A Tarde dos Contratos com a Secretária Gostosa

A empresa de consultoria financeira ocupava o último andar de um prédio envidraçado no centro da cidade, com vistas panorâmicas que se perdiam no horizonte de concreto e aço. Os sócios, Rafael e Marcelo, eram o yin e yang do sucesso: Rafael, quarenta e dois anos, solteiro convicto, alto e moreno com um sorriso predatório que fechava negócios antes mesmo das palavras; Marcelo, quarenta e cinco, casado há quinze anos com uma socialite que preferia iates a noites quentes, loiro de olhos azuis e um corpo ainda firme de crossfit. Entre eles, a secretária Letícia, vinte e oito anos, morena de pele bronzeada, pernas longas que terminavam em saltos altos e uma saia lápis que abraçava as curvas como uma luva. Seus cabelos pretos caíam em ondas até a metade das costas, e os lábios carnudos sempre pintados de vermelho escondiam uma língua afiada e uma buceta que sabia o tamanho da rola de cada um.

Letícia começara na empresa há um ano. Com Rafael, fora numa viagem de negócios em São Paulo: drinks no hotel, mãos subindo pela coxa sob a mesa, e uma foda selvagem no quarto com vista para a Avenida Paulista, ele a comendo de quatro enquanto ela mordia o travesseiro para não acordar o andar. Com Marcelo, meses depois, numa noite em que a esposa viajava: ele a chamara para “revisar relatórios” no escritório vazio, e terminara com ela de joelhos sob a mesa, engolindo o pau grosso dele até o talo, depois cavalgando no sofá de couro até gozar com os olhos fixos nos dele. Os dois homens, em uma conversa regada a uísque numa happy hour, haviam confessado um ao outro – sem ciúmes, só admiração pela “eficiência” da secretária. Letícia nunca soube.

Naquela tarde de sexta-feira, o ar-condicionado lutava contra o calor de novembro que entrava pelas janelas entreabertas. Pilhas de contratos espalhados na mesa oval de mogno, canetas rolando, xícaras de café frio. O estresse já pairava: um cliente ameaçando romper, prazos apertados. Rafael afrouxou a gravata, recostando na cadeira.

— Caralho, isso aqui tá pior que filme de suspense — resmungou, folheando páginas. — Lembra aquele, Marcelo? A secretária safada que resolve tudo com… habilidades extras?

Marcelo riu baixo, os olhos azuis brilhando maliciosos.

— Ah, sim. Mas nos filmes, sempre rola à noite. Luz baixa, chuva na janela… Imagine se fosse à noite, os patrões e a secretária. Como terminaria? — Ele piscou para Letícia, que digitava no laptop do outro lado da mesa.

Ela ergueu uma sobrancelha, sem parar de digitar.

— Vamos trabalhar, senão não terminamos hoje.

Rafael inclinou-se para frente, o tom ainda de brincadeira, mas testando.

— Não precisaria dizer nada, né? Mas alguém casado… — Ele olhou de esguelha para Marcelo, aludindo à aliança no dedo do amigo. — Aí complicaria. A esposa em casa, a secretária no escritório… Clássico.

Marcelo deu de ombros, fingindo inocência, mas o pau já dando sinal de vida na calça social.

— É, mas em filme só acontece à noite. Porque não pode ser à tarde… — Ele pausou, olhando para Letícia com um sorriso torto. — Imagina aqui, agora. Sol alto, contratos na mesa… Improvisado.

Letícia bufou, mas um rubor subiu pelo pescoço. Ela cruzou as pernas, sentindo a umidade já se formando na calcinha de renda.

— Vocês dois são impossíveis. Foco nos contratos.

A conversa derivou, risos ecoando, o estresse se dissolvendo em insinuações. Rafael pegou um clipe, girando nos dedos.

— Ah! Ela já conhece o tamanho do pau dos dois mesmo — soltou de repente, em tom de piada, mas os olhos fixos nela.

Letícia parou de digitar, os dedos suspensos no teclado. Marcelo engasgou com o café, mas riu.

— É verdade. Mas nunca os dois… ao mesmo tempo.

O ar mudou. O que era brincadeira virou eletricidade. Letícia mordeu o lábio inferior, os olhos passeando de um para o outro.

— Vocês… conversaram sobre isso? — perguntou ela, voz baixa, mas sem raiva. Curiosidade. Tesão.

Rafael se levantou devagar, contornando a mesa.

— Conversamos. E agora? — Ele parou atrás dela, mãos nos ombros, massageando levemente. — Quer terminar os contratos… ou quer terminar de outra forma?

Marcelo se aproximou pelo outro lado, a aliança brilhando na luz da tarde.

— Ninguém precisa saber. Porta trancada, persianas baixas… Tarde de trabalho produtivo.

Letícia respirou fundo, o peito subindo. Ela se levantou, virando-se para os dois.

— Tranca a porta — disse para Rafael, voz rouca. — E baixem as persianas. Se vamos fazer isso, que seja discreto… ninguém no prédio precisa ver.

