A Secretária Ambiciosa
No vigésimo andar do prédio envidraçado da multinacional, o ar condicionado zumbia baixo enquanto a cidade lá embaixo piscava luzes de neon. Era quase meia-noite e a sala de reuniões estava vazia, exceto por dois corpos que ainda resistiam ao cansaço. Lucas Almeida, o CEO de quarenta e poucos anos, afrouxava o nó da gravata com dedos impacientes. Do outro lado da mesa de mogno, Ana Clara ajustava o decote da blusa branca justa, o tecido colando nos seios fartos a cada respiração lenta. Ela era a nova secretária executiva, contratada há menos de um mês, e já dominava o ambiente com um perfume doce que parecia grudar na pele dele.
Lucas ergueu os olhos do relatório e encontrou o olhar dela fixo, malicioso. Ana cruzou as pernas devagar, a saia lápis subindo o suficiente para revelar a renda preta da meia sete-oito.
— Doutor Lucas, o senhor parece tão tenso… deixa eu ajudar a relaxar esses ombros? — Ana murmurou com voz de veludo, levantando-se e contornando a mesa como se deslizasse.
Ele sentiu o pau endurecer só com o balançar dos quadris dela. Ana parou atrás da cadeira dele, as mãos macias pousando nos ombros largos. Os dedos dela apertavam com firmeza, descendo devagar pelo peito, abrindo botão por botão da camisa social.
— Você sabe que isso é perigoso, Ana Clara — Lucas rosnou baixo, mas não se mexeu para impedir.
— Perigoso é deixar o chefe estressado antes de uma apresentação de milhões — ela sussurrou no ouvido dele, a língua roçando de leve o lóbulo. — Eu só quero ajudar… do meu jeito.
Lucas girou a cadeira de repente e puxou Ana para o colo. Ela caiu sentada de frente para ele, as coxas abertas em volta da cintura dele, a saia subindo até a virilha. Sentiu imediatamente o volume duro dentro da calça social dele pressionando contra a calcinha de renda.
— Você é uma vadia ambiciosa, hein? — ele disse rouco, as mãos subindo pelas coxas dela, apertando a carne macia.
— Talvez… mas eu sei exatamente o que quero — Ana respondeu, rebolando devagar no colo dele, sentindo o pau latejar contra a buceta já molhada. — E quero o senhor inteiro agora.
Lucas grunhiu e rasgou os botões da blusa dela com um puxão. Os seios grandes saltaram livres, presos apenas pelo sutiã de renda preta. Ele enterrou o rosto entre eles, chupando um mamilo duro por cima do tecido enquanto a outra mão descia para dentro da calcinha. Os dedos encontraram a buceta lisa, quente e encharcada.
— Caralho, como você tá molhada — ele rosnou, enfiando dois dedos de uma vez até o fundo.
Ana arqueou as costas, gemendo baixinho, as unhas cravando nos ombros dele.
— É porque eu passo o dia inteiro pensando no senhor me comendo em cima dessa mesa — ela confessou, a voz doce e safada ao mesmo tempo.
Lucas levantou com ela ainda agarrada na cintura e jogou Ana de costas sobre a mesa de reuniões. Papéis voaram para o chão. Ele puxou a saia dela até a cintura, arrancou a calcinha com um rasgo rápido e abriu as pernas dela sem cerimônia. A bucetinha depilada brilhava de tão molhada, os lábios inchados implorando por pau.
— Olha pra essa buceta gostosa… toda aberta pra mim — ele disse, ajoelhando-se entre as coxas dela.
A língua dele atacou sem aviso, lambendo de baixo para cima, chupando o clitóris com força enquanto dois dedos voltavam a bombar dentro dela. Ana agarrou os cabelos dele, rebolando contra a boca.
— Isso, doutor… chupa minha bucetinha inteira… ahh, assim mesmo — ela gemia, a voz tremendo de tesão.
Lucas chupava como um faminto, a barba por fazer arranhando a parte interna das coxas, o gosto doce dela enchendo a boca. Ana gozou rápido, o corpo convulsionando, esguichando um pouco na língua dele.
— Porra, você goza fácil, hein? — ele riu rouco, levantando-se e abrindo o zíper da calça.
O pau saltou livre, grosso, cabeçudo, a veia pulsando de tesão. Ana lambeu os lábios olhando para aquilo.
— Me dá esse pau, chefe… quero sentir ele rasgando minha buceta — ela pediu, abrindo mais as pernas, os olhos brilhando de malícia.
Lucas segurou o pau pela base e esfregou a cabeça na entrada molhada dela, provocando. Ana rebolava tentando engolir, mas ele segurava firme.
— Pede direito, sua putinha — ele mandou, a voz grave.
— Por favor, doutor Lucas… mete essa piroca grossa na minha bucetinha até o saco… me fode forte — Ana implorou, a voz doce carregada de safadeza.
Ele não aguentou mais. Empurrou tudo de uma vez, sentindo a buceta apertada engolir cada centímetro até as bolas baterem na bunda dela. Ana gritou de prazer, as unhas arranhando a mesa.
— Caralho, que buceta gostosa… aperta pra caralho — Lucas rosnou, começando a bombar com força.
Cada estocada fazia os seios dela balançarem, a mesa ranger, os corpos suados batendo com força. Ele segurava as coxas dela abertas ao máximo, metendo até o talo, sentindo as paredes da buceta massagearem o pau inteiro. Ana gemia alto, os olhos revirando.
— Mais forte, chefe… me arromba toda… eu sou sua agora — ela dizia entre gemidos, a voz melíflua e safada.
Lucas virou ela de bruços na mesa, empinando aquela bunda redonda. Entrou de novo por trás, uma mão puxando os cabelos, a outra descendo para esfregar o clitóris inchado. As bolas batiam na buceta a cada metida, o barulho molhado enchendo a sala.
— Vou gozar dentro dessa buceta, sua vadia — ele avisou, acelerando o ritmo.
— Goza, doutor… enche minha bucetinha de porra quente… eu quero sentir escorrendo — Ana respondeu, empurrando a bunda para trás, ajudando a foder mais fundo.
Lucas explodiu com um urro, o pau pulsando dentro dela, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar. Ana gozou junto, o corpo tremendo inteiro, apertando ele até a última gota.
Eles ficaram ali, ofegantes, o pau ainda dentro dela, a porra escorrendo pelas coxas. Ana virou o rosto, um sorriso malicioso nos lábios vermelhos.
— Agora sim, doutor… acho que mereço aquela promoção, não acha? — ela sussurrou, contraindo a buceta em volta do pau mole só para provocar mais uma vez.
Lucas riu baixo, dando um tapa forte na bunda dela.
— Você merece o cargo que quiser, sua safada. Mas isso aqui vai se repetir… toda noite que eu mandar.
Ana apenas sorriu, sabendo que já tinha o chefe na palma da mão… e o pau dentro da buceta sempre que quisesse.