O Segredo da Madrugada

Alberto era um homem de cinquenta anos com uma reputação impecável. Empresário bem-sucedido, divorciado há uma década do primeiro casamento que lhe deixara um filho chamado Arthur, agora com vinte anos e cursando faculdade. Há dois anos Alberto casara-se novamente, dessa vez com Estela, uma mulher elegante de quarenta e cinco que administrava a casa com mão firme e um ar de superioridade, mas seu foco principal era comprar roupas de grife e fazer passeios fúteis com amigas, gastando horas em shoppings e salões de beleza. Arthur tinha duas residências: passava certo tempo com a mãe em uma e com o pai na outra, alternando semanas para manter o equilíbrio familiar.

A mansão onde morava era ampla na capital, com quartos no andar superior, suítes espaçosas e uma cozinha gourmet no térreo onde a luz da lua muitas vezes filtrava pelas janelas altas, criando sombras dançantes nas noites quentes e abafadas do ano.

Dayse fora contratada havia poucos meses. Aos vinte e três anos era uma loira deslumbrante com curvas generosas que faziam os olhos se demorarem, seios fartos que esticavam o uniforme simples de empregada, cintura fina e uma bunda redonda empinada que balançava ao andar pelos corredores. Seus cabelos loiros caíam em ondas até os ombros e os olhos verdes brilhavam com uma inocência fingida que escondia uma fome voraz por prazer.

Ela cuidava da casa com eficiência, mas era nos olhares trocados com Alberto que o ar ficava elétrico. O segredo começara há poucas semanas, toques acidentais que evoluíam para beijos roubados, mãos explorando sob a saia até que a tensão explodira em noites furtivas enquanto Estela dormia profundamente no quarto principal, dopada por remédios para insônia.

Era uma madrugada abafada de novembro. Arthur com fome após uma noite de estudos intensos no quarto desceu as escadas em silêncio vestindo apenas um short folgado. Seus vinte anos o tornavam um jovem vigoroso com corpo atlético de academia e pau grosso sempre pronto para ação. A casa estava quieta exceto por um som abafado vindo da cozinha, gemidos baixos e sussurros roucos. Curioso ele se aproximou devagar espiando pela porta entreaberta.

Lá estava seu pai Alberto de joelhos no chão frio de cerâmica. Dayse estava sentada na mesa de granito com as pernas abertas e a saia do uniforme erguida até a cintura sem calcinha. Seus seios balançavam livres com os mamilos rosados duros como pedras enquanto Alberto devorava sua buceta com uma fome animal. A língua dele lambia os lábios inchados e úmidos chupando o clitóris com sucção ritmada e os dedos grossos enfiados na entrada molhada fodendo-a devagar enquanto ela agarrava os cabelos grisalhos dele.

— Ah, seu safado… me faz gozar na sua boca… — sussurrava Dayse com a voz tremendo de tesão.

O cheiro de sexo preenchia o ar, um misto de suor, excitação feminina e o hálito quente do homem.

Arthur congelou com o pau endurecendo instantaneamente no short. Ele observava hipnotizado, o pai aquele pilar de respeito com o rosto enterrado na bucetinha depilada da loira lambendo como se fosse o último banquete da vida. Dayse arqueava as costas com os gemidos escapando mais altos e os quadris rebolando contra a boca dele. Arthur sentiu o pré-gozo escorrendo com o coração acelerado. Não quis interromper pois era como um voyeur em seu próprio lar mas o desejo o consumia. Deu alguns passos para trás chutando de leve uma cadeira solta criando um barulho intencional.

Alberto se levantou num sobressalto com o rosto lambuzado de sucos e os olhos arregalados de pânico.

— Merda! Que barulho é esse? Deve ser Arthur… — murmurou limpando a boca com as costas da mão.

Ele saiu da cozinha às pressas subindo as escadas sem olhar para trás com o pau ainda duro marcando a calça do pijama. Dayse ficou ali tentando se recompor puxando a saia para baixo com os olhos verdes encontrando os de Arthur na penumbra. Ela corou com o rosto sério e nervoso.

— Quer algo, Arthur? Eu… eu tava terminando aqui pra ir dormir.

Ele entrou na cozinha com o pau latejando visivelmente no short.

— Trabalhando essa hora? Muito dedicada, sempre pronta para servir o patrão…

— Mas eu… — gaguejou ela, procurando palavras que ainda não sabia quais usar.

— Não se preocupa… Não precisa explicar. Quero o mesmo que o pai queria… — disse ele com voz rouca e um tom de ironia sem rodeios.

Dayse tentou desconversar rindo nervosa:

— O quê? Você tá louco, eu só tava… limpando a mesa.

Mas Arthur se aproximou com os olhos fixos nos seios dela ainda semi-expostos.

— Relaxa gostosa. Eu vi tudo, Dayse. Vi ele chupando sua buceta como um cachorro faminto. E agora eu tô com vontade também. Minha vez.

Ela hesitou com o corpo traindo-a pois a buceta ainda pulsando do oral anterior molhada e sensível.

— Isso não pode… Nós podemos ser vistos…

Arthur inspirou fundo, o peito subindo e descendo em respirações pesadas, o cheiro residual de sexo ainda impregnado no ar. Ele deu mais um passo, encurtando a distância até que seus corpos quase se tocassem, o calor da pele dele irradiando contra a dela.