Clique. A chave girou.

Ela desabotoou a blusa devagar, os seios fartos saltando no sutiã de renda preta. Marcelo a puxou pela cintura, beijando o pescoço enquanto Rafael abria o zíper da saia, deixando-a cair no chão. A calcinha já encharcada.

— De joelhos, secretária — ordenou Rafael, abrindo a calça.

Letícia obedeceu, o carpete macio sob os joelhos. Dois paus diante dela: o de Rafael, longo e curvado para cima, veias pulsando; o de Marcelo, grosso e reto, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela alternava com maestria, lambendo a extensão de um, chupando as bolas do outro, as mãos bombeando em ritmo sincronizado. A saliva escorria pelo queixo, gemidos abafados misturando-se ao som úmido de sucção. Rafael agarrava os cabelos pretos dela, fodendo a boca devagar; Marcelo massageava os seios, pinçando os mamilos duros até ela gemer em torno do pau.

— Porra, que boca gulosa… Engole tudo, Letícia — grunhiu Marcelo, empurrando mais fundo.

Rafael a ergueu bruscamente, jogando-a sobre a mesa. Contratos voaram para o chão como confetes, canetas rolando. Ele puxou a calcinha de renda para o lado com um puxão, expondo a buceta depilada, lábios inchados e brilhantes de excitação. A língua dele atacou imediatamente, lambendo os lábios carnudos, chupando o clitóris com sucção ritmada enquanto dois dedos enfiavam na entrada apertada, curvando para acertar o ponto G. Letícia arqueou as costas, as unhas cravando na madeira, gemendo alto.

— Ah, fode… Os dois… agora… Me usem!

Marcelo se posicionou na frente, enfiando o pau grosso na boca dela, silenciando os gritos enquanto Rafael lambia voraz, o rosto lambuzado de sucos. A mesa rangia sob o peso, papéis amassados grudando no suor das costas dela.

— Vamos tentar os dois na buceta — sugeriu Rafael, voz rouca de tesão, levantando-se e posicionando o pau ao lado do de Marcelo.

Eles a viraram de lado na mesa, pernas abertas. Rafael tirou completamente a calcinha dela, jogando-a de lado. Marcelo deitou por baixo, enfiando o pau grosso na buceta melada, esticando as paredes quentes. Rafael tentou empurrar o seu ao lado, a cabeça forçando a entrada já ocupada. Letícia gritou de prazer e dor, o corpo tremendo.

— Ah, caralho… Tá apertado demais… Não cabe os dois! — ofegou ela, as unhas cravando nos ombros de Marcelo, a buceta contraindo em espasmos ao redor do pau dele.

— Tudo bem, puta… Vamos no chão então — respondeu Rafael, puxando-a para baixo.

Eles rolaram para o carpete macio, contratos espalhados como um tapete improvisado. Letícia no meio, de quatro. Marcelo por trás, socando forte na buceta, as bolas batendo na bunda redonda com estalos molhados. Rafael na frente, fodendo a boca, o pau saindo e entrando até a garganta, baba escorrendo. Eles trocavam posições: Rafael agora por trás, o pau curvado acertando ângulos profundos, fazendo-a gozar com um jato de squirt que molhou o carpete; Marcelo na boca, sem gozar ainda.

— Toma mais, secretária vagabunda… Goza pros patrões! — Rafael acelerava, uma mão esfregando o clitóris inchado, a outra apertando a bunda.

Letícia gozou de novo, o corpo convulsionando, buceta apertando o pau dele como um torno. Rafael explodiu dentro, porra quente enchendo o canal, escorrendo pelas coxas quando puxou para fora, misturando-se ao suor e aos fluidos no chão.

Eles trocaram mais uma vez. Letícia, ofegante, virou-se e chupou a rola de Rafael até a última gota, lambendo o pau mole agora, sugando os resquícios de porra misturada aos sucos dela. Marcelo, por trás, socava furiosamente na buceta já melada e cheia, gozando com um grunhido baixo, jatos quentes se misturando à porra de Rafael, transbordando e escorrendo abundante.

Eles caíram exaustos no carpete, ofegantes, corpos entrelaçados por um momento. O cheiro de sexo pesado no ar, persianas filtrando a luz da tarde.

Minutos depois, se levantaram. Letícia pegou lenços umedecidos da gaveta – sempre preparada –, limpando a porra das coxas, o suor do corpo. Os homens ziparam as calças, ajeitaram as camisas. Ela vestiu a saia amarrotada, abotoou a blusa, passou batom nos lábios inchados.

— Agora sim, aliviados — disse Rafael, recolhendo os contratos do chão com um sorriso.

Marcelo assentiu, sentando-se à mesa.

— Vamos terminar isso. Produtividade em alta.

Letícia sentou, pernas ainda tremendo levemente, mas o rosto sereno.

— Página 47, cláusula de rescisão. Foco.

O segredo agora era três. A empresa nunca fora tão lucrativa.

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