A Recompensa da Derivada com Sexo
O campus da universidade particular no interior de São Paulo era um oásis de palmeiras e prédios modernos, mas a sala do professor Eduardo, no final do corredor do terceiro andar, era um mundo à parte. Aos quarenta e oito anos, ele era alto, grisalho nas têmporas, com corpo atlético de quem corria maratonas nos fins de semana e uma voz grave que prendia a atenção das alunas.
As amigas inseparáveis Bianca e Sofia destacavam-se na turma. Bianca, vinte anos, loira platinada de cabelos lisos até a cintura, olhos azuis e corpo esculpido pelo vôlei, seios firmes, cintura fina e bunda empinada que marcava a saia do uniforme. Sofia, mesma idade, morena de pele oliva, cachos pretos até os ombros, olhos castanhos e curvas generosas, seios fartos, quadris largos e pernas grossas. Elas dividiam apartamento perto do campus e, nos últimos meses, trocavam olhares famintos para o professor durante as aulas, sussurrando fantasias.
Notas baixas em um trabalho em dupla as levaram a marcar uma revisão particular numa sexta-feira à tarde, final do expediente, quando o prédio estava quase vazio. O e-mail delas era explicativo, detalhando dificuldades com derivadas e integrais.
A sala tinha luz natural filtrada pelas persianas e uma lâmpada de mesa. Eduardo, de camisa social arregaçada nos antebraços, explicava equações no quadro branco enquanto as duas tomavam notas.
Entre uma dúvida e outra, perguntas pessoais surgiam com intervalos, enquanto ele prosseguia com as explicações.
— Professor, você é casado? — perguntou Bianca, inclinando-se para frente após um silêncio de alguns minutos.
— Não — respondeu ele, sem desviar os olhos do quadro.
Elas se olharam em cumplicidade. Eduardo voltou ao conteúdo, desenhando uma integral no quadro e explicando por mais tempo.
Mais adiante, após outra explicação prolongada, Sofia insistiu.
— E gosta de sair à noite? — perguntou ela, com tom casual.
— Às vezes, mas prefiro ficar em casa — disse Eduardo, virando-se para elas.
Ele percebeu a intenção, mas continuou a aula, explicando uma derivada parcial com detalhes.
— Curte cinema? — insistiu Bianca, com um sorriso, depois de outro intervalo de concentração no quadro.
— Sim, filmes antigos principalmente. Por quê?
Outro olhar cúmplice entre as amigas. Eduardo entendeu de vez, mas prosseguiu com a lição, o ar ficando elétrico.
Quando terminou a explicação, ele limpou o marcador e perguntou se havia mais alguma dúvida.
— Não — responderam em uníssono, com sorrisos contidos.
— Então aula encerrada — disse Eduardo, recolhendo os materiais.
— Obrigada, professor — agradeceram elas, levantando-se devagar.
Bianca trocou outro olhar com Sofia.
— Você nos ajudou tanto. Achamos que merece uma recompensa — disse Sofia, fechando o caderno e se aproximando.
Elas avançaram. Bianca sentou na beira da mesa, puxando Eduardo pela gravata para um beijo intenso, língua invadindo a boca dele. Sofia desabotoou a camisa dele, beijando o pescoço. Eduardo hesitou um segundo, mas aceitou, mãos subindo pelas coxas delas.
— Aqui, meninas? — murmurou, o pau endurecendo na calça. Ele não se fez de inocente, pois já tinha comido muitas alunas em situações parecidas, sempre em reforços que terminavam na mesa ou no chão da sala.
— Sim, professor — sussurrou Bianca, abrindo o zíper e tirando o pau grosso e veiado para fora.
Elas tiraram as blusas, sutiãs caíram. De joelhos no carpete, Bianca chupou a cabeça vermelha, lambendo o pré-gozo salgado. Sofia lambeu as bolas pesadas, língua subindo pelo comprimento. Saliva escorria, gemidos abafados, sucção ritmada. Eduardo agarrava os cabelos, loiro liso e cachos pretos, fodendo as bocas alternadamente até engasgarem.
— Boas alunas. Na mesa.
Ele deitou Bianca de costas, pernas abertas. Tirou a calcinha dela devagar, guardando-a no bolso. Pegou camisinha na gaveta. Bianca a desenrolou no pau latejando com a boca, língua rodando na glande antes de engolir até a base. Enfiou de uma vez na buceta depilada e rosada, já melada, socando forte enquanto beijava Sofia com fome, língua entrelaçada, mão apertando os seios fartos da morena e pinçando o mamilo duro.
— Fode a loirinha enquanto me beija — gemia Sofia, esfregando a buceta na coxa dele.
A mesa rangia. Bolas batiam na bunda de Bianca, que arqueava gemendo.
— Tá fundo. Me usa.
Revezou, tirou a camisinha usada, colocou nova. Sofia de quatro na mesa, bunda morena empinada. Enfiou na buceta carnuda e quente, esticando as paredes enquanto chupava os seios de Bianca, lambendo e mordiscando os mamilos rosados. Sofia rebolava, quadris quicando.
— Fode a morena. Chupa a loira.
Bianca deitou por baixo, língua no clitóris de Sofia enquanto Eduardo socava, pau saindo e entrando com estalos molhados, camisinha brilhando de umidade.
— Que bucetas apertadas. As duas minhas.
No chão, tapete macio. Bianca cavalgou o pau com camisinha nova, rebolando, seios balançando. Eduardo chupava a buceta de Sofia no rosto, língua fundo. Trocaram, Sofia no pau, bunda grande quicando. Bianca chupando as bolas.
Intensidade máxima, as duas lambiam o pau juntas, línguas na glande. Ele as pôs de quatro lado a lado, fodendo alternadamente, loira com socadas rápidas, morena mais fundo. Camisinhas trocadas a cada vez.
— Gozando — grunhiu, na loira por trás. Tirou a camisinha e gozou jatos quentes na bunda empinada de Bianca, porra escorrendo pelas nádegas e pingando no tapete.
Exaustos, caíram ofegantes, corpos suados entrelaçados.
Minutos depois, limparam-se com lenços da mochila e vestiram as roupas amarrotadas. Eduardo ajeitou a gravata.
— Nota dez para as duas — disse ele com um sorriso. — Reforço aprovado.
Bianca e Sofia sorriram, beijando-o.
— Toda sexta à tarde, professor?
O segredo unia os três. A turma nunca soube por que as notas delas subiram tanto.