra cima.
Quando ela gozou na boca dele, esguichando forte, Lucas se levantou, o rosto brilhando de tesão e molho.
— Agora vira de quatro, sua safada. Quero ver essa bunda rebolando enquanto eu como você.
Isabella se posicionou rapidinho, empinando a bunda, olhando por cima do ombro com cara de quem já ganhou a negociação.
— Me fode forte, Lucas… me arromba até eu assinar qualquer merda que você quiser — ela disse, rebolando no ar.
Ele segurou o pau e meteu tudo até o saco numa única estocada. Isabella gritou de prazer, a buceta engolindo inteiro, apertando como se tivesse vida própria.
— Porra, que buceta gostosa… aperta pra caralho — Lucas rosnou, começando a socar com força.
Cada metida fazia a bunda dela quicar, o barulho das bolas batendo ecoando na suíte. Ele puxava o cabelo dela, dava tapa forte na nádega, marcando a pele branca com vermelho.
— Me usa, Lucas… me fode como se eu fosse sua puta particular — Isabella gemia, empurrando pra trás para encontrar cada estocada.
Ele virou ela de frente, jogou as pernas dela nos ombros e voltou a meter fundo, olhando nos olhos enquanto bombava.
— Vou encher essa buceta de porra, Isabella. Você vai sair daqui pingando e com meu nome assinado no contrato — avisou, o suor escorrendo pelo peito.
— Goza dentro, amor… enche a rival de porra quente… eu quero sentir escorrendo na calcinha durante o café da manhã amanhã — ela respondeu, contraindo a buceta em volta do pau dele.
Lucas explodiu com um urro animal, jatos grossos e quentes inundando a buceta dela até transbordar. Isabella gozou junto, o corpo tremendo, o piercing no clitóris vibrando enquanto apertava ele até a última gota.
Ficaram ali, ofegantes, o pau ainda dentro, a porra escorrendo pelo sofá caro. Isabella passou o dedo na bagunça entre as pernas, levou à boca e chupou devagar, olhando nos olhos dele.
— Cinquenta e cinco por cento pra você, quarenta e cinco pra mim — ela falou com sorriso de quem acabou de ganhar mesmo perdendo. — Mas eu quero esse pau toda vez que tiver reunião de acionistas.
Lucas riu, dando um tapa final naquela bunda vermelha.
— Fechado, sua safada. E na próxima eu como esse teu cu também, só pra garantir que você nunca mais peça aumento de percentual.
Isabella apenas piscou, já sabendo que a guerra corporativa tinha virado um caso de foda permanente, e que ela, como sempre, sairia por cima… ou de quatro, tanto faz.