— Se podia pro meu pai, por que não pode pra mim, hein? — murmurou rouco, a voz baixa e carregada de tesão. — Ele te chupou aqui mesmo, na mesa da família… e você gozou na boca dele. Eu sou sangue do sangue dele, Dayse. Mereço o mesmo. Ou mais.

Os olhos verdes dela vacilaram, mas o corpo já traía, os mamilos endurecendo sob o tecido fino. Arthur ergueu a mão devagar, roçando os dedos no braço dela, subindo até o ombro, sentindo o tremor.

— Ninguém vai saber. Estela tá dopada lá em cima, o velho fugiu com medo de ser visto… só você e eu agora. Deixa eu te provar, loira. Deixa eu te fazer gemer mais alto que ele.

Ele a puxou pela cintura com firmeza, colando o corpo ao dela. O pau duro pressionou contra a barriga macia enquanto ele capturava os lábios num beijo molhado, língua invadindo sem pedir licença, explorando a boca ainda com gosto de saliva alheia e excitação. Dayse resistiu por um segundo, as mãos no peito dele, mas logo cedeu, gemendo baixinho na boca dele, as línguas se entrelaçando num beijo faminto e barulhento.

Só então, com o consentimento selado no beijo, Arthur a virou de costas com um giro rápido, empurrando-a contra a mesa.

— Apoia os cotovelos aí, gostosa… Abre essa bunda pra mim.

Dayse obedeceu gemendo baixinho com os cotovelos no granito frio e a bunda empinada com a saia erguida expondo a buceta inchada os lábios vermelhos e brilhantes de saliva e excitação.

Arthur baixou o short com o pau saltando livre, grosso com veias saltadas e a cabeça vermelha latejando. Ele cuspiu na mão esfregando na glande e posicionou-se atrás dela.

— Olha só pra essa bucetinha… toda melada do meu pai. Agora vai ser minha.

Ele enfiou de uma vez com o pau esticando as paredes quentes e apertadas sentindo o calor úmido engoli-lo. Dayse gritou abafado mordendo o lábio:

— Ah, caralho… que pau grande, Arthur… fode mais forte!

Ele agarrou os quadris dela socando com força com as bolas batendo na bunda macia e o som de carne contra carne ecoando na cozinha. Arthur agarrou os cabelos loiros dela, puxando-a para trás enquanto socava.

— Toma, sei que gosta de ser puta… a putinha loira… chupada pelo pai e agora leva rola do filho. Goza no meu pau!

Ele a fodia sem piedade com uma mão subindo para apertar os seios pinçando os mamilos e a outra descendo para esfregar o clitóris inchado. Dayse rebolava com o suor escorrendo pelas costas e a buceta contraindo em espasmos.

— Tô gozando… Ah, fode mais rápido… enche minha buceta de porra!

Arthur acelerou sentindo o orgasmo subir e explodiu dentro dela com jatos quentes de esperma enchendo o canal apertado escorrendo pelas coxas dela quando ele puxou para fora. Eles ofegavam com o cheiro de sexo mais intenso agora misturado ao dele.

Dayse e Arthur se recompuseram às pressas, limpando os vestígios da luxúria com toalhas úmidas antes de subirem para os quartos, o coração ainda acelerado.

No café da manhã foi tenso, servido na ampla mesa da cozinha gourmet. Estela tagarelava sobre suas compras recentes e um passeio que planejava com amigas, alheia a tudo. Alberto, com olheiras discretas, pigarreou e olhou para Arthur por cima da xícara de café.

— Filho, precisamos conversar. Tenho assuntos importantes e preciso de sua opinião — disse ele em voz baixa, mas firme, enquanto Estela se distraía com o celular.

Arthur assentiu disfarçadamente. Logo assim que terminaram, dirigiram-se ao escritório no andar superior, porta fechada.

Arthur sentou percebendo o nervosismo no pai com as mãos tremendo levemente. Alberto havia passado a noite em claro, imaginando o pior, mas o tom calmo de Arthur o desarmou. Ele se remexeu na cadeira, pronto para falar, mas Arthur o antecipou:

— É sobre o que tava acontecendo na cozinha… Pai, não vou te julgar. Isso ficará em segredo. Não precisa explicar nada. Eu também sei como é… Isso é coisa de homem! Ficará entre nós dois ou melhor entre nós três — corrigiu Arthur com um sorriso cúmplice.

Alberto surpreso mas um alívio visível o invadiu. Ele assentiu e explicou baixinho:

— Eu não saberia o que dizer se você não compreendesse, filho. Estela é uma boa esposa, mas falha nesse ponto… não gosta de sexo.

— Você… viu tudo?

Arthur riu baixo.

— Vi e provei. Ela é uma delícia, né? Mas fica entre nós. Você precisa mantê-la aqui por muitos anos… será bom para nós dois.

Eles apertaram as mãos com um pacto selado. Dayse continuou na casa sempre muito bem tratada com presentes discretos, folgas extras e noites em que pai e filho se revezavam em segredo fodendo-a na cozinha, no quarto de hóspedes ou até no banheiro enquanto Estela dormia.

A loira sorria mais com o corpo marcado por mordidas e chupões escondidos e a buceta sempre pronta para mais. O segredo os unia numa teia de luxúria visceral que ninguém ousava romper.

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